Agronegócio
Menor demanda de tilápia pressiona cotações em junho

A tilápia se manteve na liderança da espécie mais exportada (Foto: Jefferson Christofoletti)
Levantamento do Cepea mostra que os preços da tilápia caíram em junho em todas as regiões acompanhadas, como já era esperado pelo setor. Segundo o Centro de Pesquisas, a retração esteve atrelada à menor demanda no mercado interno, comportamento típico durante o inverno, quando o consumo de pescado tende a diminuir.
Agentes consultados pelo Cepea relatam que indústrias reduziram o ritmo de abate e de compra de tilápia, reflexo direto da queda na procura por parte de redes varejistas, centrais de abastecimento (Ceasas) e estabelecimentos de food service, como bares e restaurantes.
Quanto às exportações brasileiras de tilápia, o volume embarcado em junho caiu pelo terceiro mês seguido. Foram 1.288 toneladas, baixas de 9,3% em relação a maio e de 9,7% frente a junho/24, conforme dados da Secex analisados pelo Cepea.
Já no acumulado do semestre deste ano, as 8.752 toneladas exportadas superam em expressivos 40,2% a quantidade enviada em igual intervalo de 2024.
Fonte: Assessoria
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Suíno vivo surpreende e registra alta no fim de agosto com demanda aquecida no mercado interno e externo

Divulgação
Contrariando o movimento típico de retração no final do mês, os preços do suíno vivo registram alta nesta semana em grande parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. A valorização é atribuída à forte demanda por novos lotes e à oferta restrita de animais em peso ideal para abate.
No mercado da carne, o cenário também é positivo. Pesquisadores do Cepea destacam que os negócios estão aquecidos, com preços em alta e maior procura pela proteína suinícola no atacado. Esse ritmo de consumo tem contribuído para sustentar a valorização em toda a cadeia.
Do lado externo, dados parciais da Secex apontam que as exportações de carne suína em agosto estão mais intensas em relação a julho, reforçando a firmeza da demanda e ampliando o escoamento da produção brasileira.
O comportamento atual contrasta com a tendência histórica de queda nos preços no encerramento do mês, mostrando que o setor de suínos atravessa um momento de maior competitividade, impulsionado pela boa absorção tanto no mercado interno quanto no externo.
Fonte: CenarioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Exportações de carne bovina podem bater recorde em agosto e superar US$ 1 bilhão em receita

Carne para exportação
O Brasil caminha para registrar um novo recorde mensal de exportações de carne bovina in natura em agosto de 2025. Até a quarta semana do mês (16 dias úteis), os embarques somaram 212,92 mil toneladas, com média diária de 13,30 mil toneladas, volume 34,66% superior ao observado no mesmo período de 2024.
Considerando a média de envios para os 21 dias úteis do mês, a projeção é que os embarques ultrapassem 250 mil toneladas, superando o resultado de agosto do ano passado e consolidando um dos maiores volumes já registrados na série histórica.
Além da quantidade, o preço médio também tem impulsionado a performance. Até a quarta semana, a tonelada exportada foi negociada, em média, a US$ 5.602,00, valorização de 26,30% frente ao mesmo período de 2024. Esse movimento tem favorecido a receita das vendas externas, que pode encerrar o mês acima de US$ 1 bilhão.
O desempenho reflete o bom ritmo da demanda internacional, que segue aquecida mesmo em meio à concorrência com outros fornecedores globais. Analistas destacam que a valorização da proteína brasileira está associada tanto à qualidade quanto à regularidade dos embarques, fatores que reforçam a competitividade do País no mercado mundial.
Com o resultado de agosto, o Brasil reforça sua posição de liderança nas exportações globais de carne bovina, ampliando a relevância da proteína na pauta do agronegócio e na geração de divisas para o país.
Fonte: CenarioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Boi gordo mantém preços firmes no fim de agosto com oferta restrita e exportações em ritmo recorde

Foto: Luiz Pfeifer
A baixa oferta de animais prontos para abate tem sustentado os preços do boi gordo neste encerramento de agosto, segundo levantamento do Cepea. Frigoríficos de grande porte seguem priorizando animais destinados à exportação e, com isso, mantêm firmes as cotações pagas por novos lotes, concedendo até alguns reajustes, tanto para boi quanto para novilha.
Desde julho, o Brasil vem registrando exportações recordes de carne bovina, fator que reforça a firmeza no mercado interno. A boa demanda externa garante ritmo acelerado nos embarques e fortalece a competitividade da proteína brasileira.
Pecuaristas consultados pelo Cepea, no entanto, seguem cautelosos. Muitos negociam de forma gradual, na expectativa de valores ainda mais elevados nas próximas semanas.
No estado de São Paulo, referência nacional para o setor, o boi gordo tem sido comercializado na casa dos R$ 310 por arroba, patamar que reflete a combinação entre oferta enxuta e forte desempenho das exportações.
Fonte: CenarioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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