Agronegócio
Milho em Mato Grosso sobe 2%; mercado futuro em alta

foto: arquivo/assessoria
O preço do milho no Estado fechou, semana passada, na média de R$ 45,29/saca, o que representa incremento de 2,13% frente à última semana, informou, há pouco, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA).
A cotação do milho na B3 apresentou aumento de 1,89% ante a última semana, e fechou na média de R$ 66,90/saca, pautado pela demanda interna firme.
A diferença entre os preços de milho disponível em Mato Grosso e o preço na CME-Group se encurtou em 5,11% em relação à última semana, devido à alta no preço em Mato Grosso.
Só Noticias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Cotações Agropecuárias: Junho se inicia com expectativa de ajustes nos preços da uva

Imagem: Magnific
Após um mês de maio marcado por oferta restrita e desafios no escoamento relacionados à qualidade das uvas, junho se iniciou com sinais de melhora na procura pelas sem sementes no Vale do São Francisco (PE/BA).
Segundo a equipe de Hortifrúti do Cepea, na semana passada, houve melhora no ritmo das vendas, favorecidas pelo início do mês – dada a proximidade da semana de remunerações salariais –, que tende a garantir pedidos mais volumosos para abastecer o varejo.
Segundo o Centro de Pesquisas, com a maior disponibilidade de uvas armazenadas em câmaras frias, foram realizados pequenos ajustes negativos nos preços das frutas negociadas no período, a fim de favorecer a comercialização.
Nesse cenário, de acordo com o Hortifrúti do Cepea, apesar do escoamento ter avançado, a lenta recuperação da oferta nas lavouras deve limitar o volume disponível nesta quinzena; o que, por sua vez, tende a sustentar os preços em bons patamares.
Com clima adequado, a semeadura de trigo avança rapidamente em território nacional. De acordo com pesquisadores do Cepea, as boas condições de umidade do solo contribuem para a germinação uniforme das sementes.
Conforme dados divulgados pela Conab, em 1º de junho, a semeadura alcançava 41,1% da área destinada à cultura no País e já havia sido finalizada em São Paulo e em Mato Grosso do Sul.
No Paraná, segundo dados da Seab/Deral, até 1º de junho, 67% da área destinada ao trigo já havia sido semeada, com os trabalhos concluídos em diversas regiões.
No Rio Grande do Sul, conforme a Emater/RS, a semeadura avança gradualmente, a depender das condições de umidade do solo. De acordo com a Conab, até 29 de maio, o plantio havia atingido 9% da área prevista para cultivo no estado.
Com Cepea
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Exportações brasileiras de algodão atingem recorde histórico em maio com 291 mil toneladas embarcadas e mais de US$ 449 milhões em receita

Foto: Agronegocio algodao
O algodão brasileiro voltou a bater recordes no mercado internacional. Em maio de 2026, o Brasil exportou 291,2 mil toneladas da fibra, gerando uma receita de US$ 449,6 milhões, o maior volume já registrado para o mês em toda a série histórica.
O resultado reforça a posição do país como uma das maiores potências globais do setor e consolida uma temporada marcada por crescimento, competitividade e forte demanda internacional pelo algodão produzido no Brasil.
Os números divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) mostram que o desempenho de maio superou todos os registros anteriores para o período.
Com o resultado, o acumulado da temporada entre julho de 2025 e maio de 2026 alcançou 3,129 milhões de toneladas exportadas, outro marco inédito para o setor.
Mesmo com uma redução em relação aos embarques de abril, o desempenho continua sendo considerado extremamente positivo.
O Brasil já ultrapassou a marca histórica de 3 milhões de toneladas exportadas na temporada.
O resultado demonstra a força da cadeia produtiva nacional e a crescente presença do algodão brasileiro no mercado global.
Crescimento supera os números de 2025
Quando comparado ao mesmo período do ano passado, o avanço é expressivo.
As exportações registraram crescimento de 51,5% em volume e de 45,3% em receita em relação a maio de 2025.
Esse desempenho ocorre mesmo em um cenário internacional marcado por desafios logísticos, oscilações econômicas e tensões geopolíticas.
Além disso, o algodão representou 1,41% de todas as exportações brasileiras realizadas em maio.
O crescimento anual ultrapassou 50% em volume exportado.
Poucos produtos do agronegócio brasileiro apresentaram desempenho semelhante no período.
Algodão se destaca entre os produtos agropecuários
Dentro do agronegócio, o algodão continua ampliando sua relevância.
Segundo os dados do comércio exterior, a fibra ocupou a terceira posição entre os produtos agropecuários exportados, com participação de 5,52% no segmento.
No ranking geral das exportações brasileiras, o produto alcançou a 15ª colocação.
O desempenho confirma o fortalecimento de uma cadeia produtiva que vem investindo em tecnologia, produtividade e qualidade.
O algodão já figura entre os principais produtos do agronegócio exportados pelo Brasil.
A tendência é que essa participação continue crescendo nos próximos anos.
Bangladesh assume liderança entre os compradores
Os destinos das exportações também passaram por mudanças importantes.
Em maio, Bangladesh assumiu a liderança entre os compradores da fibra brasileira, respondendo por 21,1% dos embarques.
Logo atrás aparecem:
Paquistão: 19%
Turquia: 14,2%
Vietnã: 13,4%
China: 9,6%
Indonésia: 8,5%
Índia: 6,3%
Juntos, Bangladesh e Paquistão concentraram aproximadamente 40% das exportações brasileiras de algodão no mês.
Bangladesh tornou-se o principal destino do algodão brasileiro em maio.
O país asiático tem ampliado suas compras para atender uma das maiores indústrias têxteis do mundo.
China perde espaço no mercado brasileiro
A participação da China apresentou redução significativa em maio.
Após responder por cerca de um terço das exportações durante parte da temporada, o país passou a representar 9,6% dos embarques no último mês analisado.
A mudança reflete ajustes na demanda internacional e uma maior diversificação dos mercados compradores do algodão brasileiro.
Esse movimento é considerado saudável por especialistas, pois reduz a dependência de um único destino.
A diversificação dos compradores fortalece a segurança comercial do setor.
Quanto mais mercados atendidos, menor tende a ser o impacto de oscilações pontuais.
Índia reduz importações após mudança tributária
Outro destaque foi a queda na participação da Índia.
O país reduziu suas compras de 11% em abril para 6,3% em maio, após o encerramento de benefícios fiscais concedidos às importações de algodão.
Durante o período de isenção tributária, os indianos ampliaram significativamente a aquisição da fibra brasileira.
Com o fim do incentivo, os volumes começaram a retornar aos níveis considerados normais pelo mercado.
Mudanças tributárias internacionais influenciam diretamente o fluxo das exportações.
Por isso, o setor acompanha constantemente as decisões econômicas dos principais compradores mundiais.
Estratégia brasileira fortalece exportações durante todo o ano
Segundo representantes da Anea, o principal diferencial do Brasil atualmente é sua capacidade de fornecer algodão ao mercado internacional durante os 12 meses do ano.
Essa regularidade aumenta a confiança dos compradores e fortalece a competitividade brasileira frente a outros grandes exportadores globais.
Além disso, os investimentos em logística, qualidade da fibra e rastreabilidade contribuem para ampliar a presença nacional nos mercados mais exigentes.
O Brasil se consolidou como fornecedor global de algodão durante todo o ano.
Essa característica vem sendo apontada como uma das maiores vantagens competitivas do setor.
O recorde das exportações de algodão tem impacto direto em Mato Grosso, principal produtor da fibra no Brasil. O estado responde por uma parcela significativa da produção nacional e se beneficia diretamente da valorização das exportações, da ampliação dos mercados compradores e do fortalecimento da cadeia do agronegócio.
Com maior demanda internacional, produtores mato-grossenses tendem a encontrar um ambiente mais favorável para investimentos, expansão da produção e geração de empregos no campo.
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Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Junho se inicia com melhora na demanda e expectativa de ajustes nos preços da uva

Foto: Rafael Mingoti
Após um mês de maio marcado por oferta restrita e desafios no escoamento relacionados à qualidade das uvas, junho se iniciou com sinais de melhora na procura pelas sem sementes no Vale do São Francisco (PE/BA).
Segundo a equipe de Hortifrúti do Cepea, na semana passada, houve melhora no ritmo das vendas, favorecidas pelo início do mês – dada a proximidade da semana de remunerações salariais –, que tende a garantir pedidos mais volumosos para abastecer o varejo.
Segundo o Centro de Pesquisas, com a maior disponibilidade de uvas armazenadas em câmaras frias, foram realizados pequenos ajustes negativos nos preços das frutas negociadas no período, a fim de favorecer a comercialização.
Nesse cenário, de acordo com o Hortifrúti do Cepea, apesar do escoamento ter avançado, a lenta recuperação da oferta nas lavouras deve limitar o volume disponível nesta quinzena; o que, por sua vez, tende a sustentar os preços em bons patamares.
com Cepea
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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