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CMPC abre inscrições para 4ª edição do Fundo Valor Local

Companhia aumentou para meio milhão de reais o valor destinado para viabilizar projetos sociais conectadas aos pilares da empresa. Neste ano, também serão priorizadas iniciativas de reconstrução de comunidades atingidas pelas enchentes – Crédito: Marcos Querotti
O Fundo Valor Local está com inscrições abertas novamente. Nesta segunda-feira (29/07), foi divulgado o edital da 4ª edição do programa de fomento social da CMPC. A principal novidade é a ampliação do valor que será destinado para projetos sociais gaúchos. Serão R$ 500 mil distribuídos em iniciativas de até R$ 30 mil cada.
Na edição deste ano, além de fortalecer projetos ligados aos sete pilares estratégicos da CMPC e que gerem valor compartilhado para a sociedade, serão priorizadas propostas que contemplem uma região ou comunidade que sofreu impactos significativos das enchentes. Com a adoção deste novo critério, a empresa tem por objetivo apoiar a recuperação e incentivar a retomada do estado.
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“O Fundo Valor Local sempre foi um programa muito importante para a promoção de ações voltadas à educação, esporte, cultura, meio ambiente e empreendedorismo. Para este ano, entendemos que a inciativa toma uma dimensão ainda maior em função dos impactos provocadas pelas enchentes”, explica a gerente de Sustentabilidade da CMPC, Ana Paula Pulito. “Aumentamos o valor investido no FVL com o objetivo de termos mais projetos selecionados, alcançarmos mais pessoas e contribuirmos ainda mais na reconstrução do estado”, completa.
Nas três edições anteriores, a iniciativa fortaleceu ao todo 50 projetos socioambientais e contou com um montante de mais de um milhão de reais destinados à atividade.
Os interessados devem preencher até o dia 2 de setembro o formulário presente neste link, onde também está disponível o edital completo do programa. Como são solicitados muitos documentos oficiais, a organização do programa alerta para que os candidatos não deixem para última hora.
Os projetos devem, obrigatoriamente, ser desenvolvidos em uma das 78 cidades contempladas no edital. Instituições ou proponentes com sede em regiões que não façam parte das localidades onde a CMPC atua podem se inscrever desde que comprovem que o projeto será realizado em um dos municípios listados.
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As propostas ainda precisam abranger ao menos a um dos sete eixos estratégicos eleitos pelo Fundo Valor Local: Cultura e Integração; Educação e Capacitações; Florestas e Serviços Ambientais; Cidades Sustentáveis e Qualidade de Vida; Acesso à Água e ao Saneamento; Empreendedorismo e Geração de Renda; ou Cadeia de Fornecimento Local.
A divulgação dos projetos selecionados ocorre no em 15 de outubro no perfil do Instagram da CMPC Brasil, @cmpc_brasil. Em caso de dúvidas em relação ao regulamento do Edital, entrar em contato com Juliana De Bacco, por meio do e-mail terceiro.juliana.bacco@cmpcrs.
Sobre a CMPC
A CMPC é uma empresa centenária do setor florestal que atua em três segmentos de negócio: celulose, produtos de higiene pessoal (tissue) e embalagens. A companhia é uma representante da bioeconomia e possui suas operações alicerçadas na sustentabilidade e na economia circular. Presente no Brasil desde 2009, a CMPC possui operações em sete estados. O grupo CMPC conta com mais de 24 mil colaboradores, 48 unidades produtivas distribuídas em nove países da América Latina e cerca de 24 mil clientes atendidos ao redor do mundo. Em 2023, a companhia assumiu a liderança mundial no Índice Dow Jones de Sustentabilidade e conquistou a 1ª posição do ranking de sustentabilidade corporativa da S&P Global. O CEO do Grupo CMPC, Francisco Ruiz-Tagle, foi eleito pela Council of the Americas o CEO do Ano (2023) em Sustentabilidade. Em 2024, Ruiz-Tagle recebeu o título de CEO do Ano pela Fastmarkets Forest Products PPI Awards, que também elegeu a CMPC como líder mundial em Sustentabilidade. Outras informações estão no site.
INFORMAÇÕES À IMPRENSA:
Ketchum
Adelson Júnior | [email protected]
Jaqueline Frederes | jaqueline.frederes@ketchum.
Adelson Júnior
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Escassez de mão de obra leva agro do Espírito Santo a contratar trabalhadores estrangeiros em granjas e agroindústrias

Reprodução/Portal do Agronegócio
A falta de mão de obra tem levado a avicultura e a suinocultura do Espírito Santo a recorrerem cada vez mais à contratação de trabalhadores estrangeiros. O movimento já é observado em granjas e agroindústrias do estado, onde imigrantes passaram a ocupar funções essenciais para a manutenção da produção.
Venezuelanos lideram esse fluxo migratório, seguidos por cubanos, bolivianos e tunisianos, em um cenário que também inclui trabalhadores de diferentes regiões do Brasil.
Trabalhadores estrangeiros já representam até 1,5% dos empregos no setor
De acordo com dados da Associação dos Avicultores do Espírito Santo (Aves) e da Associação dos Suinocultores do Espírito Santo (Ases), cerca de 300 trabalhadores estrangeiros atuam atualmente no setor.
O número corresponde a até 1,5% dos aproximadamente 20 mil empregos diretos gerados pela cadeia produtiva no estado. O levantamento considera cerca de 45% das granjas e indústrias de suínos, frangos e ovos do Espírito Santo.
Em algumas empresas, a presença de imigrantes já é ainda mais expressiva, chegando a representar até 20% do quadro de funcionários.
Venezuelanos são maioria entre os estrangeiros no agro capixaba
Entre os trabalhadores estrangeiros contratados pelo setor, os venezuelanos representam ampla maioria.
Segundo o levantamento:
- 82% são venezuelanos
- 13% são cubanos
- 2% são bolivianos
- 1% são tunisianos
A presença de imigrantes reflete a busca do setor por alternativas para suprir a dificuldade de contratação de mão de obra local, especialmente em atividades operacionais de granjas e agroindústrias.
Mão de obra interestadual também reforça o setor
Além dos estrangeiros, o agro capixaba também tem recorrido a trabalhadores de outros estados brasileiros. Segundo as entidades, cerca de 8% da mão de obra do setor vem de fora do Espírito Santo.
A Bahia lidera a migração interestadual, respondendo por 26% desses trabalhadores. Em seguida aparecem:
- Minas Gerais (7%)
- Rio de Janeiro (4%)
- São Paulo (2,5%)
- Pará (2,5%)
Ao todo, profissionais de 18 estados já atuam na cadeia produtiva de avicultura e suinocultura no Espírito Santo.
Imigração passa a sustentar operação e economia do interior
Segundo associações do setor, a chegada de trabalhadores estrangeiros e de outros estados tem sido fundamental para garantir a continuidade das operações em um segmento considerado estratégico para a economia capixaba.
Além das atividades dentro das granjas e frigoríficos, a cadeia produtiva também movimenta setores como transporte, produção de ração, embalagens e comércio em diversas cidades do interior.
O cenário indica uma mudança estrutural no mercado de trabalho rural do estado, que antes era marcado pela saída de trabalhadores e agora passa a depender, em parte, da imigração para suprir a demanda crescente por mão de obra no agronegócio.
Fonte: Portal do Agronegócio
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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