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Novo vídeo mostra atirador fugindo depois de matar ex-presidente da OAB; veja

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Reprodução/TV Cidade Verde

 

 

Em novas imagens divulgadas pelo Programa do Pop, da TV Cidade Verde, o executor do advogado Renato Gomes Nery aparece seguindo pela rua La Paz, situada na lateral do escritório do jurista, depois de atirar contra Nery.

Renato Gomes Nery foi baleado na manhã de sexta-feira (5), em frente ao seu escritório localizado na Avenida Fernando Corrêa, em Cuiabá.

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De acordo com a perícia feita no local, o bandido disparou cerca de sete vezes contra o advogado, que foi atingido na cabeça por um único tiro. O atirador utilizou uma pistola 9 milímetros no modo ‘rajada’ que faz diversos disparos simultâneos e pode liberar até 9 projéteis.

Encontrado agonizando por policiais militares, o advogado foi socorrido e encaminhado ao Hospital Jardim Cuiabá. Ele passou por cirurgia, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu na madrugada de sábado (6).

O delegado Bruno Abreu, da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e que chefia as investigações, acredita que o crime tenha sido ‘de mando’, ou seja, alguém contratou um pistoleiro para executar Renato Nery.

Na segunda-feira (8), a autoridade policial oficiou a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso (OAB-MT), para apurar se o jurista estava recebendo alguma ameaça ou envolvido em procedimento disciplinar.

No mesmo dia, veio à tona uma representação feita por Renato, em que denuncia um verdadeiro ‘escritório do crime’ montado para anular uma sentença desfavorável à viúva de um grande proprietário de terras na região do Araguaia.

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Os personagens do esquema seriam um posseiro, um interceptador de telefones, advogados e um magistrado do Tribunal de Justiça.

As oitivas de testemunhas começam nesta semana com o objetivo de chegar a motivação do crime, que delimitará a linha de investigação.

VEJA VÍDEO

HNT

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil cumpre mandados em investigação de esquema de corrupção em hospital de Campo Novo do Parecis

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PJC

 

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (25.5), a Operação Silêncio Comprado, para cumprimento de 20 ordens judiciais dentro de investigações que apuram um suposto esquema de corrupção ligado à gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, no município de Campo Novo do Parecis.

As ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e bloqueio de valores, medidas cautelares diversas da prisão, além de quebras de sigilo telefônico e telemático, foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias – Polo Tangará da Serra. Os mandados são cumpridos nos municípios de Campo Novo do Parecis, Arenápolis, e nas cidades de Barueri e Cotia, no estado de São Paulo, com foco na coleta de elementos probatórios, identificação da extensão dos fatos investigados e preservação do patrimônio público.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apuram suposto esquema de corrupção envolvendo a tentativa de interferência nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito n.º 01/2025, instaurada para apurar possíveis irregularidades na gestão do Hospital Municipal Euclides Horst, em Campo Novo do Parecis.

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Entenda o caso

A CPI teve origem na repercussão de questionamentos envolvendo o atendimento prestado na unidade hospitalar, especialmente após a morte de uma jovem gestante do município de Campo Novo do Parecis, que teria apresentado complicações durante procedimento de parto cesáreo, sido encaminhada para Cuiabá e, posteriormente, vindo a óbito.

A partir desse caso, familiares e membros da comunidade passaram a questionar a estrutura do hospital, a prestação dos serviços, a gestão de recursos humanos e a regularidade da execução dos contratos de gestão da unidade hospitalar.

Início da investigação

As investigações da Deccor iniciaram após o recebimento de denúncia encaminhada pelo Ministério Público, relacionada à suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, bem como a possíveis irregularidades na execução de contratos de gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.

Entre os fatos apurados estão indícios de pagamentos por serviços supostamente não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas ou ideologicamente falsas, movimentação irregular de recursos públicos e possível desvio de valores vinculados à administração da unidade hospitalar.

De acordo com os elementos reunidos até o momento, há indícios, em tese, da prática de crimes contra a Administração Pública, especialmente corrupção ativa, sem prejuízo da apuração de outros delitos que possam ser identificados no curso das diligências.

Apoios operacionais

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A operação contou com apoio operacional das equipes da Delegacia Especializada de Crimes Fazendários (Defaz), Delegacia de Arenápolis, Delegacia de Campo Novo do Parecis e da Polícia Civil do Estado de São Paulo.

Nome da operação

Silêncio Comprado faz referência à denúncia de suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, fato que deu origem à investigação.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, voltada ao combate à atuação de grupos criminosos em todo o estado. Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Uber faz proposta de 10 bilhões de euros para comprar a Delivery Hero

Publicado

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A Delivery Hero informou que recebeu uma proposta de aquisição da Uber que avalia a companhia alemã de entregas em cerca de 10 bilhões de euros, em mais um forte movimento de consolidação no setor global de delivery. Segundo a empresa, a proposta indicativa prevê o pagamento de 33 euros por ação a todos os acionistas.

Em nota, a Delivery Hero afirmou que segue “totalmente focada” na execução de sua revisão estratégica e que divulgará novas atualizações quando necessário ou apropriado. A Uber não comentou o assunto.

A investida ocorre após a Uber ampliar sua participação na empresa nas últimas semanas. A companhia americana detém diretamente 19,5% da Delivery Hero e outros 5,6% por meio de contratos financeiros.

Na semana passada, ao anunciar nova compra de ações, a Uber havia afirmado que não pretendia ultrapassar 30% dos direitos de voto nem promover mudanças relevantes na estrutura de capital da empresa.

O possível negócio reforça a tendência de consolidação do setor de entregas, após o fim do boom de demanda observado durante a pandemia. Nos últimos anos, empresas do segmento têm buscado fusões e aquisições para ganhar escala e eficiência operacional.

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Entre as operações recentes estão a compra da britânica Deliveroo pela DoorDash, por cerca de 2,9 bilhões de libras, e a aquisição da Just Eat Takeaway pela Prosus, controladora do iFood, em um acordo de 4,1 bilhões de euros.

A Delivery Hero passa por uma reestruturação estratégica desde o ano passado. Neste mês, a companhia anunciou que o cofundador e CEO, Niklas Ostberg, deixará o cargo até março de 2027, embora permaneça à frente de negociações relacionadas à revisão estratégica da empresa.

Por volta das 9h05 (de Brasília), a Delivery Hero disparava 10,18% em Frankfurt.

Uber e Adyen

A Uber renovou e ampliou a parceria com a Adyen como provedora de tecnologia responsável por apoiar as transações da plataforma de mobilidade, que atualmente opera em mais de 70 países.

Entre os novos territórios que passaram a utilizar os serviços estão Emirados Árabes Unidos, Hong Kong e países do Caribe. A parceria também avançou com a adquirência local em mercados como Japão, México, Nova Zelândia e Austrália.

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A integração de meios de pagamento regionais também foi ampliada, com a inclusão do Pix no Brasil, do Afterpay na Austrália e do WeChat Pay em escala global, permitindo que viajantes solicitem corridas por meio do miniapp da Uber dentro da plataforma chinesa.

Como parte das novas frentes, as empresas também iniciaram o lançamento de quiosques físicos da Uber operados com terminais da Adyen. A solução permite solicitar corridas sem o uso de celular, voltada principalmente a viajantes internacionais sem plano de dados local. O primeiro quiosque foi instalado no Terminal C do Aeroporto LaGuardia, em Nova York, e novos pontos devem ser implantados em aeroportos, hotéis e portos ao redor do mundo nos próximos meses.

Com informação do Estadão de Conteúdo/Dow Jones Newswires (Pedro Lima).
Imagem: Divulgação 

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Transporte

Casal registra denúncia por homofobia em conveniência de Confresa

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Crédito: Polícia Civil

Um casal homossexual denunciou ter sido alvo de ataques discriminatórios dentro da conveniência do Posto Araúna, em Confresa, no interior de Mato Grosso. O caso foi registrado como injúria e ocorreu na madrugada de sábado (23).

Conforme o boletim de ocorrência, as vítimas estavam no estabelecimento quando um homem acompanhado de duas mulheres chegou ao local. Ao perceber o casal sentado em uma mesa, o suspeito teria se aproximado, pegado o lanche de uma das vítimas e mordido o alimento.

De acordo com o registro policial, após o episódio, a vítima afirmou que não queria mais consumir o produto. Neste momento, o homem passou a debochar do casal e teria feito comentários ofensivos utilizando termos pejorativos relacionados à orientação sexual das vítimas, causando constrangimento no local.

As vítimas também relataram que a gerente da conveniência não prestou apoio durante a situação e teria adotado uma postura ríspida e preconceituosa. Ainda segundo o boletim, uma das vítimas conseguiu identificar o nome do suspeito, informação que foi repassada às autoridades responsáveis pelo caso.

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A ocorrência foi encaminhada para apuração da Polícia Civil. Conforme informado no registro, o casal recebeu orientações sobre as medidas legais cabíveis e a investigação deverá prosseguir para esclarecer os fatos e apurar a conduta dos envolvidos.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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