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Concurso é vitrine para cervejeiros artesanais

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CNA quer dar visibilidade e estimular a produção cervejeira em todas as regiões do Brasil – Reprodução

 

 

Inovação, variedade de sabores e estilos, qualidade dos ingredientes e conexão com a cultura local são alguns dos ingredientes que têm estimulado a criação de novas cervejarias artesanais em todos o País. Para dar visibilidade e esses produtos e seus mestres cervejeiros, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com o Sebrae, a Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), o Sindicato Nacional da Indústria Cervejeira (Sindicerv) e o Papo de Sommeliers está realizando o Prêmio Brasil Artesanal de Cerveja, com inscrições até o dia 15 de setembro.

São Paulo, como uma das maiores metrópoles do Brasil, tem um papel central no desenvolvimento e popularização das cervejas artesanais no país. A cidade abriga diversas microcervejarias, brewpubs e bares especializados, que funcionam como hubs de inovação e experimentação. Segundo dados da Abracerva, são 410 cervejarias artesanais no estado de São Paulo e, apenas na capital, são 59 estabelecimentos, respondendo por 14,9% do total.

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Segundo o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Tirso Meirelles, o concurso vai dar visibilidade a uma produção que muitas vezes tem dificuldade para atravessar as fronteiras dos municípios onde as cervejarias estão instaladas. A avaliação dos jurados técnicos pode ser um diferencial para as empresas, utilizando as informações como uma grande consultoria para o aprimoramento de seus produtos.

“Esses concursos so importantes para abrir novos mercados e mostrar ao público as novidades que muitas vezes não têm espaço no dia a dia. É vital que todos participem para que se possa dar a dimensão dessa cadeia produtiva, que inclui não apenas os mestres cervejeiros e empresários, mas também os produtores rurais e pesquisadores, sempre em busca de produtos e sabores diferenciados”, frisou Meirelles.

Acesse o regulamento e faça sua inscrição

Mario Teixeira

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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