Suinicultura
Preços de produtos suinícolas reagem no início de junho após queda em maio

Reprodução
Após recuarem consideravelmente no final de maio, os preços dos produtos suinícolas começam a reagir neste início de junho. De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), essa recuperação é impulsionada pelo aumento sazonal na demanda por carne suína que tradicionalmente ocorre no início do mês, período em que muitos consumidores recebem seus salários, elevando assim seu poder de compra.
A melhora na demanda por carne suína reflete uma tendência comum no início do mês, quando há um aquecimento no mercado devido ao incremento no poder aquisitivo dos consumidores. Esse fator contribui para um aumento nas vendas e, consequentemente, nos preços da carne suína.
No entanto, no caso do suíno vivo, o comportamento dos preços varia entre as diferentes regiões acompanhadas pelo Cepea. Enquanto algumas praças registram estabilidade ou leve aumento, outras ainda enfrentam desafios para ver uma recuperação significativa nos preços.
Expectativa para o curto prazo
Apesar das variações regionais, suinocultores consultados pelo Cepea relatam uma melhora nas vendas nos últimos dias. Essa melhora pode criar um ambiente favorável para reajustes positivos nos preços do suíno vivo no curto prazo, oferecendo um alívio para os produtores que enfrentaram quedas acentuadas em maio.
Influências no Mercado
O aumento na demanda no início do mês é um fator positivo que pode ajudar a compensar as pressões de mercado enfrentadas pelos suinocultores, como os custos de produção e as flutuações de preços. Além disso, a expectativa de uma recuperação nos preços pode incentivar uma maior confiança no setor, ajudando a sustentar o mercado suinícola em um momento de incerteza econômica.
A reação positiva nos preços dos produtos suinícolas no início de junho é um sinal encorajador para o setor, especialmente após a queda registrada no final de maio. O aumento sazonal na demanda e a expectativa de reajustes positivos nos preços do suíno vivo trazem uma perspectiva mais otimista para os próximos dias, beneficiando tanto os consumidores quanto os produtores.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Suinicultura
Prorrogação de incentivo fiscal garante competitividade à suinocultura de Mato Grosso

Granja de suínos em Campo Verde MT
Medida estende benefício do ICMS até dezembro de 2026 e atende pedido urgente da Acrismat. Queda no preço do suíno vivo, que saiu de R$ 8,00 para R$ 6,20 no ano, pressionava produtores.
A [Suinocultura em Mato Grosso] ganhou um aliado importante para atravessar a tempestade econômica do primeiro semestre de 2026. O Governo do Estado oficializou a prorrogação do crédito presumido de ICMS via Proder (Programa de Desenvolvimento Rural) até o dia 31 de dezembro de 2026. O incentivo, que venceria agora no final de abril, mantém a redução de carga tributária em 75% para operações interestaduais com animais vivos.
A decisão do Conselho Deliberativo (Condeprodemat) não veio por acaso. O setor enfrenta um início de ano desafiador, com as margens de lucro sendo “esmagadas” pela desvalorização do animal:
- Janeiro/2026: R$ 8,00 por quilo do suíno vivo.
- Abril/2026: R$ 6,20 por quilo do suíno vivo.
- Impacto: Uma desvalorização de 22,5% em apenas 90 dias, o que colocava em risco a permanência de muitos produtores na atividade.
O QUE MUDA COM A PRORROGAÇÃO?

Na prática, o benefício fiscal funciona como um mecanismo de defesa para o produtor mato-grossense conseguir vender para outros estados sem ser “engolido” pelos custos:
- Competitividade: Reduz o custo da exportação interestadual de suínos destinados ao abate, engorda e reprodução.
- Previsibilidade: O produtor pode planejar seus investimentos sabendo que a carga tributária não subirá bruscamente em maio.
- União Setorial: A medida foi fruto de uma articulação pesada entre Acrismat, Famato, Imea e Sedec, reforçando a importância do setor para o PIB estadual.
O IMPACTO EM LUCAS DO RIO VERDE E REGIÃO
Para cidades como Lucas do Rio Verde, que formam o coração da produção de proteína animal no estado, a manutenção do incentivo é vital. A suinocultura local está integrada a uma cadeia que movimenta fábricas de ração, transporte e frigoríficos.
“Esse incentivo é fundamental para a manutenção de produtores na atividade”, afirma Frederico Tannure Filho, presidente da Acrismat.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Suinicultura
Demanda sazonal eleva preços dos principais cortes suínos

Divulgação
A demanda por alguns cortes suínos tipicamente consumidos nas festas de final de ano tem se aquecido no mercado atacadista, elevando as cotações, conforme levantamentos do Cepea.
Segundo o Centro de Pesquisas, a média do pernil negociado no atacado do estado de São Paulo na parcial de dezembro (até o dia 16) está em R$ 14,11/kg, 2,3% acima da registrada em novembro.
Entre os outros cortes tradicionalmente mais demandados neste período, o lombo também vem se destacando, conforme pesquisas do Cepea.
Alessandro Araújo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Poder de compra se enfraquece em outubro

Foto: Pixabay
O poder de compra do suinocultor paulista frente ao milho e ao farelo de soja vem se enfraquecendo em outubro, no comparativo com o mês anterior, indica levantamento do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, enquanto o suíno vivo tem se desvalorizado, refletindo a demanda desaquecida, o preço do milho apresenta pequena elevação.
Para o derivado da soja, o movimento também é de baixa, mas menos intensa que a observada para o animal. Pesquisadores ressaltam que, apesar da queda no poder de compra frente ao milho em outubro, o desempenho segue acima da média, considerando-se a série histórica do Cepea, iniciada em janeiro de 2004.
CEPEA/ESALQ
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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