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Transporte

Polícia Civil prende homem que furtou 11 peças de carne em mercado de Várzea Grande

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil prendeu, nessa segunda-feira (19.1), um homem, de 39 anos, suspeito de furtar 11 peças de carne em um supermercado localizado na Avenida Alzira Santana, em Várzea Grande.

O furto ocorreu durante a manhã, por volta das 9 horas, quando um casal entrou no mercado e furtou peças de carne, entre contrafilé, picanha e maminha, que foram retiradas do açougue do mercado, levadas ao setor de doces e bolachas e ocultadas em uma mochila.

Em seguida, os dois se dirigiram ao caixa e o homem saiu do mercado, enquanto a mulher fingiu comprar alguns produtos, mas cancelou a compra, alegando que seu cartão não estava passando. Por fim, ela entrou em um veículo cinza no estacionamento e saiu do local. As câmeras do mercado filmaram toda a ação.

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Investigação

Assim que acionada, a Polícia Civil deu início às investigações sobre o caso e localizou o carro que havia levado o casal suspeito até o mercado e, depois, sido usado para tirá-lo do local.

O dono do veículo alegou ser motorista de aplicativo e mostrou ter sido solicitado por uma mulher de 40 anos. Os policiais foram até a casa da mulher, onde o casal que praticou o furto havia embarcado e desembarcado, e ela confirmou ter pedido a corrida, mas ela não era a suspeita de ter cometido o crime.

Porém, na casa dela e do marido, foi encontrada uma peça de carne avaliada em R$ 97,91, que ela contou ter ganhado da suspeita que participou do furto, uma usuária de drogas conhecida da região.

O suspeito do furto foi localizado na mesma rua, duas quadras acima, e confessou sua participação no crime. No entanto, ele não soube dizer onde estava a comparsa. Com ele, foram localizados as roupas e calçados utilizados no crime, além de uma faca de serra que ele portava na cintura.

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A mulher de 40 anos alegou não saber que a peça de carne ganhada era produto de furto, mas ela e o marido foram conduzidos para a delegacia por receptação.

Karina Cabral | Polícia Civil – MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Morador de Nova Mutum perde mais de R$ 25 mil em golpe do falso advogado

Publicado

em

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo

O idoso, de 67 anos, procurou a delegacia de Polícia Civil, ontem à tarde, declarando que foi vítima de estelionato após o suspeito se passar por profissional de advocacia. O prejuízo estimado no golpe foi de R$ 26 mil.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima aguarda os trâmites judiciais para a concessão de sua aposentadoria e foi acionada via telefone pelo suposto advogado, alegando que o processo teria sido concluído. Posteriormente, um comparsa teria assumido a ligação com o homem, identificando-se como um juiz e solicitando dados bancários para o repasse do valor relacionado ao benefício previdenciário (não detalhado).

Posteriormente, os criminosos efetivaram cerca de três transferências em dinheiro de seu aplicativo do banco, com destino a contas desconhecidas. O caso está sendo investigado pela delegacia municipal.

Só Notícias/Guilherme Araújo

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Três homens são presos em flagrante pela Polícia Militar após tentativa de homicídio

Publicado

em

PMMT

Policiais militares do 5º Batalhão prenderam três homens, na noite desta quarta-feira (21.1), suspeitos por tentativa de homicídio e roubo, no bairro Jardim Rosa Bororo, no município de Rondonópolis (220 km de Cuiabá).

Por volta das 23 horas, os militares foram acionados para atenderem a ocorrência, após um homem, de 39 anos, ter sido esfaqueado na coxa, depois de um desentendimento com os vizinhos.

A vítima estava com as roupas sujas de sangue e alegou que ainda teve o celular roubado pelos envolvidos. Após a denúncia, os militares se deslocaram ao local da ocorrência, localizaram e abordaram os suspeitos.

Um dos detidos confessou que invadiu a casa da vítima e mostrou a faca utilizada no crime. À PM, o homem alegou que há dias vem sendo incomodado pela vítima e que seria usuária de entorpecentes.

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Durante o desentendimento, o suspeito chamou outros vizinhos, que ajudaram a render o homem. No momento da abordagem, a vítima foi ameaçada de morte pelos envolvidos. Ambos detidos apresentavam sinais de embriaguez. Os denunciados foram conduzidos à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Wellyngton Souza | PMMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Operação da Polícia Civil desarticula grupo especializado em delivery de drogas em Cuiabá

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (23.01), a Operação Vector, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado no tráfico de drogas, na modalidade delivery, em Cuiabá. A ação resultou no cumprimento de seis mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão.

As investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (Denarc), iniciadas em 2024, identificaram uma estrutura hierarquizada que utilizava entregadores como “vetores humanos” para distribuir entorpecentes em diversos bairros da capital. O grupo operava com fornecedores, gerentes de área e distribuidores, além de tentar promover a entrada de drogas na Penitenciária Central do Estado (PCE).

Os mandados de prisão foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá contra investigados identificados como o principal fornecedor de drogas, a intermediária e responsável pela venda, juntamente com seus dois filhos, também alvos dos mandados de prisão preventiva, um distribuidor, atualmente recluso na PCE, além de uma investigada que se encontra foragida, com mandado de prisão em aberto.

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Durante as diligências, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos bairros Três Barras, Dr. Fábio e São João Del Rey, em Cuiabá. Também foram cumpridas ordens judiciais de sequestro e bloqueio de contas, bens e valores em nome de um dos investigados.

Segundo o delegado Marcelo Miranda Muniz, coordenador da operação, a investigação apontou que o grupo utilizava linguagem codificada, referindo-se a pontos de venda como “lojinhas” e à arrecadação de valores como “recolhe”.

As investigações revelaram conversas sobre quantidades significativas de entorpecentes, incluindo cargas de maconha que estariam sendo negociadas pelos investigados.

“Os investigados responderão por tráfico de drogas, associação ao tráfico e integrar organização criminosa, crimes previstos nos artigos 33 e 35 da Lei 11.343/06 e artigo 2º da Lei 12.850/13. As investigações prosseguem para identificar outros integrantes da rede criminosa e mapear o fluxo financeiro da organização”, afirmou o delegado.

A Operação Vector foi assim denominada em referência ao termo “vector” (vetor), que significa o agente de transporte e disseminação, na biologia.

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Karina Cabral | Polícia Civil – MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

 

 

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