Transporte
PRF e PM apreendem mais de 1 tonelada de “supermaconha” na BR-364 em Mato Grosso

Divulgação
Carga de skunk avaliada em milhões foi localizada em Alto Araguaia dentro de carreta que vinha de Rondônia. Motorista entrou em contradição e acabou preso em ação conjunta das forças de segurança.
A manhã deste sábado (28) foi de prejuízo pesado para o crime organizado em Mato Grosso. Em uma fiscalização de rotina no km 5 da BR-364, em Alto Araguaia, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar de MT (PM-MT) interceptaram uma carga colossal de mais de uma tonelada de skunk, também conhecida como “supermaconha” devido ao seu alto valor de mercado e concentração de THC.
A droga estava escondida em uma Combinação de Veículos de Carga (CVC) que seguia de Rondônia com destino à região Sudeste do país.
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A Abordagem: Ao ser parado, o motorista tentou enganar os agentes afirmando que o veículo estava sem carga.
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A Contradição: Durante a entrevista, o condutor começou a cair em contradições, o que despertou a suspeita imediata dos policiais.
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O Flagrante: Ao realizarem uma vistoria minuciosa nos semirreboques, os agentes localizaram diversos caixotes ocultos. Ao abrirem os volumes, confirmaram a presença da droga.
Integração e Combate
O condutor, o veículo e a carga milionária foram encaminhados à Polícia Civil para o registro da ocorrência e os procedimentos cabíveis. Esta ação reforça a eficácia do trabalho integrado entre a PRF e a PM-MT nas rodovias federais que cortam o estado, impedindo que toneladas de entorpecentes cheguem aos grandes centros urbanos.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Mato Grosso registra 9 feminicídios no 1º trimestre de 2026
Ilustração
Mato Grosso já soma nove feminicídios no primeiro trimestre de 2026, com destaque para o mês de março, que concentrou cinco casos e se tornou o período mais violento do ano até o momento.
De acordo com levantamento citado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), foram registrados dois feminicídios em janeiro, dois em fevereiro e cinco em março. Embora os números sejam semelhantes aos do ano anterior, especialistas apontam que a manutenção dos índices evidencia falhas na prevenção.
Segundo a procuradora Claire Vogel Dutra, do MPMT, a estabilidade dos dados não representa avanço. “Se a gente não consegue reduzir, significa que estamos falhando na prevenção. Permanecer com os mesmos números não é positivo”, afirmou.
Ainda conforme a procuradora, o estado ocupa atualmente a terceira posição no ranking nacional de feminicídios. O aumento da taxa, que passou de 2,5 para 2,7, acompanha uma tendência de crescimento em todo o país.
Ela destaca que o feminicídio, na maioria dos casos, é o desfecho de um ciclo contínuo de violência. “Antes disso, há controle, violência psicológica, ameaças e agressões físicas. Faltou, em muitos casos, uma rede de apoio eficaz para interromper esse ciclo”, explicou.
Dados apontam ainda que grande parte das vítimas não formalizou denúncia. Conforme o MPMT, a maioria das mulheres assassinadas não registrou boletim de ocorrência, e uma parcela ainda menor solicitou medidas protetivas.
Apesar disso, as medidas são consideradas eficazes quando aplicadas. Em 2025, mais de 18 mil medidas protetivas foram concedidas no estado. Entre esses casos, sete vítimas morreram, sendo que em três houve retomada do relacionamento com o agressor.
A procuradora também defende a ampliação do monitoramento eletrônico. Segundo ela, não há registro de feminicídios em casos com tornozeleira ativa, o que reforça a efetividade do recurso, ainda pouco utilizado em todo o estado.
Outro ponto levantado é a necessidade de integração entre instituições e o enfrentamento de fatores culturais, como o machismo e a disseminação de discursos de ódio contra mulheres, especialmente em ambientes digitais.
Avanços na legislação
No mesmo cenário, o Senado Federal aprovou nesta semana projetos relacionados ao combate à violência contra a mulher. Um deles criminaliza a misoginia, equiparando a prática ao crime de racismo, com penas de dois a cinco anos de prisão.
Outra proposta endurece as punições para o chamado vicaricídio — quando filhos ou familiares são assassinados para atingir a mulher. O crime passa a ser classificado como hediondo, com penas de 20 a 40 anos de reclusão, além de multa. O texto segue para sanção presidencial.
Para a procuradora, as mudanças legislativas são relevantes, mas insuficientes isoladamente. “Segurança pública e leis mais duras são importantes, mas não suficientes. Precisamos investir em educação, saúde e assistência social”, pontuou.
As vítimas registradas em março são: Gabia Socorro da Silva, 38 anos; Estefany Pereira Soares, 17; Simone da Silva Matiuzi, 35; Luíza Regina Oliveira Zanoni, 29; e Nathaly Gonçalves, 19.
O MPMT reforça que o enfrentamento ao feminicídio exige atuação conjunta do poder público e da sociedade, com foco na prevenção e no incentivo à denúncia para interromper ciclos de violência antes que resultem em morte.
Fonte: CenárioMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícias Civil e Militar prendem integrantes de facção, frustram “salve” e resgatam adolescente

PJC
A Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar, prendeu em flagrante, nessa quarta-feira (25.03), em Água Boa, cinco membros de facção criminosa e resgatou uma adolescente, de 16 anos, que iria passar por um ritual de punição conhecido como “salve”.
A ação rápida dos policiais impediu que a vítima passasse por tortura, que podia resultar até mesmo em homicídio. Ainda foram apreendidos drogas, armas e itens ligados ao tráfico de drogas.
Os suspeitos, três mulheres e dois homens com idades entre 18 e 22 anos, estavam sendo monitorados por integrar organização criminosa e tráfico de drogas. Eles planejavam punir a vítima por supostamente violar regras internas da facção após terminar o relacionamento com um dos integrantes do grupo.
Por volta das 8h dessa quarta-feira, os policiais localizaram a vítima em cárcere privado em uma casa, em situação de tortura e ameaças, e a resgataram imediatamente, com a prisão em flagrante dos cinco suspeitos.
Na residência, foram apreendidos maconha, cocaína, pasta base, celulares, cartões bancários, balança de precisão, sacos zip lock e três motocicletas. Uma suspeita, de 22 anos, tentou destruir seu celular, o jogando no chão, para obstruir investigações.
Os policiais ainda realizaram buscas na casa de um dos presos, de 19 anos, onde foi encontrada uma arma de fogo com munições. O grupo foi autuado por tráfico de drogas, organização criminosa, fraude processual, posse irregular de arma de fogo, tortura mediante sequestro e desacato.
Karina Cabral | Polícia Civil – MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Operação Tolerância Zero no Trânsito fiscaliza 63 motociclistas em Várzea Grande

Ação na Av. Julião de Brito, bairro Parque do Lago – Foto por: GGI-SESP
A 2ª edição da Operação Tolerância Zero – Motos em Várzea Grande fiscalizou 63 motociclistas e resultou na prisão de condutor por suspeita de adulteração, durante ação realizada nesta quarta-feira (25.3) no bairro Parque do Lago.
Conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) a operação expediu 61 Autos de Infração de Trânsito, sendo 19 por conduzir veículo sem possuir habilitação, 15 por conduzir veículo sem registro ou não licenciado e um por se recusar a passar pelo teste de alcoolemia.
Do total de 63 motocicletas fiscalizadas, 30 foram autuadas e 26 removidas.
A Operação Tolerância Zero – Motos é uma ação da Secretaria de Segurança Pública (Sesp) voltada a identificação de irregularidades cometidas por motociclistas com foco na redução de mortes de trânsito envolvendo motos.
A ação é realizada pelo GGI, com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPMTran), Delegacia de Delitos de Trânsito (Deletran), Corpo de Bombeiros, Politec, Departamento de Trânsito (Detran), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo e Guarda Municipal.
Willian Silva | Sesp-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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