Agronegócio
Óleo de soja mantém trajetória de alta com foco no biodiesel e cenário global

Divulgação
Os preços do óleo de soja seguem em alta no Brasil, influenciados por fatores internos e externos que mantêm o mercado aquecido. De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, a principal força por trás da valorização é a expectativa de aumento na demanda por biodiesel, além das incertezas no abastecimento global de combustíveis.
O cenário internacional, marcado por tensões no Oriente Médio e pela valorização do petróleo, também contribui para sustentar os preços, uma vez que eleva o interesse por fontes alternativas de energia, como o biodiesel.
Mistura obrigatória ainda indefinida
No mercado interno, as indústrias acompanham de perto a possível elevação da mistura obrigatória de biodiesel no diesel, que passaria de B15 para B16. A medida estava prevista para entrar em vigor em 1º de março, mas ainda não foi implementada.
Essa indefinição, segundo o Cepea, acaba limitando uma valorização ainda mais intensa das cotações domésticas, já que o aumento efetivo da mistura poderia ampliar a demanda de forma mais consistente.
Cotações atingem maior nível em quase quatro meses
Levantamento do Cepea aponta que o preço do óleo de soja bruto e degomado (com 12% de ICMS), na região de São Paulo, alcançou R$ 6.953,38 por tonelada no dia 24 de março. O valor é o maior desde 1º de dezembro do ano passado, quando a tonelada era negociada acima de R$ 7 mil.
O movimento reforça a tendência de valorização do produto, que segue atrelado tanto às decisões de política energética quanto às oscilações do mercado internacional de combustíveis.
Fonte: CenarioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Preço do feijão carioca bate recorde histórico em março, aponta Cepea/CNA

Preço do feijão carioca bate recorde histórico em março, aponta Cepea CNA
O valor médio do feijão carioca registrou nova alta em março e alcançou o maior patamar da série histórica do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, iniciada em setembro de 2024. O movimento confirma um primeiro trimestre marcado por valorização consistente no mercado da leguminosa.
De acordo com pesquisadores do Cepea, tanto o feijão carioca quanto o feijão preto apresentaram elevação nos preços, influenciados principalmente pela restrição de oferta, dificuldades na colheita, redução de área na primeira safra e pela expectativa de menor produção na segunda safra, especialmente no Paraná.
Feijão carioca lidera valorização
Os dados mostram que o preço médio do feijão carioca de notas 9 ou superiores em março (até o dia 26) está 8,3% acima do registrado em fevereiro e 34% superior ao observado no mesmo período de 2025. No acumulado dos três primeiros meses de 2026, a alta chega a expressivos 48,3%.
Para o feijão carioca de notas 8 e 8,5, o cenário também é de valorização. A média parcial de março supera em 7,1% a de fevereiro e em 42,2% a registrada há um ano. No primeiro trimestre, o avanço acumulado é de 43,9%.
Feijão preto mantém patamar elevado
No caso do feijão preto, as cotações seguem em nível elevado, ainda que com variação mais moderada no curto prazo. A média de março apresenta leve avanço de 0,11% frente a fevereiro e de 0,4% na comparação anual.
Apesar da estabilidade recente, o desempenho no acumulado do trimestre também chama atenção: a alta chega a 32,2%, indicando recuperação importante ao longo dos últimos meses.
Mercado atento à segunda safra
O cenário reforça a atenção do mercado para o comportamento da segunda safra, especialmente nas regiões produtoras do Sul do país. A combinação entre oferta mais ajustada e incertezas climáticas segue sustentando os preços em níveis elevados, mantendo o feijão como um dos produtos agrícolas com maior valorização no início de 2026.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Açúcar cristal reage com demanda firme e oferta restrita, e Indicador Cepea se aproxima dos R$ 104/saca

Açúcar cristal reage com demanda firme e oferta restrita, e Indicador Cepea se aproxima dos R$ 104 saca
O mercado spot de açúcar no estado de São Paulo registrou um maior volume de negócios ao longo da última semana, impulsionado por compradores mais ativos na recomposição de estoques. A movimentação ocorre diante da recente reação dos preços e da expectativa de novos avanços no curto prazo.
Com isso, o Indicador CEPEA/ESALQ do cristal branco (estado de São Paulo) subiu, operando próximo de R$ 104,00 por saca de 50 kg.
Oferta restrita reforça viés de alta
Pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) apontam que a oferta está mais restrita neste período de entressafra, o que reforça o viés de valorização do adoçante. A combinação entre demanda firme e menor disponibilidade do produto tem sustentado os patamares mais elevados.
Exportação segue mais vantajosa
Mesmo diante da alta no preço do cristal no spot paulista, cálculos do Cepea mostram que o mercado externo seguiu mais vantajoso por mais uma semana, mantendo o cenário de atratividade para as vendas ao exterior, que continuam a influenciar a dinâmica de preços e a disponibilidade interna do produto.
O mercado segue atento à evolução da entressafra e ao comportamento das exportações, que deverão continuar ditando o ritmo das negociações nas próximas semanas.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Agronegócio
Batata ágata mantém estabilidade de preços nos atacados, mas Semana Santa deve elevar demanda

CEAGESP
Os preços da batata especial tipo ágata apresentaram pouca variação em todos os principais atacados do país na semana passada (de 23 a 27 de março), conforme levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
As médias registradas foram:
São Paulo: R$ 61,11 por saca;
Rio de Janeiro: R$ 61,28 por saca;
Belo Horizonte: R$ 56,70 por saca.
Oferta estável sustenta preços
Segundo pesquisadores do Cepea, a oferta nas regiões produtoras permaneceu estável, o que justifica a manutenção dos preços em patamares próximos ao longo da última semana.
Semana Santa deve aquecer demanda
A expectativa para os próximos dias é de alta nas cotações, impulsionada pela Semana Santa, período em que a demanda pelo tubérculo tradicionalmente se aquece, especialmente devido ao aumento do consumo de peixes e pratos típicos que incluem a batata como acompanhamento.
O mercado segue atento à evolução da demanda nos próximos dias, que deverá determinar a intensidade da reação dos preços.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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