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PRF apreende mais de 100 quilos de drogas durante abordagem no MT

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em

foto: assessoria

 

A Polícia Rodoviária Federal interceptou 105 quilos de skunk (supermaconha), após abordagem a um caminhão e um automóvel, ontem, na BR-070, em Primavera do Leste (243 quilômetros de Cuiabá). Segundo o registro policial, o caminhão foi parado imediatamente, mas o automóvel tentou fugir, sendo abordado logo em seguida.

Durante a fiscalização, a PRF encontrou 105 tabletes totalizando 105kg, escondidos no caminhão. Os envolvidos foram encaminhados à Polícia Civil, por suspeita de tráfico de drogas e associação ao tráfico.

Não foi informado pela PRF qual seria o destino dos veículos. As investigações continuam agora identificar os demais responsáveis pelo envio e destino final da droga.

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Redação Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil cumpre mandados em operação interestadual que apura golpes contra clientes de banco digital

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil de Goiás, cumpre, na manhã desta terça-feira (19.5), 29 ordens judiciais em uma operação interestadual deflagrada contra um esquema de golpes e fraudes digitais envolvendo clientes de um banco digital.

Na operação, são cumpridos 14 mandados de prisão preventiva, 15 mandados de busca e apreensão domiciliar e o bloqueio judicial de mais de R$ 1,9 milhão contra integrantes de um grupo criminoso voltado para a prática desses golpes. Eles são investigados pelos crimes de invasão de dispositivo informático (celular), furto mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

As investigações foram conduzidas pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, da Polícia Civil do Maranhão e da Polícia Civil do Tocantins. As ordens judiciais são cumpridas nos respectivos estados.

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Em Mato Grosso, os trabalhos são conduzidos pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), sendo cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar contra uma mulher, principal alvo da operação, apontada como líder do grupo criminoso.

Durante as buscas na residência, foram apreendidos 10 quilos de entorpecentes, tipo skunk (supermaconha), embaladas a vácuo, em posse do marido da investigada, sendo o suspeito preso em flagrante por tráfico de drogas.

Modo de atuação

Segundo as investigações, o grupo criminoso utilizava um elaborado esquema de golpe bancário, mediante a criação de um site falso do banco digital, impulsionado por anúncios pagos no Google.

Quando a vítima pesquisava pelo banco digital na internet, o link fraudulento aparecia entre os primeiros resultados patrocinados, induzindo o usuário a acreditar que estava acessando a plataforma oficial do banco.

Ao acessar a página clonada, a vítima inseria seus dados bancários e validava um QR Code, acreditando tratar-se de procedimento legítimo de verificação de login.

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Nesse momento, os criminosos capturavam as credenciais de acesso em tempo real e assumiam a conta bancária da vítima, técnica conhecida como “session hijack” (sequestro de sessão), passando a realizar transferências Pix fraudulentas para contas de terceiros utilizadas como “mulas financeiras”.

Investigação

As investigações da polícia apontaram que o grupo possuía estrutura organizada e divisão de funções, com um núcleo técnico responsável pela criação dos sites falsos e captura das credenciais; núcleo financeiro encarregado das contas de passagem e dispersão dos valores; e núcleo patrimonial voltado à lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada e utilização de familiares e terceiros.

Até o momento, foram identificadas ao menos 19 vítimas, incluindo casos registrados no Estado de Goiás, com prejuízo inicialmente apurado em aproximadamente R$ 118 mil. Entretanto, as análises financeiras revelaram movimentações suspeitas superiores a R$ 4,8 milhões, apontando fortes indícios de lavagem de capitais e ocultação patrimonial.

As investigações também identificaram dispositivos eletrônicos e conexões de internet utilizados para acessar diversas contas fraudadas, além de movimentações financeiras vinculadas a pagamentos para Google Ads, hospedagem de sites e empresas intermediadoras internacionais, evidenciando a operacionalização contínua do esquema criminoso.

Segundo o delegado titular da DRCI, Sued Dias Junior, o uso de anúncios patrocinados em mecanismos de busca tornou-se uma das principais estratégias empregadas por organizações criminosas especializadas em fraude eletrônica.

“A população deve estar atenta a esse tipo de fraude, evitando acessar instituições financeiras por links patrocinados; conferir cuidadosamente o endereço eletrônico do site; desconfiar de links enviados por SMS ou WhatsApp; utilizar autenticação em dois fatores; e jamais validar QR Codes sem absoluta certeza da origem da operação”, explicou o delegado.

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As investigações prosseguem com a análise do material apreendido e o rastreamento do fluxo financeiro da organização criminosa.

Operação Pharus

A participação na operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Força Tática atende denúncia de cárcere privado e descobre fábrica caseira de armas em Água Boa

Publicado

em

Foto: PM

Uma denúncia inicial de violência doméstica e cárcere privado mobilizou policiais militares da Força Tática do 13º Comando Regional na noite de domingo (17), em Água Boa. A ocorrência, registrada em uma região de chácaras no bairro Guarujá, resultou na prisão de um homem de 51 anos e no desmantelamento de um laboratório caseiro de manutenção e recarga de armamentos.

Ao chegarem ao endereço indicado, os policiais da 28ª Companhia Independente fizeram contato com a suposta vítima. Embora a mulher tenha negado aos militares estar sofrendo agressões ou mantida presa, a equipe realizou uma varredura preventiva na propriedade devido à gravidade do chamado.

Armas caseiras e insumos para munição na geladeira

Durante a vistoria no imóvel, os policiais desconfiaram de ferramentas e objetos industriais espalhados. Ao aprofundarem as buscas, as equipes da Força Tática localizaram duas armas de fogo de fabricação artesanal.

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Além dos dispositivos montados de forma caseira, foi apreendida uma caixa repleta de insumos utilizados para a recarga de munições, contendo pólvora, espoletas, chumbo, além de maquinário para manutenção de canos e coronhas. A quantidade de material técnico reforça a suspeita dos investigadores de que o local funcionava como um ponto estratégico de apoio logístico para o crime organizado no interior do estado.

Suspeito autuado em flagrante e ligação com facção

Diante do arsenal irregular e dos apetrechos de recarga, o morador de 51 anos recebeu voz de prisão. O flagrante foi encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil de Água Boa.

O setor de inteligência das forças de segurança agora apura se o armamento artesanal fabricado ou consertado na chácara abastecia membros de uma facção criminosa com forte atuação na Região do Araguaia, especialmente em roubos e disputas territoriais em áreas rurais.

*Materiais apreendidos pela Força Tática na propriedade:

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*Duas armas de fogo de fabricação caseira e cano longo;

*Insumos químicos e espoletas para recarga de cartuchos;

*Ferramentas manuais e tornos para usinagem e manutenção de armamentos;

*Objetos diversos utilizados na logística de modificação de calibres.

A Polícia Militar relembrou que a participação da comunidade por meio dos canais de denúncia — como o 190 ou o disque-denúncia estadual no 0800 065 3939 — continua sendo a ferramenta mais ágil para desarmar células criminosas em regiões periféricas ou de difícil acesso.

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Operação Marco Zero: Polícia Civil deflagra maior ofensiva contra abuso infantil em Mato Grosso

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em

Divulgação

 

A Polícia Civil de Mato Grosso iniciou, nas primeiras horas desta segunda-feira (18), uma mobilização de grande escala para desarticular redes e capturar investigados por crimes de estupro de vulnerável. Batizada de Operação Marco Zero, a iniciativa foi planejada estrategicamente para coincidir com a data nacional de mobilização e combate à exploração de menores no país.

Ao todo, os agentes estão nas ruas para dar cumprimento a 18 ordens de prisão preventiva. Os mandados foram expedidos pelo juízo da 14ª Vara Criminal da Capital, após receberem parecer favorável e detalhado da 27ª Promotoria Criminal, demonstrando a robustez dos indícios coletados ao longo dos últimos meses de apuração.

De acordo com os relatórios de segurança do CenárioMT, esta ação é classificada pela instituição como a maior operação focada exclusivamente no combate ao abuso infantojuvenil em número de prisões preventivas na Região Metropolitana.

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Avanço interestadual: Alvos localizados em três estados

A complexidade das investigações, conduzidas de forma minuciosa pela Delegacia Especializada de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica), revelou que a atuação dos suspeitos extrapolava as fronteiras estaduais. Por essa razão, as equipes realizam buscas simultâneas em Cuiabá, e também em localidades de Pernambuco e do Mato Grosso do Sul.

Para garantir a eficácia dos cumprimentos, a ofensiva mobiliza um forte contingente policial. O trabalho conta com o suporte das Diretorias Regionais de Cuiabá e Várzea Grande, da Diretoria de Atividades Especiais e da Coordenadoria de Enfrentamento ao Crime Organizado (Cecor), além da colaboração direta da DPCA de Recife (PE) e do GOI de Campo Grande (MS).

Provas robustas sustentam os pedidos de prisão preventiva

O titular da Deddica, delegado Ramiro Mathias Ribeiro Queiroz, explicou que o inquérito policial reuniu elementos probatórios consistentes, o que justificou a necessidade do cerceamento da liberdade dos investigados para a garantia da ordem pública e proteção das vítimas. O delegado reforçou que o combate a essa modalidade de violência é tratado como prioridade absoluta pela rede de segurança pública do Estado.

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A autoridade policial fez questão de lembrar que o sucesso de operações deste porte depende diretamente da integração entre as forças policiais e os canais de denúncia da sociedade. O fortalecimento da rede de proteção é o mecanismo mais ágil para interromper ciclos de violência silenciosa dentro das comunidades.

Canais de denúncia e prestação de serviços

A população pode colaborar ativamente com o trabalho da Polícia Civil de forma totalmente segura e anônima. O fornecimento de informações que ajudem a localizar foragidos ou identificar novos casos de vulnerabilidade pode ser feito por meio dos seguintes canais de utilidade pública:

*Disque 100: Canal nacional unificado para denúncias de violações de direitos humanos e violência infantil.

*Disque 197: Plantão direto da Polícia Civil de Mato Grosso para o recebimento de denúncias anônimas
regionais.

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*Deddica: Atendimento especializado presencial ou por canais oficiais de comunicação da comarca de Cuiabá.

O monitoramento desses casos e o desdobramento das ações judiciais continuam sendo acompanhados de perto pelas autoridades, reafirmando o compromisso com a transparência e com a integridade social das famílias mato-grossenses.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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