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Pecuária

Pós-graduação em pecuária leiteira foca em gestão técnica

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Com mais de 2 mil alunos treinados e uma avaliação média superior a 9, o curso é recomendado por mais de 96% dos participantes – Foto: Pixabay

 

 

A pós-graduação em Pecuária Leiteira do Rehagro, em parceria com a Escola de Agronegócio da Atitus Educação, terá início em outubro no formato semipresencial. Com duração de 16 meses, o curso foca na gestão técnica e econômica das propriedades, pilares essenciais para o resultado financeiro da atividade. O conteúdo, 100% aplicável e prático, é ministrado por professores experientes que atuam em projetos em todo o Brasil. O Rehagro, empresa mineira, atende cerca de 450 fazendas em diversas regiões do país.

A especialização semipresencial da Atitus em Passo Fundo, RS, combina aulas online ao vivo com oito encontros presenciais, permitindo aos alunos conciliar estudos com suas atividades profissionais. O curso aborda temas como nutrição de rebanhos, produção de forragens, medicina de produção, saúde animal, gestão estratégica no agronegócio e desenvolvimento de projetos para fazendas reais. Os alunos aplicam esses conhecimentos em suas propriedades ou projetos simulados, enfatizando aprendizado prático. Os encontros presenciais facilitam networking, troca de experiências e aprofundamento dos temas com apoio de professores experientes no mercado, proporcionando uma formação robusta alinhada às melhores práticas de gestão e produção agropecuária.

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Com mais de 2 mil alunos treinados e uma avaliação média superior a 9, o curso é recomendado por mais de 96% dos participantes devido ao seu impacto positivo na produtividade e nos resultados financeiros das propriedades. Agora presente no campus da Escola do Agronegócio em Passo Fundo, RS, o Rehagro estabeleceu um novo hub para eventos e educação. A proposta da empresa é conectar produtores da região Sul, consultores, cooperativas e empresas. O Rehagro, empresa mineira de destaque nacional, oferece cursos de capacitação, graduação e pós-graduação em pecuária de leite e corte, agricultura, cafeicultura e gestão.

AGROLINK – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Pecuária

Desafios das Bicheiras em Bovinos: Impactos na Saúde e na Economia das Fazendas

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Divulgação

As bicheiras, conhecidas também como miíases cutâneas, representam uma séria ameaça à saúde dos bovinos e à rentabilidade das fazendas pecuárias no Brasil. Estima-se que os prejuízos causados pela doença cheguem a R$ 500 milhões por ano, conforme dados da Embrapa. “Essas infestações comprometem significativamente o bem-estar dos animais e resultam em custos elevados com tratamentos e perdas na produtividade”, alerta Thales Vechiato, gerente de produtos para grandes animais da Pearson Saúde Animal.

A Cochliomyia hominivorax, mosca responsável pelas bicheiras, afeta os bovinos, causando lesões na pele, secreções purulentas, febre e perda de apetite. Em casos graves, pode levar a complicações sérias como septicemia, colocando em risco a vida dos animais. Segundo o Ministério da Agricultura, cerca de 30% das perdas econômicas diretas na pecuária brasileira são atribuídas a problemas sanitários, incluindo as miíases.

Para combater eficazmente as bicheiras, produtos como o Bertac, da Pearson Saúde Animal, desempenham um papel crucial. “Bertac atua como larvicida e antisséptico, sendo eficaz no tratamento tanto de miíases superficiais quanto profundas em bovinos e equinos. Ele elimina as larvas causadoras das infestações e previne novos casos, proporcionando proteção contínua aos animais contra futuros problemas de saúde”, explica Vechiato.

“A utilização de soluções eficazes não apenas acelera o tratamento e reduz os custos associados ao manejo das bicheiras, mas também assegura a saúde e o bem-estar dos animais. Proteger os bovinos contra as bicheiras não só preserva sua qualidade, mas também contribui para a valorização dos animais”, conclui o médico-veterinário.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Pecuária

Participação de fêmeas no abate fica abaixo de 50% pela primeira vez no ano

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

 

Mato Grosso enviou para o abate em junho 600,74 mil bovinos. Deste volume, 49,72% dos animais eram fêmeas. A menor participação registrada em 2024.

O volume total de bovinos enviados ao gancho em junho, segundo dados do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), compilados pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), é 4,26% inferior ao registrado em maio.

O levantamento mostra que em relação aos abates de fêmeas, a quantidade enviada ao gancho no sexto mês do ano é, inclusive, 1,78 ponto percentual inferior do registrado em junho de 2023.

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“Assim, a variação anual dos abates de fêmeas no estado no último mês também reduziu, ficando em +11,57% (ante junho de 2023). Ao passo que no mesmo período de 2023 o indicador girava em torno dos 36%. Isso significa dizer que, apesar de a participação de fêmea em 2024 estar acima da média histórica, a intensidade nos abates tem reduzido. Essa retração na participação de fêmeas e na variação anual reforça a transição do ciclo pecuário neste ano”, pontua o Imea.

O Imea salienta ainda que a expectativa no curto prazo é que a intensidade da oferta de animais nas indústrias de Mato Grosso reduza.

Viviane Petroli

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Pecuária

ABHB e Embrapa Pecuária Sul inovam na Prova de Eficiência Alimentar

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Objetivo do projeto é identificar animais mais eficientes na utilização do alimento – Foto: Ricardo Móglia Pedra/Divulgação

 

A Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB) e a Embrapa Pecuária Sul anunciaram o novo formato da Prova de Eficiência Alimentar (PEA), que representa um avanço significativo na estrutura já existente. Esta evolução marca uma nova e promissora fase da parceria entre as entidades.

O objetivo do projeto continua o mesmo, identificar animais mais eficientes na utilização do alimento. As melhorias visam contribuir para o aumento da produtividade na propriedade. “Os custos de alimentação representam até 70% dos custos totais de um sistema de produção. Nesse sentido, é fundamental identificar os animais que vão transmitir para a sua progênie uma maior eficiência no uso desses alimentos para convertê-los em carne de alta qualidade. Identificando e multiplicando esses animais nós vamos tornar os sistemas viáveis economicamente, mas também mais sustentáveis, porque eles vão aproveitar melhor os recursos e vão emitir menos gases de efeito estufa por quilo de carne produzido”, destacou o chefe geral da Embrapa Pecuária Sul, Fernando Flores Cardoso.

Dentre as modificações, ficou definido que a próxima edição será no início do ano de 2025. É importante destacar que as vagas serão limitadas, para no máximo 30 animais de cada raça, Hereford e Braford, e já estão disponíveis para reserva. Ao longo do processo será feita a divulgação das propriedades confirmadas, indicando quantas vagas ainda estão disponíveis.

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A partir de agora, a prova também contará com um banco de dados que inclui informações genéticas coletadas ao longo dos anos pela ABHB. Com esses dados de desempenho dos animais disponíveis, será possível alimentar o banco de dados para permitir que, no futuro, os pesquisadores da Embrapa possam desenvolver uma DEP para característica de eficiência alimentar a partir de uma população de referência.

“Convido a todos os produtores a participarem desta excelente oportunidade que a Embrapa nos proporciona, uma maneira de testar a nossa genética para buscar linhagens de animais mais eficientes na parte alimentar”, comentou o presidente da ABHB, Eduardo Soares.

Texto: Lauren Brasil/ABHB

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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