Café
Soluções biológicas ajudam a mitigar adversidades no plantio de café

Com o uso de tecnologias nutricionais na preparação de um solo saudável, os cafeicultores têm capacidade de prevenir os desafios produtivos – Assessoria
O potencial produtivo de uma planta de café é alcançado através do manejo adequado do solo, que proporciona nutrientes essenciais para o desenvolvimento e maturação da lavoura. Além disso, essa estratégia de produção contribui para induzir a resistência da planta, mitigando perdas em situações de adversidades climáticas. Já está comprovado que combinar o uso de soluções biológicas para o controle de patógenos, práticas de adubação e outros cuidados necessários para expressar todo o potencial genético da planta resulta em grãos mais pesados e de melhor qualidade.
A produção pode sofrer intempéries climáticas e hídricas, ações danosas ao desenvolvimento do plantio, em momentos decisivos no ciclo do cultivo. Um levantamento da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais (Emater-MG) mostrou o quanto a produção cafeeira da região foi atingida pela falta de chuvas e excesso de calor durante o último trimestre de 2023, época de floração e enchimento de grãos. Estes fatores provocaram uma quebra na safra 2024 do grão da segunda bebida mais consumida mundialmente. De acordo com a Emater-MG, a queda está diretamente relacionada aos fatores climáticos que assolaram a região.
O engenheiro agrônomo Wellington Carvalho, gerente de vendas da Alltech Crop Science, destaca que a preparação prévia do solo é fundamental para mitigar os efeitos das adversidades encontradas pelos cafeicultores. “Uma abordagem eficaz envolve induzir a resistência das plantas através da aplicação de soluções biotecnológicas. Isso permite preparar a planta para enfrentar melhor situações de estresses hídrico e climático, garantindo sua adaptação mais tranquila a condições adversas”, enfatiza.
Segundo o especialista, uma preparação adequada do solo cria condições para uma produção mais resistente a doenças fitossanitárias. “Um bom manejo nutricional ajuda a planta a responder melhor aos precursores hormonais e indutores de resistência, o que resulta em melhor desempenho. Ao integrarmos este processo com o uso de soluções químicas, conseguimos ter um controle mais eficaz do cafeeiro, incluindo o controle melhorado da ferrugem e da Phoma”, destaca.
Como cultura perene, o manejo do café demanda a construção de um solo supressivo e saudável, aponta o engenheiro agrônomo. Carvalho ressalta que, ao aliarem esta condição com métodos como rotação de culturas, uso de matéria orgânica e plantio direto, os cafeicultores otimizarão ainda mais a produção do grão. “Quando há uma base bem estabelecida no momento do plantio e um cuidado contínuo com a cultura, isso pode trazer uma alta produtividade”, comenta.
Feira de Negócios Coocafé
Para ajudar os cafeicultores a alcançarem resultados produtivos e maximizarem a eficiência e o rendimento nas lavouras, a Alltech Crop Science estará presente na 13ª edição da Feira de Negócios Coocafé, em Lajinha (MG). Entre os dias 1º a 3 agosto, a empresa apresentará uma variedade de soluções, que vão da proteção, nutrição e cuidado com o solo, como o Coppercrop™, o Liqui-Plex Fruit™ e o Soil-Plex Active™. Organizado pela Coocafé, cooperativa que conta com mais de 11 mil cooperados, o evento possibilita aos produtores conhecerem as principais inovações do setor e fecharem negócios. “Estaremos com uma equipe preparada para atender os cooperados”, conclui o gerente de vendas da Alltech Crop Science.
Sobre a Alltech Crop Science
A Alltech Crop Science, divisão agrícola da Alltech, desenvolve soluções naturais para enfrentar os desafios da agricultura nos principais mercados do mundo. Por meio de produtos com alto valor agregado e tecnologia exclusiva nas áreas de nutrição, solo, proteção e performance, auxiliamos na promoção da sustentabilidade e da rentabilidade do produtor rural. A Alltech Crop Science do Brasil é composta pela maior fábrica de leveduras do mundo, localizada em São Pedro do Ivaí (PR), pela sede em Maringá (PR) e pela unidade em Uberlândia (MG).
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Tel: (41) 99958-5463 – Olavo Pesch
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Assessoria
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Café
Exportações de café recuam na safra 2025/26 e refletem oferta restrita no Brasil

Foto: Wenderson Araújo/CNA
As exportações brasileiras de café seguem em ritmo mais lento na safra 2025/26, evidenciando um cenário de oferta limitada no mercado interno. Dados do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil mostram que, entre julho de 2025 e março de 2026, o país embarcou 29,09 milhões de sacas de 60 kg, volume 21,2% inferior ao registrado no mesmo período da temporada anterior, quando foram exportadas 36,91 milhões de sacas.
O resultado marca o menor volume para esse intervalo desde a safra 2022/23, reforçando o impacto da menor produção e da redução dos estoques disponíveis no país.
Recuperação pontual em março não muda cenário
Apesar do quadro mais restritivo, março apresentou uma leve recuperação nos embarques. No mês, o Brasil exportou 3,04 milhões de sacas, avanço de 15,4% em relação a fevereiro, quando o volume havia sido de 2,63 milhões.
Ainda assim, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, essa reação mensal não altera o cenário geral, que segue limitado pela baixa disponibilidade de café no mercado doméstico.
Estoques curtos e produtores cautelosos
A combinação entre produção menor na safra atual e estoques nacionais historicamente baixos tem restringido o volume disponível para exportação. Com isso, produtores já contam com poucos lotes da safra 2025/26 para negociação.
Além disso, o bom nível de preços ao longo da temporada contribuiu para a capitalização dos cafeicultores, que, neste momento, não demonstram urgência em comercializar os volumes remanescentes. Essa postura reduz ainda mais a oferta no curto prazo.
Perspectiva depende da próxima safra
De acordo com o Cepea, esse ambiente de exportações mais contidas deve persistir nas próximas semanas. A expectativa é de que o ritmo de embarques volte a ganhar força apenas com o avanço da colheita da safra 2026/27, que tende a se intensificar a partir de meados de maio.
Até lá, o mercado deve seguir ajustado, com oferta restrita e negociações pontuais, refletindo o equilíbrio delicado entre disponibilidade interna e demanda externa.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Café
Proximidade da colheita pressiona preços do café e reduz ritmo de negociações

Reprodução
A proximidade da colheita já começa a influenciar o mercado de café no Brasil, mesmo com a intensificação dos trabalhos prevista apenas para meados de maio. De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o movimento tem pressionado as cotações e alterado o comportamento dos agentes no mercado.
No caso do café arábica, os preços vêm apresentando recuo na maior parte dos dias desde o fim de março, refletindo a expectativa de entrada de uma nova safra. Ainda que a colheita não esteja em pleno ritmo, a antecipação desse cenário já impacta as negociações.
Para o café robusta, a pressão é ainda mais evidente. Como os primeiros talhões costumam ser colhidos entre abril e maio, a proximidade imediata da oferta tem pesado de forma mais intensa sobre os preços no mercado interno.
Nesse contexto, a liquidez no segmento de robusta segue limitada há algumas semanas. Produtores têm optado por comercializar apenas volumes pontuais, principalmente para cumprir compromissos financeiros de curto prazo e organizar o planejamento da colheita.
O cenário reforça um padrão recorrente no setor cafeeiro: a expectativa de maior oferta tende a pressionar os preços antes mesmo da entrada efetiva do produto no mercado, mantendo negociações mais cautelosas tanto por parte de vendedores quanto de compradores.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Café
CNA debate renovação de linha de crédito para cafezais danificados

Divulgação
Brasília – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu, na quarta (1º), a renovação da linha de crédito para cafezais danificados.
O assunto foi tema da Comissão Nacional do Café, que reuniu representantes das federações de agricultura estaduais para ouvir relatos sobre a realidade da produção nas regiões cafeeiras e as demandas dos cafeicultores.
O presidente da Comissão, Ademar Pereira, destacou o trabalho que a confederação tem feito junto aos ministérios para atender as demandas do setor e trazer benefícios para a cadeia produtiva.
A coordenadora de Produção Agrícola, Ana Lígia Lenat, explicou que a CNA se reuniu com os Ministérios da Agricultura, Fazenda e Desenvolvimento Agrário para tratar da liberação de recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) e da possibilidade de ampliar a linha para diferentes tipos de ocorrências.

“Precisamos trabalhar a vulnerabilidade estrutural dos pequenos cafeicultores”, afirmou.
Ana esclareceu que a ideia é trabalhar ao longo do ano com relatos de produtores para embasar a reestruturação da linha junto ao governo, além de possibilitar ajustes parciais nos recursos visando atender outras destinações dentro da cadeia produtiva.
“A linha atualmente é reativa. Queremos reduzir isso para que ela fique um pouco mais atrativa para o produtor rural, deixando mais apropriada para as diferentes realidades regionais do país”, pontuou.
Além da escuta das federações estaduais, a CNA usou dados do projeto Campo Futuro para subsidiar a solicitação que será tratada junto ao Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC).
O vice-presidente da comissão, Thiago Orletti, ressaltou que, após a renovação na linha de crédito, a intenção do colegiado é promover ações com os agentes financeiros para que a linha chegue às mãos dos produtores, porque segundo ele, muitos ainda não sabem que existe.
Assessoria de Comunicação CNA
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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