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Mato Grosso

Eleitor pode consultar na internet local onde irá votar no domingo; saiba mais

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Foto: TSE/Reprodução

 

 

O eleitor que vai exercer seu direito no primeiro turno das eleições municipais de 2024, no próximo domingo (6), e em um eventual segundo turno, no último fim de semana de outubro (27), pode consultar o local de votação

No aplicativo da Justiça Eleitoral, o e-Título, e o site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é possível verificar a zona e a seção eleitoral.

O local de votação já aparecerá atualizado. Portanto, se foi feita uma solicitação de transferência temporária da seção eleitoral dentro do mesmo município, a pesquisa indicará o novo lugar a que o eleitor deverá comparecer, com endereço completo do local, zona e seção.

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No site 

No portal do TSE, o usuário pode seguir com a pesquisa por dois caminhos. O primeiro deles é por meio da aba “Serviços eleitorais”, localizada no topo da página eletrônica, e, em seguida, em “Local de votação/zonas eleitorais”. O internauta será redirecionado para novo espaço online, onde deverá selecionar a opção “Consulte Onde Votar”, logo após o título.

Na página com o título “Atendimento eleitoral”, no oitavo item, basta que o eleitor preencha o primeiro campo com o nome dele, o número do título de eleitor ou o Cadastro de Pessoa Física (CPF). Em seguida, o interessado deve completar a data de nascimento, o nome da mãe e clicar no ícone “Entrar”.

As páginas dos 26 tribunais regionais eleitorais (TREs) também dispõem de espaço para pesquisar essas informações. Preenchidos os dados, a página vai informar o número da inscrição, a zona eleitoral e o local de votação.

O segundo caminho para a consulta ao local de votação e ao número do título é o sistema Autoatendimento Eleitoral – Título Net.

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E-Título 

O aplicativo e-Título, a versão digital do título de eleitor, informa o local de votação logo na tela de início, abaixo do nome do eleitor. Além disso, por meio de ferramentas de geolocalização, o app guia a pessoa até a seção eleitoral.

O aplicativo pode ser baixado gratuitamente nas lojas virtuais de aplicativos para smartphones que operam os sistemas Android e IOS, preferencialmente, até sábado, dia 5 de outubro.

O que levar

No dia da eleição, não é obrigatório levar o título, que pode ser substituído pela versão digital, o e-Título.

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O documento deve estar em situação regular. Quem estiver com a inscrição eleitoral cancelada ou suspensa, não terá o título na lista da seção eleitoral.

Na seção, será exigida somente a apresentação de documento oficial com foto, entre eles e-Título, carteira de identidade, identidade social, passaporte, carteira profissional reconhecida por lei, certificado de reservista, carteira de trabalho ou Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A Justiça Eleitoral explica que os documentos serão aceitos mesmo com a data de validade expirada, desde que seja possível comprovar a identidade do eleitor.

Eleitores

O Brasil tem 155,9 milhões de pessoas aptas a votar no pleito deste ano, em 5.569 municípios. Somente no Distrito Federal não haverá eleições. O voto é obrigatório para maiores de 18 anos, até 69 anos. É facultativo a pessoas analfabetas, maiores de 70 anos e quem tem entre 16 e 18 anos.

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Se o eleitor tem domicílio eleitoral no exterior, não votará nas eleições municipais para os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador pois, nesse caso, não existe voto em trânsito. Não é necessário justificar a ausência na votação., que é exigida apenas nas eleições para presidente da República.

Daniella Almeida/Agência Brasil

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Brasil terá a partir do mês que vem novas regras para entrada de produtos agropecuários

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foto: Gabriel Davi

A partir do dia 4 de fevereiro, o Brasil terá novas regras para o transporte de produtos agropecuários nas bagagens de passageiros que estejam fazendo viagens internacionais. A medida está prevista em portaria publicada em dezembro pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

A meta é impedir a entrada de “agentes causadores de doenças e pragas que possam colocar em risco a saúde pública, o meio ambiente e o patrimônio agropecuário brasileiro”, informou a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom).

A fiscalização será feita por meio do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), a quem caberá analisar os riscos que alguns itens podem implicar, caso entrem no país.

Entre os itens estão animais, vegetais, bebidas, fertilizantes, corretivos, agrotóxicos, alimentos, produtos de madeiras, estimulantes e biofertilizantes.

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Também integram a lista materiais genéticos para uso na reprodução animal e na propagação de vegetais; produtos de uso veterinário e destinados à alimentação animal; e inoculantes – produtos que contêm bactérias ou fungos destinados a favorecer o desenvolvimento das plantas.

“A lista de produtos agropecuários estabelecida na portaria poderá ser atualizada a qualquer momento, em decorrência de eventos sanitários, da produção de conhecimento para a gestão do risco zoofitossanitário (relativo à segurança da saúde animal e vegetal), bem como de alterações nos procedimentos aduaneiros”, informou a Secom.

Quem estiver transportando, durante a viagem, produtos desses tipos, que necessitem de autorização de importação, terá de preencher um documento emitido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária Mapa, “que será encaminhado eletronicamente pelo serviço técnico emissor às unidades do Vigiagro nos locais de ingresso”.

A Secom explica que o documento deverá conter informações descrevendo os bens agropecuários a serem importados, incluindo quantidade, forma de acondicionamento, país de origem e de procedência; modal de transporte (que poderá ser aéreo, marítimo, fluvial, lacustre, rodoviário ou ferroviário); via de transporte autorizada; e local de ingresso no território nacional.

Também será necessária a apresentação do prazo de validade da autorização de importação, além da dados do viajante que transportará os produtos.

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A declaração será por meio do documento e-DBV – Declaração Eletrônica de Bens do Viajante, a ser entregue na unidade do Vigiagro por meio do canal “Bens a Declarar”.

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Mato Grosso

Estudo da UFMT Sinop avalia benefícios do ‘silo bolsa’ como redução de perdas e aumento da qualidade

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foto: SiloReal/Divulgação

 

Câmpus Universitário de Sinop da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) tem uma pesquisa em desenvolvimento que abre possibilidades para a redução de perdas e aumento da qualidade de produtos armazenados. O estudo aborda o silo bolsa como ferramenta de garantia de qualidade e eficácia no armazenamento de grãos em uma região que é destaque no Brasil na produção agrícola.

O silo bolsa é um sistema de armazenagem hermética, feito de material flexível de alta resistência, que permite o armazenamento de grãos a granel sem trocas gasosas com o ambiente. Dentro do silo, o próprio grão consome oxigênio e libera gás carbônico, criando uma atmosfera modificada que inibe o desenvolvimento de fungos e insetos, reduz perdas e mantém a umidade estável. Tudo isso com um custo menor do que os silos metálicos, a tecnologia dominante na atualidade para armazenamento de grãos como milho, soja, arroz e outros.

A pesquisa no câmpus de Sinop é coordenada pela professora Solenir Rufato e coloca o Brasil no mapa das inovações em armazenagem de grãos com uso de silo bolsa, especialmente sob condições tropicais. Os estudos são pioneiros no país e revelam novas possibilidades para reduzir perdas pós-colheita, melhorar a qualidade dos produtos armazenados e oferecer alternativas sustentáveis ao sistema tradicional de silos estáticos. Segundo a professora, a tecnologia é simples, de baixo custo e altamente eficiente, mas ainda enfrenta resistência cultural e falta de integração entre os setores envolvidos.

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“O Silo Bolsa permite segregar grãos por qualidade e armazenar de forma segura, sem perdas técnicas significativas. É uma ferramenta estratégica para o Brasil, que tem o maior déficit de armazenagem do mundo”, destaca a docente sobre os estudos concentrados em Mato Grosso com ações também na região de Santarém (PA). A professora ressalta que os resultados obtidos em outras regiões do país não podem ser aplicados automaticamente à realidade mato-grossense, pois as condições climáticas tropicais exigem adaptações específicas. “Nosso desafio é entender o comportamento dos grãos nesse ambiente, onde temperatura e umidade são elevadas, para desenvolver protocolos seguros e eficientes de uso”, analisa.

Apesar do potencial, Solenir observa que o Brasil ainda utiliza o silo bolsa de forma pontual e emergencial, sem uma política de incentivo estruturada. “Precisamos enxergar essa tecnologia como uma solução de médio e longo prazo, e não apenas como resposta improvisada à falta de espaço nos armazéns. Falta articulação entre universidades, setor privado e governo para consolidar o uso de forma planejada e sustentável”, pontua a respeito da necessidade de articulação com o setor produtivo.

A professora também alerta para a necessidade de formação técnica de operadores, uma vez que muitos problemas relatados no campo são consequência do mau uso do sistema. Por isso, parte de suas pesquisas é dedicada à capacitação e difusão de boas práticas, com o objetivo de desmistificar o uso do silo bolsa e torná-lo uma alternativa confiável para produtores de diferentes escalas. “O conhecimento é o que garante o sucesso do armazenamento hermético. Quando aplicado corretamente, o Silo Bolsa reduz perdas, preserva qualidade e contribui para uma cadeia de pós-colheita mais sustentável. Nosso trabalho na UFMT é mostrar isso com base em ciência e resultados concretos”, finaliza.

Redação Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mato Grosso

Recuperação de ICMS ganha protagonismo no agro antes da transição tributária

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A aproximação da mudança no sistema tributário brasileiro colocou o ICMS no centro das decisões financeiras do agronegócio. Com a futura adoção do IBS e da CBS, produtores rurais e empresas do setor passaram a olhar com mais atenção para créditos acumulados e falhas fiscais que podem comprometer o caixa justamente no período de adaptação ao novo modelo.

Levantamentos recentes do setor contábil indicam que uma parcela significativa das empresas já identificou erros na emissão de documentos fiscais, enquanto outra parte sequer consegue afirmar se suas operações estão totalmente corretas. Esse cenário aumenta o risco de perda de créditos tributários e pressiona o fluxo financeiro em um momento de transição sensível.

Com o avanço da fiscalização eletrônica e da integração dos sistemas fiscais, inconsistências que antes demoravam a ser detectadas passaram a ser identificadas quase de forma imediata. Falhas na classificação de produtos, na apuração do imposto ou no preenchimento de notas fiscais podem resultar em bloqueio automático de créditos, dificultando o aproveitamento dos valores devidos.

Diante desse contexto, a recuperação de créditos de ICMS vem sendo apontada como uma das estratégias mais eficazes para reforçar o caixa antes da consolidação do novo regime tributário. Embora o imposto estadual continue vigente durante o período de transição, créditos não revisados tendem a carregar distorções que podem gerar questionamentos futuros e entraves operacionais.

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Especialistas em gestão fiscal avaliam que a reforma não elimina problemas do passado. Pelo contrário, inconsistências não corrigidas agora podem se transformar em passivos ou em obstáculos na migração para o novo sistema. A revisão do ICMS, portanto, deixa de ser apenas uma ação corretiva e passa a integrar o planejamento estratégico das empresas do agro.

O movimento observado em alguns estados, com liberações expressivas de créditos acumulados ao longo dos últimos anos, reforça o papel do ICMS como uma fonte relevante de liquidez, especialmente para produtores rurais e empresas exportadoras. Em um cenário de margens pressionadas e custos elevados, transformar crédito tributário em capital de giro tornou-se uma alternativa importante para manter a previsibilidade financeira.

Além do impacto direto no caixa, a revisão fiscal contribui para melhorar a governança tributária das empresas. A organização dos dados, a correção de inconsistências e o alinhamento das informações reduzem o risco de autuações e evitam que problemas sejam carregados para o novo sistema, que nascerá com maior integração e cruzamento de dados.

Para o setor, a mensagem é clara: realizar um diagnóstico fiscal agora vai além de uma exigência contábil. Trata-se de uma decisão estratégica de negócio, capaz de transformar a transição tributária em oportunidade. Créditos já existentes, quando corretamente identificados e recuperados, podem fazer a diferença justamente em um período de maior pressão sobre custos, margens e competitividade.

Fonte: CenárioMT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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