Mato Grosso
Investimentos do governo de RO proporcionam mais desenvolvimento à população de Ariquemes

Reprodução
Com o intuito de promover o desenvolvimento do estado, o governo de Rondônia tem realizado inúmeros investimentos nos municípios, como é o caso de Ariquemes, localizado na região do Vale do Jamari. Benefícios que trazem melhorias para a área urbana, em estradas, infraestrutura escolar, serviços de saúde, assistência social e muitos outros, e que visam o crescimento e oferecem dignidade à população.
Desde o início desta gestão, a busca por excelentes resultados foi encabeçada por secretarias estaduais, com o objetivo de proporcionar maior qualidade em todos os serviços públicos. Entre as áreas prioritárias, como saúde e educação, o município já recebeu cerca de R$ 74,025 milhões em repasses para aquisição de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), Farmácia Básica, Projeto Compartilhando Saúde, Cofinanciamento, entre outros serviços.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, os projetos realizados no município proporcionam bem-estar à sociedade. “Os investimentos que fazemos em Ariquemes, refletem a eficiência de uma administração transparente e comprometida com os rondonienses. O governo do estado vem melhorando muito a vida das pessoas, apostando no conforto e na qualidade dos serviços, o que reforça nossa missão municipalista, que vai além de prover recursos, mas também acompanhar todo o processo de transformação”, ressaltou.
A comunidade escolar também foi contemplada com um total de R$ 4,2 milhões em investimentos, que trouxeram conforto e mais estrutura para 12 escolas estaduais, através da construção de novas salas, auditórios e reformas em geral. Também foram destinados mais de R$ 50 milhões às instituições com entrega de equipamentos, materiais didáticos, aparelhos de informática e convênios firmados com o município.
INFRAESTRUTURA URBANA
Rodovias em Ariquemes recebem serviços de recapeamento, patrolamento e manutenções
As rodovias estaduais de Ariquemes também receberam diversas ações da gestão, como serviços de recapeamento, patrolamento, recomposição de revestimentos primários e manutenções nas rodovias 257, 457, 140, 455, 144, entre outras. O governo investiu em ruas, avenidas e espaços públicos, com recursos previstos em mais de R$ 66,5 milhões; no total, foram realizados 46,22 quilômetros de pavimentação e recapeamento de vias urbanas na cidade, além de obras em vias públicas, como a Revitalização de Espaços Alternativos.
Em cada obra do estado, o cidadão é quem se beneficia. Nessa mesma perspectiva, o Executivo rondoniense reforçou a melhoria estradas para facilitar o escoamento da produção agrícola, além disso, contribuiu com o setor ao já ter fornecido equipamentos e implementos agrícolas que dão condições adequadas ao trabalho realizado pelos produtores.
CIDADANIA
O reforço dos equipamentos das forças de segurança auxilia nas ações de proteção
A população em situação de vulnerabilidade social obteve atendimento por meio de vários programas estaduais, atraindo os seguintes resultados: 585 kits entregues para beneficiárias do programa Mamãe Cheguei; mais de 300 famílias beneficiadas com recursos do Chegando Bem; 342 mulheres atendidas pelo Mulher Protegida; cerca de 200 mil refeições ofertadas pelo programa Prato Fácil; e a realização do Rondônia Cidadã levou mais de 500 atendimentos de serviços sociais básicos, saúde, educação, segurança, entre outros, para toda a comunidade.
E cidadania também se faz com uma cidade mais segura, o que foi garantido pela disponibilização de 10 Sistemas Interativos de Videomonitoramento instalados em locais públicos, reunindo um investimento superior a R$ 167 mil. Esta proteção tem o reforço do aparelhamento das unidades de forças de segurança presentes na cidade, além da entrega recente de uma academia de musculação para o Corpo de Bombeiro Militar, que auxilia no preparo da corporação que atua nas ações de defesa desempenhada.
EMPREENDEDORISMO
Quando o assunto é empreendedorismo, o Programa de Apoio às Micros e Pequenas Empresas e Empreendedores de Pequenos Negócios de Rondônia (Proampe) tem transformado a realidade do empreendedor de Ariquemes. Já são mais de R$ 4 milhões aplicados no apoio e financiamento de investimentos produtivos na cidade, recurso que tem fortalecido sobremaneira a economia local e permitido a realização de muitos sonhos.
FONTE: ARIQUEMES190.COM.BR
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Mesmo com ajustes na safra, MT mantém liderança nacional com apoio de incentivos e crédito

A área cultivada em Mato Grosso alcança 22,76 milhões de hectares, crescimento de 2,1% em relação à safra anterior – Foto por: Secom/MT
Mato Grosso segue como o maior produtor de grãos do Brasil na safra 2025/2026, mesmo diante de ajustes na estimativa de produção apontados pelo 4º Levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta quinta-feira (15.1). De acordo com o boletim, o estado deve colher cerca de 107,9 milhões de toneladas, mantendo posição estratégica no cenário nacional, apesar da leve redução provocada por fatores climáticos e queda de produtividade, um recuo de 4% em relação à safra recorde do ano passado.
A área cultivada em Mato Grosso alcança 22,76 milhões de hectares, crescimento de 2,1% em relação à safra anterior, o que reforça o protagonismo do estado no Centro-Oeste, região responsável por quase metade da produção brasileira de grãos. A soja segue como principal cultura e com expectativa de colher 48,6 milhões de toneladas, sustentando o desempenho estadual.
Dentre os grãos produzidos no Estado, apenas a produção de sorgo tem previsão de aumento de 13,5% na produção. Isso ocorre pela busca dos produtores rurais por uma cultura de segunda safra mais estável e com menos dependência hídrica diante das incertezas climáticas e da redução da janela de plantio.
Conforme a Conab, irregularidade climática ao longo do ciclo é um dos fatores que devem fazer Mato Grosso ter uma produção 4% menor do que a safra passada. Apesar das chuvas acima da média em dezembro, o boletim registra períodos de estresse hídrico e térmico que afetaram o desenvolvimento e o enchimento dos grãos.
Além disso, mesmo com aumento da área plantada, a produtividade por hectare deve ser 5,9% menor ficando em 4,7 toneladas por hectare, o que reduziu o volume total colhido. O milho, especialmente na segunda safra, apresenta retração de produtividade. Já o algodão registra redução de área e rendimento, influenciada por custos elevados e menor atratividade econômica.
Apesar da soja manter estabilidade e ser a principal cultura do estado, não terá ganhos suficientes para compensar as perdas em outras lavouras.
Como o estado responde por cerca de um terço da produção brasileira de grãos, pequenas variações negativas têm impacto expressivo no volume total produzido.
Para enfrentar esse cenário e garantir a competitividade do setor, o Governo de Mato Grosso tem ampliado um conjunto de políticas públicas voltadas à redução de custos, estímulo à produção e ampliação do acesso ao crédito rural.
Segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, as medidas adotadas pelo governo têm papel decisivo para dar segurança ao produtor rural.
“O governo prorrogou o diferimento do ICMS para fertilizantes até dezembro de 2026, uma medida importante que reduz os custos de produção para os agricultores. Além disso, mantemos incentivos fiscais estratégicos, como o Proalmat, voltado à cadeia do algodão, e ampliamos o acesso ao crédito por meio do Desenvolve Rural, que atende produtores de culturas temporárias, como a soja, com financiamentos que podem chegar a R$ 1,5 milhão”, destacou.
O secretário também ressaltou a importância do MT Garante, mecanismo que facilita o acesso ao crédito ao oferecer garantias complementares, especialmente para pequenos e médios produtores.
“Com o MT Garante, conseguimos reduzir barreiras e permitir que mais produtores tenham acesso a financiamento para investir, modernizar e manter a atividade no campo”, completou.
As ações do Estado buscam dar previsibilidade ao setor agropecuário, que responde por parcela significativa da economia mato-grossense, e garantir que Mato Grosso continue liderando a produção nacional de grãos, mesmo em um cenário de desafios climáticos e de mercado.
Débora Siqueira | Assessoria/Sedec
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Governo de MT prorroga diferimento do ICMS para fertilizantes e mantém benefício até dezembro de 2026

Michel Alvim – Secom/MT
O Governo de Mato Grosso publicou decreto que prorroga o diferimento do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) nas operações internas com fertilizantes, adubos e insumos utilizados na produção agropecuária, mantendo o tratamento tributário até 31 de dezembro de 2026.
A nova regulamentação incorpora autorizações previstas em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e ajusta a legislação estadual às mudanças recentes no tratamento tributário aplicado ao setor. Entre os principais pontos, o decreto dispensa a exigência de estorno proporcional do crédito do ICMS nas operações de importação de fertilizantes e insumos, desde que as saídas subsequentes estejam alcançadas pela redução da base de cálculo prevista na legislação.
Para ter direito à dispensa do estorno, o contribuinte deverá comprovar o efetivo recolhimento do ICMS incidente sobre a importação para Mato Grosso. Além disso, as mercadorias importadas deverão ser destinadas ao uso em processo industrial ou produtivo de estabelecimento localizado no Estado ou à comercialização exclusiva em operações internas.
O decreto também estabelece limites e critérios para a manutenção do crédito do imposto. O valor do crédito de ICMS fica limitado a 4% sobre o valor das entradas dos fertilizantes e insumos, sendo vedada a restituição ou compensação de valores já recolhidos. A dispensa não se aplica ao crédito decorrente do serviço de transporte das mercadorias, hipótese em que o estorno permanece obrigatório.
A medida preserva o equilíbrio fiscal e garante previsibilidade ao setor produtivo, ao mesmo tempo em que mantém uma alternativa tributária compatível com a carga definida nacionalmente para fertilizantes.
De acordo com o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, o ajuste na legislação assegura segurança jurídica aos contribuintes e mantém a competitividade do agronegócio mato-grossense.
“Estamos adequando a legislação estadual às regras nacionais, garantindo clareza, segurança jurídica e controle fiscal. O diferimento do ICMS para fertilizantes é um instrumento importante para reduzir custos de produção, mas sempre com critérios bem definidos e acompanhamento para preservar o equilíbrio das contas públicas”, destacou.
Noelisa Andreola | Sefaz-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Governo mantém redução do ICMS de tijolos, telhas, areia, brita em Mato Grosso

foto: Só Notícias/Lucas Torres
O governo de Mato Grosso informou que vai manter ao longo deste ano a redução do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) aplicada a materiais da cesta básica da construção civil no Estado. O benefício fiscal segue válido até 31 de dezembro e tem como objetivo tornar a tributação mais competitiva, estimular o setor e contribuir para preços mais acessíveis para consumidores e empresas.
Com a manutenção do benefício, as operações internas com telhas cerâmicas e tijolos cerâmicos, desde que não esmaltados nem vitrificados, continuam com a base de cálculo reduzida para 41,18% do valor da operação, o que resulta em uma carga tributária final de 7%. Sem o incentivo, a alíquota efetiva aplicada a esses produtos seria de 17%.
A redução também abrange materiais amplamente utilizados na construção civil, como areia natural e artificial, brita, pedrisco com pó, rachão britado e pedra marroada. Para esses itens, a base de cálculo do ICMS permanece reduzida para 17,65% do valor da operação, correspondente a uma carga tributária final de 3%, frente à alíquota padrão de 17%.
De acordo com o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, a política tributária busca criar um ambiente mais favorável ao crescimento do setor sem comprometer o equilíbrio fiscal. “A construção civil tem papel estratégico no desenvolvimento do Estado. Ao manter esse incentivo ao longo de 2026, o governo cria condições para ampliar investimentos, dar previsibilidade ao setor e estimular a atividade econômica, com reflexos positivos na geração de empregos e na arrecadação”, afirmou.
Redação Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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