Agronegócio
Gasolina aumenta 1,62% e etanol mais de 2% no País na primeira quinzena de agosto, aponta Edenred Ticket Log

Como reflexo do último reajuste anunciado pela Petrobras no início de julho, os acréscimos foram identificados em todas as regiões brasileiras – Divulgação
O preço médio do litro da gasolina fechou a primeira quinzena de agosto a R$ 6,29, com um aumento de 1,62% se comparado ao consolidado de julho. Já o etanol foi encontrado a R$ 4,25 nas bombas de abastecimento do País, após acréscimo de 2,16% no preço. Os dados são do mais recente Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa.
“O cenário de alta nos preços dos dois combustíveis foi identificado em todas as regiões brasileiras e em quase todos os estados, com exceção apenas de Roraima, onde o valor médio do etanol caiu 0,40%, e de Goiás, que registrou redução de 0,24% para o etanol e estabilidade para a gasolina. Esses aumentos refletem o último reajuste anunciado pela Petrobras no início de julho e já era previsto que impactaria os preços de agosto”, avalia Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil.
A Região Nordeste liderou o ranking do aumento mais expressivo para a gasolina, de 2,05% ante julho, fechando a quinzena à média de R$ 6,48. Ainda assim, a gasolina mais cara foi registrada nas bombas de abastecimento da Região Norte, a R$ 6,75. Já o Sudeste comercializou o litro pela média mais baixa entre as regiões (R$ 6,15).
A Região Norte não apenas comercializou a gasolina pela média mais alta como também o etanol, encontrado a R$ 4,95. O aumento mais expressivo para o biocombustível, de 3,34%, também foi identificado nos postos do Norte. Já a média mais baixa foi encontrada no Centro-Oeste, a R$ 4,10.
Nenhum estado e nem o Distrito Federal registrou redução no preço da gasolina, e o maior aumento, de 4,37% em relação a julho, foi identificado no Amazonas, onde o litro fechou os primeiros dias do mês a R$ 6,93. O Acre apresentou a média mais alta, de R$ 7,19, e São Paulo a mais baixa, de R$ 6,05.
Já o maior aumento médio no valor do etanol, de 7,21%, foi identificado nos postos do Amapá, que venderam o litro a R$ 5,35. O Rio Grande do Norte fechou o período com o etanol mais caro de todo o território nacional (R$ 5,39). São Paulo e Mato Grosso dividiram o posto de menor média para o combustível, encontrado a R$ 4,04 em ambos.
“Se comparado à gasolina, o etanol continua ganhando em competitividade, com mais estados tendo-o como economicamente mais vantajoso para abastecimento. Além disso, ao abastecer com etanol o motorista contribui para uma mobilidade de baixo carbono, já que o combustível derivado da cana-de-açúcar emite menos poluentes na atmosfera”, reitera Pina.
O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.
Sobre a Edenred Mobilidade
A Edenred é líder em soluções de mobilidade na América Latina, representada no Brasil pelas marcas Edenred Ticket Log e Edenred Repom. Possui mais de 30 anos de experiência no País e conecta pessoas e negócios a uma mobilidade mais eficiente e sustentável. Conta com mais de 33 mil empresas clientes e uma frota gerenciada de 1 milhão de veículos, que abastecem quase 2,5 bilhões de litros de combustível por ano. Apenas em gestão de frete e vale-pedágio, possui mais de 3 mil empresas clientes, 1 milhão de caminhoneiros atendidos que correspondem a 8 milhões de transações anuais, em uma rede de 1.700 postos credenciados e 100% das praças de pedágio em todo o Brasil.
Juntas, desenvolvem e disponibilizam para o mercado o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), com uma análise nacional sobre a variação do preço dos combustíveis, e o Índice de Frete Edenred Repom (IFR), um estudo sobre o preço médio do frete e sua composição.
No mundo, a Edenred é a plataforma digital líder para serviços e meios de pagamento, que atua como a companhia diária para pessoas no trabalho, conectando mais de 60 milhões de usuários e mais de 2 milhões de comerciantes parceiros, em 45 países, por meio de aproximadamente 1 milhão de empresas-clientes.
Saiba mais:
Site Edenred Ticket Log: https://www.ticketlog.com.br/.
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Priscila Brandao
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Algodão recua após semanas de alta

Foto: Canva
De acordo com análise semanal divulgada nesta segunda-feira (25) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, as cotações do algodão na bolsa de Nova York interromperam a sequência de altas observada nas últimas semanas e passaram a registrar recuo. Segundo o instituto, fatores como o conflito entre os Estados Unidos e o Irã, que influenciou os preços do petróleo, além das condições climáticas desfavoráveis durante a semeadura da safra 2026/27 nos Estados Unidos, sustentaram a valorização recente da pluma no mercado internacional.
O relatório aponta que o contrato para julho de 2026 chegou a atingir ¢US$ 87,77 por libra-peso no início de maio, acumulando valorização de 33,09% em relação ao começo de março. No entanto, nos últimos dias, o cenário mudou e o contrato encerrou a semana cotado a ¢US$ 77,42 por libra-peso. Conforme o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, a retração está relacionada à melhora das condições climáticas nos Estados Unidos e à queda nos preços do petróleo, movimento que tende a aumentar a competitividade das fibras sintéticas frente ao algodão.
A análise também destaca que houve correções técnicas nos contratos futuros após sucessivas sessões de valorização. Além disso, o início da colheita no Brasil passou a ser acompanhado de perto pelos agentes do mercado, já que o aumento da oferta de pluma disponível tende a ampliar a pressão sobre as cotações nas próximas semanas.
Agrolink – Seane Lennon
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Argentina e Uruguai consomem as cotas de arroz e ovos para UE

Foto: Embrapa
O acordo entre o Mercosul e a União Europeia já começa a provocar uma disputa interna entre os países do bloco sul-americano pela divisão das cotas de exportação sem tarifas para o mercado europeu.
Argentina e Uruguai anunciaram na semana passada que garantiram fatias relevantes das cotas para produtos como mel, ovos e arroz, em um movimento que expôs a falta de clareza sobre como será feita a distribuição entre os membros do bloco.
Seguro rural despenca e coloca atividade em risco
Aproveitando o critério transitório First-In, First-Out (Fifo), segundo o qual preenche o teto quem registrar as exportações primeiro, a Argentina e o Uruguai esgotaram integralmente as cotas isentas de tarifas para produtos como arroz e ovos nesse primeiro mês de vigência do tratado, iniciado em 1º de maio.
O tema ganhou repercussão após o ministro da Desregulação e Transformação do Estado da Argentina, Federico Sturzenegger, afirmar que o país ficou com praticamente toda a cota de mel e com 100% da cota de exportação de ovos sem tarifa para a União Europeia.
Segundo o ministro, o desempenho argentino foi resultado da criação de um sistema digital para emissão rápida de certificados de origem validados pelo Estado, documento necessário para acessar os benefícios previstos no acordo comercial entre Mercosul e UE.
Com CNN
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Queda de qualidade de cebola limita escoamento na Ceagesp

CEAGESP
As cebolas catarinenses vêm apresentando cada vez mais problemas de bulbos com mofo preto, o que, na semana passada, limitou o escoamento e deixou os boxes abastecidos com a mercadoria, na Ceagesp. Segundo a equipe de Hortifrúti do Cepea, a cebola importada também já ganha mais espaço no mercado, competindo diretamente com o volume remanescente do produto nacional.
Agentes consultados pelo Hortifrúti/Cepea apontam que, em termos de qualidade, a cebola estrangeira tem se mostrado bastante atrativa até o momento. No entanto, este cenário deve se inverter com o decorrer das próximas semanas, visto os alagamentos de áreas produtivas argentinas.
Ainda assim, de acordo com o Cepea, o shelf life da nacional, especialmente proveniente de Ituporanga (SC), vem se reduzindo gradativamente, o que limita negociações em patamares mais elevados de preço. Assim, os boxes seguem abastecidos e as cotações oscilam conforme a qualidade do lote.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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