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Agronegócio

Brasil conquista mercado para exportação de ovinos vivos à Argélia

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O Brasil conquistou a abertura de mercado para exportação de ovinos vivos à Argélia, após a conclusão de negociação sanitária entre os dois governos.

Com população de aproximadamente 46 milhões de habitantes, a Argélia tem se firmado como parceiro estratégico do agronegócio brasileiro. Em 2021, o país importou US$ 1,3 bilhão em produtos agropecuários do Brasil. Três anos depois, em 2024, esse valor superou US$ 2,2 bilhões, com destaque para açúcar, soja, cereais, farinhas e derivados.

A abertura representa novas oportunidades para produtores do Norte e Nordeste, regiões onde a ovinocultura desempenha papel central na geração de empregos e no desenvolvimento regional.

Com esse anúncio, o Brasil chega a 401 aberturas de mercado desde o início de 2023, sendo 101 somente em 2025. O resultado é fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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Nicolle Ribeiro/VGNAgro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Indonésia amplia interesse pela carne de MT e reforça potencial bilionário do mercado halal

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Com 287 milhões de habitantes, a Indonésia é o quarto país mais populoso do planeta e o país com a maior população muçulmana do mundo, o que a torna um mercado estratégico para a carne bovina de Mato Grosso. Nesta quinta-feira (28), o embaixador da Indonésia no Brasil, Andhika Chrisnayudhanto, participou de um jantar promovido pelo Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), em Cuiabá, com o objetivo de estreitar relações comerciais e apresentar o potencial da proteína bovina produzida no estado.

A aproximação ocorre em um momento em que Mato Grosso busca ampliar sua presença em mercados internacionais e diversificar seus destinos de exportação. Atualmente, o estado lidera as exportações brasileiras de carne bovina e possui uma estrutura consolidada para atender mercados que exigem certificação halal, sistema de produção voltado ao consumo da população muçulmana.

“Ainda não exploramos todo o potencial do mercado indonésio para a carne de Mato Grosso. Essa é uma oportunidade de abrir mais espaço junto a esses consumidores, especialmente para a carne halal. Atualmente temos 12 unidades frigoríficas autorizadas a vender para a Indonésia e 29 com abate halal, aptas, portanto, exportar nossa proteína para a Indonésia”, explica a diretora-executiva do Imac, Paula Sodré Queiroz.

De janeiro a abril deste ano, Mato Grosso exportou 1,1 mil toneladas de carne bovina para a Indonésia, gerando uma receita de US$ 4,6 milhões. Em 2025, foram comercializadas 4,5 mil toneladas da proteína para o país asiático, movimentando US$ 16,1 milhões.

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“A Indonésia tem como objetivo se tornar um país desenvolvido e, por conta disso, uma das preocupações é relacionada à segurança alimentar. Esperamos que o Brasil possa ser um parceiro estratégico nesse contexto”, avaliou o embaixador da Indonésia no Brasil.

Durante o jantar, Chrisnayudhanto também teve a oportunidade de provar a carne produzida em Mato Grosso e destacou a qualidade do produto. “A carne brasileira é muito gostosa, me impressionei bastante. Tive a oportunidade, nesse jantar, de comer a carne brasileira e é bastante deliciosa, tem um sabor especial.”

O presidente do Instituto Ásia-Pacífico (IAP), Alberto Carbonar, também participou do encontro e ressaltou a importância do fortalecimento das relações entre os dois países. “A função do Instituto é promover as relações do Brasil com o Sudeste Asiático. A Indonésia é um parceiro estratégico e trazer o embaixador para Mato Grosso é muito importante para as relações comerciais do nosso país.”

Vice-presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Agenor Andrade enfatizou a importância comercial da Indonésia para a pecuária estadual e afirmou que Mato Grosso possui capacidade para atender o aumento da demanda do país asiático.

“É extremamente importante Mato Grosso receber essa delegação da Indonésia para expor o potencial do nosso estado e explicar como conseguimos produzir com apenas 40% do território voltado para a produção. Eles tiveram a oportunidade de conhecer o nosso modo de produção e entender que conseguimos atender às suas demandas”, pontuou Andrade. (com Assessoria/GT Comunicação)

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Feijão perde fôlego no fim de maio após forte alta; preços seguem em patamares recordes

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Foto: Ibrafe

 

Depois de acumular expressivas altas ao longo de maio, o mercado brasileiro de feijão encerrou o mês com sinais de desaceleração nas negociações. Segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a última semana de maio foi marcada por uma redução da demanda compradora, movimento que trouxe maior cautela aos negócios e pressionou parte das cotações.

De acordo com os pesquisadores, a entrada de novos lotes comerciais oriundos do Paraná contribuiu para aumentar a oferta disponível no mercado, impactando principalmente os preços do feijão carioca. Já o feijão preto apresentou comportamento diferente, encontrando sustentação e mantendo a trajetória de valorização observada nas últimas semanas.

O Cepea destaca que esse recuo na demanda ocorre após um período de forte escalada nos preços, impulsionado pela menor disponibilidade do produto e pela disputa entre compradores. Como resultado, as cotações do feijão carioca atingiram recordes nas médias mensais, enquanto o feijão preto intensificou seu movimento de alta.

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Os números reforçam a dimensão da valorização registrada em maio. Conforme a série histórica do Cepea em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), iniciada em setembro de 2024, tanto o feijão carioca quanto o feijão preto apresentaram as maiores variações mensais já registradas pelo indicador.

Apesar do enfraquecimento das compras na reta final do mês, os preços seguem em níveis historicamente elevados, refletindo um mercado ainda atento ao equilíbrio entre oferta e demanda nas principais regiões produtoras do país. Especialistas avaliam que o comportamento da comercialização nas próximas semanas será decisivo para indicar se o setor caminha para uma acomodação dos preços ou se novas altas poderão ocorrer diante de eventuais restrições na oferta.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Alta do óleo de soja impulsiona mercado internacional, mas demanda fraca limita reação dos preços no Brasil

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Foto: Freepik

 

A forte valorização do óleo de soja no mercado internacional continua dando sustentação aos preços da oleaginosa e modificando a composição da rentabilidade das indústrias de processamento nos Estados Unidos. De acordo com análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o principal fator por trás desse movimento é o aquecimento da demanda do setor de biodiesel, que elevou significativamente as cotações do derivado ao longo de maio.

Com o avanço dos preços, o óleo de soja passou a representar uma parcela maior das margens obtidas pela indústria norte-americana, fortalecendo a atratividade econômica do processamento da oleaginosa. O cenário também foi favorecido pelas expectativas de continuidade da demanda por combustíveis renováveis, especialmente nos Estados Unidos.

No Brasil, entretanto, os reflexos desse movimento externo ainda são limitados. Segundo os pesquisadores do Cepea, a valorização observada no mercado internacional não tem sido totalmente repassada aos preços domésticos devido à pressão exercida pelos prêmios de exportação e pela demanda interna enfraquecida.

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Outro derivado que apresentou valorização no exterior foi o farelo de soja. As cotações internacionais foram impulsionadas pela expectativa de aumento da procura pelo produto norte-americano no mercado global, fortalecendo os preços ao longo da semana.

No mercado brasileiro, porém, o comportamento foi diferente. Os preços do farelo recuaram diante da retração da demanda doméstica. De acordo com o Cepea, boa parte dos consumidores segue abastecida, realizando apenas compras pontuais para reposição de estoques, o que reduz o ritmo das negociações e limita movimentos de alta.

O cenário reforça o contraste entre os mercados externo e interno. Enquanto os derivados da soja ganham força no comércio internacional, especialmente com o avanço do biodiesel e da demanda global por farelo, o mercado brasileiro ainda enfrenta desafios relacionados ao consumo doméstico e à competitividade das exportações

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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