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2ª edição do Festival Luiz Carlos Ribeiro começa nesta quinta (15) com 38 atrações

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A 1ª edição do festival atraiu um público de mais de 3.600 pessoas – Fotos: Divulgação

 

Uma vasta programação está sendo montada para a 2ª edição do Festival Luiz Carlos Ribeiro, que tem o objetivo de valorizar a cultura, as artes cênicas e começa nesta quinta-feira (15) e segue até domingo (18), no Cine Teatro Cuiabá, em uma troca de aprendizado entre as pessoas que fazem teatro, tanto em Mato Grosso quanto em alguns outros estados. A entrada é gratuita, com a sugestão de doação 2 quilos de alimentos não perecíveis, que serão destinados a entidades sociais. Os espetáculos têm início no fim da tarde e seguem até a noite.

Para o idealizador e membro da comissão organizadora do festival, Flávio Ferreira, o evento é uma oportunidade para mostrar o que está sendo feito com o teatro brasileiro no nosso estado. “Homenagear uma das pessoas mais importantes do teatro brasileiro em Mato Grosso, que é o Luiz Carlos Ribeiro, uma lenda para nós é perpetuar o trabalho dele, que foi professor da MT Escola de Teatro, militante da classe artística, produtor, diretor de teatro, dramaturgo, que durante a sua vida lutou contra a ditadura militar, foi preso e torturado e foi referência humanística para nós e com quem eu tive o prazer de escrever algumas obras e montar alguns trabalhos”, destaca.

O evento é realizado por meio da parceria entre a Associação Cultural Cena Onze, a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel/MT) e Assembleia Legislativa de Mato Grosso, por meio de Emenda Parlamentar do Deputado Estadual Beto Dois a Um.

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“Também buscamos contribuir para o fortalecimento da criação e produção artística, com vistas à formação de plateias e a integração entre os grupos teatrais”, salienta Flávia Taques, idealizadora e membro da comissão organizadora do festival.

Na programação estão dezenas de atrações, como Circo Escola Leite de Pedras, com Cortejo Cênico; Bia Trindade, em pocket show com músicas autorais, MPB e samba; Teatro Perebas, com Aí Cê Quebrou Minhas Pernas; Grupo Experimental Ejè de Teatro, com Sujas; Grupo de Teatro Rowetsi, com O Tempo da Colonização; MT Escola De Teatro (Cáceres), com Oi, Tudo Bem?; Grupo Siriri Elétrico, com Cururu; Cena do Drama, com Fantasmas em Vila Maria; Andre D’Lucca, com Sanfoka; Escola AMA, com Goddess e muitos outros.

Dezenas de artistas de todo o Brasil chegam na quinta-feira para participar do evento que vem se destacando como um dos festivais mais importantes do país. Também fazem parte da programação a exposição de livros do escritor Clóvis Matos e na abertura do evento, Lucia Palma faz a leitura dramatizada de fragmento do texto “Fica Pedro”, de Flavio Ferreira e Luiz Carlos Ribeiro. As várias atrações foram pensadas para que o festival se transforme em um imenso encontro de artes, com grupos de vários locais.

Além das apresentações teatrais, o evento contará com uma exposição em homenagem ao escritor e a exibição do minidocumentário “Luiz, um Pantaneiro Ladino”, produzido por Marcondes Araújo e Marcos Alessandro.

Na 1ª edição, o festival atraiu um público de mais de 3.600 pessoas e contou com 32 apresentações ao longo de três dias. No total, 59 projetos foram inscritos na fase de seleção, incluindo 21 de outros estados e 13 de estudantes de arte.

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Serviço:

2º Festival de Teatro Luiz Carlos Ribeiro
Período:

Dia 15 – 16h30 às 22h

Dia 16 – 18h30 às 22h

Dia 17 – 10h às 22h

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Dia 18 – 15h às 22h

A programação completa pode ser conferida nas redes sociais do CTC
Local: Cine Teatro Cuiabá
Entrada gratuita, com sugestão de doação de 2 quilos de alimento não perecível
Mais informações: (65) 2129-3848.

Yodcomunicacao

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

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Reprodução/Portal do Agronegócio

 

A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.

Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.

Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor

De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.

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O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.

Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.

Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba

Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.

Segundo o levantamento:

  • 82% são venezuelanos
  • 13% são cubanos
  • 2% são bolivianos
  • 1% são tunisianos

A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.

Mão de obra interestadual também reforça o setor

Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.

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A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:

  • Minas Gerais (7%)
  • Rio de Janeiro (4%)
  • São Paulo (2,5%)
  • Pará (2,5%)

Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.

Imigração passa a sustentar operação e economia do interior

Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.

Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.

O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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