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Agronegócio

Preços do arroz seguem em queda; produção global pode recuar e consumo tende a crescer

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Foto: Sebastião José de Araújo/Embrapa Arroz e Feijão

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul segue pressionado, em um cenário marcado por baixa liquidez, cautela dos compradores e resistência dos produtores. Segundo o Cepea, a desvalorização do dólar frente ao Real também contribuiu para enfraquecer as cotações, ao reduzir a competitividade do arroz brasileiro no mercado externo e desacelerar a demanda internacional, que vinha sendo um dos principais fatores de sustentação dos preços.

Ao mesmo tempo, novas projeções divulgadas pelo USDA para a safra mundial 2026/27 indicam redução da produção global, consumo recorde e estoques menores. Para o Brasil, a Conab revisou levemente para baixo a estimativa da safra 2025/26.

Segundo o USDA, a produção global de arroz beneficiado na safra 2026/27 deverá totalizar 537,9 milhões de toneladas, volume 0,9% inferior ao da temporada 2025/26. Pelo lado da demanda, o USDA projeta consumo global recorde de 541,3 milhões de toneladas em 2026/27, avanço de 0,7% frente à temporada anterior.

Diante desse cenário, os estoques mundiais de arroz devem recuar 1,8%, para 192,7 milhões de toneladas ao final da safra 2026/27. A relação estoque final/consumo deve ficar em 35,6%, contra 36,5% na temporada anterior.

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com Cepea

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Chuvas no início da colheita preocupam cafeicultores

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Com o avanço da colheita do café arábica nas principais regiões produtoras do Brasil, as atenções de cafeicultores se voltam ao clima.

De acordo com o Cepea, as recentes chuvas, especialmente em regiões do Paraná e de São Paulo, podem prejudicar a qualidade de uma parte dos grãos da safra atual, apesar de serem benéficas às lavouras mais tardias e para a próxima safra.

Segundo pesquisadores do Cepea, no norte do Paraná as recentes chuvas já resultaram em pequena baixa na qualidade do café. Em Marília (SP), as chuvas volumosas também preocupam neste período, visto que podem molhar os grãos que já caíram ao solo, dificultando a colheita mecanizada.

No Sul de Minas Gerais, por sua vez, agentes consultados pelo Centro de Pesquisas indicam que as chuvas devem ter volume reduzido, sem causar danos à safra. (com Cepea)

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Preços do algodão perdem sustentação com pressão externa

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Foto: Fabiano José Perina/Embrapa

A alta nos preços do algodão em pluma foi interrompida nos últimos dias, devido às baixas externas e à consequente retração de compradores. As cotações chegaram a recuar na semana, mas ainda registram alta na parcial do mês.

Segundo o Cepea, a retração das cotações internacionais, especialmente na Bolsa de Nova York (ICE Futures), levou parte dos agentes a aguardar definições mais claras para realizar novos fechamentos. Alguns vendedores passaram a demonstrar maior flexibilidade nos negócios, enquanto outros seguiram firmes nos valores pedidos.

Do lado comprador, indústrias ofertaram preços ainda menores para novas aquisições, diante das dificuldades de comercialização e de repasse dos custos aos produtos manufaturados, influenciando no enfraquecimento das cotações.

De acordo com pesquisadores do Cepea, o mercado internacional também permanece atento aos desdobramentos das negociações sobre as compras chinesas de produtos norte-americanos.

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Além disso, o viés baixista foi reforçado pela divulgação do relatório de exportações dos Estados Unidos, que apontou desaceleração no ritmo das vendas externas, sinalizando dificuldade dos compradores em sustentar aquisições em patamares altos – apesar da queda recente, os valores internacionais ainda estão elevados.

com Cepea

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Lucas do Rio Verde tem baixa nas exportações e indústrias fecham mês com R$ 304 milhões

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foto: assessoria

 

Indústrias luverdenses, mês passado, ficaram em 18° no ranking estadual de exportações, totalizando US$ 60,5 milhões (R$ 304 milhões), o que representa recuo de 12% se comparado a abril do ano passado. Ao todo, o município vendeu 2% dos produtos de Mato Grosso para clientes em diversos países, sendo os maiores China (42,4%), Indonésia (24,5%), Tailândia (14,8%), Paquistão (3,9%) e Vietnã (3%).

A soja foi o produto mais exportado, representando 59,4% dos negócios feitos pelas indústrias de Lucas, seguido por tortas e outros resíduos da extração do óleo de soja (35,3%) e algodão não cardado nem penteado (3,7%).

Já em relação às importações feitas por empresas de diversos segmentos em Lucas do Rio Verde, em abril, o município ficou em 20o no Estado, comprando máquinas e aparelhos mecânicos com função própria representaram 17,6% dos produtos importados destes clientes, seguidos por discos, fitas e outros suportes para gravação de som (17,4%) e buldozers, angledozers e niveladoreas (16,7%).

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Os negócios foram de US$ 186,2 mil (R$ 934,8 mil), representando queda de 94,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. A China (50,6%) foi a principal parceira comercial, seguida pela Argentina (22,7%), Taiwan (10,5%), Japão (8,2%) e Grécia (5,6%).

Só Notícias/Wellinton Cunha

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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