Mato Grosso
SES já investiu R$ 18 milhões em reforma do Hospital Regional de Colíder

O andamento da obra não interfere no atendimento aos usuários, que continuam sendo atendidos – Crédito – Christiano Antonucci | Secom-MT
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) já investiu mais de R$ 18 milhões para reformar e modernizar o Hospital Regional de Colíder, no norte de Mato Grosso. A obra da unidade está com 52% de execução e aumentou a estrutura permanente em 1.104 metros quadrados.
Desde 2019, a SES já concluiu a reforma completa do Pronto Atendimento, farmácia, cozinha, a troca de toda a estrutura da cobertura, a ampliação da área de apoio do auditório, com banheiros, copa e Depósito de Material de Limpeza (DML), e a implantação de dois novos reservatórios de 100 mil litros de água.
Além disso, foi feito um bloco Covid-19 durante a pandemia, com o investimento de mais R$ 10 milhões para a ampliação da internação e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
“Esse investimento vai melhorar o atendimento prestado à população e aumentar a produtividade da unidade. É um exemplo da eficiência da gestão, que está atenta às tendências de tecnologias em saúde, com o compromisso de modernizar a estrutura e o parque tecnológico dos hospitais estaduais”, destacou o secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.
Para a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação, Mayara Galvão, com um ambiente amplo, moderno e equipamentos de ponta, o hospital beneficia os pacientes tratados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e também os servidores.
“As equipes se sentem valorizadas por atuar em uma estrutura adequada, com ambiente salubre, que proporciona mais qualidade de vida. Desta forma, vai ser possível atender os usuários com mais qualidade”, afirmou.
Está em execução uma nova rede de esgoto, uma nova cabine de força com transformadores e geradores, a reforma completa do refeitório, adequações no pátio interno, e da Central de Material e Esterilização (CME), setor primordial para o funcionamento do hospital.
“Além das obras para a modernização, são realizados serviços de manutenção mensal, como revisão dos geradores e da rede de gases, manutenção periódica no telhado, pintura, portões, limpa fossa, reparos de elétrica, hidráulica e sanitária, e a instalação de câmeras”, acrescentou.
Segundo a diretora do Hospital Regional de Colíder, Grazielle Guimarães, os pacientes gostaram muito das melhorias que estão sendo realizadas.
“Nossa ouvidoria é cheia de elogios sobre o nosso atendimento. Ampliamos muito o número de consultas e exames do hospital e não temos demanda reprimida das cirurgias que realizamos aqui na nossa região. Isso quer dizer que a gente atendeu todo mundo que aguardava e hoje chegam para atendimento os pacientes novos, da rotina, pela emergência ou pelo ambulatório”, contou Grazielle.
O andamento da obra não interfere no atendimento aos usuários, que continuam sendo atendidos e, sempre que necessário, são realocados dentro da própria unidade.
Modernização
De acordo com o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, o Hospital Regional de Colíder adquiriu duas novas torres de vídeo no ano passado para realizar procedimentos cirúrgicos mais seguros e menos invasivos. Os equipamentos foram fruto de um investimento de R$ 1,7 milhão da SES.
“Com esses aparelhos, oferecemos uma assistência mais confortável para os pacientes, com um pós-operatório menos incômodo e uma internação mais rápida, além de proporcionar menor risco de infecções”, ressaltou.
A Secretaria também aplicou R$ 2,5 milhões para a entrega de 596 equipamentos mobiliários para o Hospital Regional de Colíder.
A modernização da unidade vai contribuir para um atendimento de excelência. O Hospital Regional de Colíder atua como referência em pronto atendimento, terapia intensiva adulto, neonatal e infantil, clínica médica, pediatria, ortopedia, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, cirurgia vascular, urologia, cardiologia e hansenologia.
O hospital atende os moradores de Colíder, Itaúba, Marcelândia, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita e Nova Santa Helena, e a população indígena do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Kayapó.
A unidade conta com 82 leitos operacionais, sendo 10 leitos de UTI adulto, 8 de UTI neonatal e 2 de UTI Pediátrica, além de 3 leitos pré parto, 3 leitos de estabilização, 3 leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA), 3 leitos de isolamento. Há também 20 clínicas médicas adulto, 5 pediátricas, 20 cirúrgicas e 10 obstétricas, 3 salas cirúrgicas e 8 consultórios.
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

Secom-MT
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Lorrana Carvalho | Sefaz-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Seminário na ALMT debate estratégias para combater avanço da violência nas escolas de Mato Grosso

Violência escolar pauta seminário na Assembleia – Foto: ALMT
O crescimento dos casos de agressividade no ambiente de ensino mobilizou especialistas e autoridades na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Na última quinta-feira (23), a suplente de deputada estadual Sheila Klener promoveu o Primeiro Seminário Mato-Grossense de Combate à Violência nas Escolas, com o objetivo de tirar do papel ações práticas de prevenção.
O encontro reforça as diretrizes da Lei 13.172, de autoria da parlamentar, que instituiu o mês de abril como o período oficial de conscientização e enfrentamento da violência escolar em todo o estado.
Números do IBGE acendem o alerta
Durante o seminário, foram apresentados dados preocupantes que mostram uma mudança no comportamento juvenil. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os casos de agressão física entre estudantes praticamente dobraram nos últimos anos.
Especialistas e representantes das forças de segurança discutiram que a solução para a violência escolar vai muito além de “muros altos”. Entre as medidas propostas durante o evento, destacam-se:
* Monitoramento Ativo: Identificação precoce de conflitos entre grupos de alunos;
*Acolhimento Emocional: Fortalecimento da saúde mental dentro das unidades de ensino;
*Rede de Apoio: Integração real entre família, professores, gestores e conselhos tutelares;
*Educação Não-Violenta: Campanhas contínuas de conscientização sobre bullying e respeito mútuo.
Para Sheila Klener, o seminário é um marco para que o estado deixe de apenas reagir a tragédias e passe a prevenir situações de risco. “O ambiente escolar precisa voltar a ser um local de paz e aprendizado seguro”, ressaltou.
União de Esforços
O debate reforçou que o combate à violência exige uma atuação multidisciplinar, envolvendo o poder público e a comunidade escolar de forma ininterrupta. A expectativa é que as conclusões do seminário sirvam de base para novos protocolos de segurança nas escolas mato-grossenses.
A reportagem do CenárioMT apoia o debate por escolas mais seguras. Você acredita que a presença de policiais ou seguranças armados nas escolas resolveria o problema da violência? Deixe seu comentário abaixo.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Mulheres no Agro: Liderança e inovação transformam a produção rural em Sorriso

Mulheres ampliam protagonismo no campo e estimulam a produção rural na região de Sorriso
A paisagem do campo em Sorriso, a capital nacional do agronegócio, está mudando. Mais do que braços no trabalho pesado, as mulheres assumiram de vez as rédeas da gestão, da tecnologia e da tomada de decisão nas propriedades rurais. Deixando para trás o papel de coadjuvantes, produtoras locais agora lideram desde assentamentos até grandes projetos de inovação sustentável.
O apoio de iniciativas como o CAT Sorriso (Clube Amigos da Terra) tem sido o combustível para essa transformação, oferecendo capacitação, suporte técnico e visibilidade para quem produz no coração de Mato Grosso.
Da Pitaya aos Orgânicos: Histórias de Sucesso
O protagonismo feminino se manifesta em diferentes frentes na região. Conheça as trajetórias de quem está mudando a cara da produção local:
“A mulher hoje cuida de tudo”
Luciana Estruzani, moradora do Assentamento Jonas Pinheiro, reflete a mudança de gerações. “Antigamente a mulher era para ficar na cozinha. Hoje não. Eu estou à frente de tudo na tomada de decisões”, afirma a produtora, que gerencia desde a colheita até as vendas e a administração da propriedade.
Já para Maricilda Ludwig, o despertar para o novo veio através do Fórum Regional de Mulheres promovido pelo CAT. O encontro foi o ponto de virada para que ela investisse em tecnologia e mudasse o foco da sua chácara para produtos orgânicos de alto valor agregado.
O Papel do CAT Sorriso e o Selo de Origem
A Associação Clube Amigos da Terra tem sido fundamental para chancelar essa qualidade. Atualmente, 18 agricultores familiares da região possuem o Selo de Identificação de Origem da Agricultura Familiar, que garante rastreabilidade e valoriza o produto no mercado.
“As mulheres sempre estiveram presentes no agro, mas hoje assumem cada vez mais papéis de liderança na gestão, na adoção de tecnologia e na sustentabilidade”, ressalta Márcia Becker Paiva, presidente do CAT Sorriso.
💡 Impacto Social
O fortalecimento da presença feminina no campo não apenas inova a produção, mas também fortalece as famílias rurais e garante o futuro da agricultura responsável em Mato Grosso.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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