Meio Ambiente
Chuvas recorrentes favorecem lavouras de soja no RS

Lavoura de soja no município de Hulha Negra – Foto: Eduardo Ebert, Emater/RS-Ascar
As melhores lavouras estão implantadas em solos bem estruturados, onde há maior teor de matéria orgânica e cobertura vegetal adequada, as quais favorecem a infiltração e o armazenamento de água. Já nos cultivos implantados em solos mais compactados ou com menor cobertura, são observadas ocorrências de erosão laminar e em sulcos, em especial em lavouras em fase de emergência. Em semeaduras realizadas sob condições menos favoráveis de umidade, especialmente após períodos de déficit hídrico seguidos por chuvas intensas, foram registrados casos de desuniformidade de emergência, falhas de estande e necessidade pontual de replantio.
Em algumas áreas, especialmente no Noroeste do RS, os elevados acumulados pluviométricos de dezembro superaram a média histórica, e houve danos à infraestrutura rural e às estradas vicinais, bem como alagamentos pontuais em lavouras localizadas em áreas ribeirinhas e de relevo mais baixo, além de erosão mais significativa em coxilhas mal conservadas.
Milho – As condições climáticas do período, caracterizadas por precipitações frequentes e volumes adequados, favoreceram a recuperação da cultura após a restrição hídrica, observada em novembro. O desenvolvimento das lavouras é considerado satisfatório na maior parte do Estado, com expectativa de rendimentos compatíveis à média histórica, embora persistam perdas localizadas em áreas afetadas pela estiagem em estádios críticos.
A semeadura do milho atinge 92% da área planejada, de 785.030 hectares, e está concluída em diversas regiões. Nas áreas remanescentes, o plantio avança conforme a liberação de áreas ocupadas por outras culturas ou em replantio em safrinha. A maior parte das lavouras se encontra em fase reprodutiva, predominando o enchimento de grãos, seguido por áreas em maturação fisiológica e início pontual de colheita. A situação fitossanitária está adequada. Apesar de haver relatos sobre a presença de cigarrinha-do-milho e lagartas, não há muitos sintomas de enfezamento, e os controles estão em andamento.
Milho silagem – Houve boa recuperação, relatada em diversas regiões, devido ao volume de chuvas no período. As perdas de produtividade causadas no início do mês vão sendo atenuadas pela recuperação da umidade do solo em virtude das chuvas regulares. Apenas na Fronteira Noroeste, onde o corte do milho está paralisado, devido ao volume das chuvas e a alta umidade do solo, há relatos de problemas causados pelos excessos de precipitação. Nas demais regiões, as condições estão boas, assim como as expectativas de produtividade. Conforme estimativa da Emater/RS-Ascar, a área destinada ao milho para silagem deve atingir 366.067 hectares, e a produtividade estimada é de 38.338 kg/ha.
Arroz – A semeadura do arroz no Estado encontra-se em fase final, alcançando 97% da área prevista pelo Instituto Riograndense do Arroz (Irga), que é de 920.081 hectares. O período foi marcado por elevada frequência de chuvas de altos volumes acumulados, o que restringiu as operações de campo, como as semeaduras tardias e a execução de tratos culturais.
As lavouras de arroz estão em desenvolvimento vegetativo (97%), com avanço gradual para o período reprodutivo nas áreas mais precoces, onde se observa o início da floração (3%). A elevada nebulosidade registrada no período limitou o pleno aproveitamento da radiação solar, refletindo em crescimento vegetativo moderado em algumas áreas. De modo geral, o estabelecimento das lavouras é considerado adequado.
As precipitações contribuíram de forma significativa para a recuperação e manutenção dos mananciais, reduzindo a necessidade imediata de irrigação suplementar e ampliando a reserva hídrica disponível para o ciclo da cultura. No entanto, foram registrados alagamentos pontuais em estradas rurais e em lavouras localizadas em áreas mais baixas e próximas a cursos d’água, com maior incidência no Centro do Estado, ocasionando danos em taipas e demandando intervenções de manutenção. As dificuldades operacionais impostas pelas chuvas também prejudicaram o manejo técnico nas lavouras.
Feijão 1ª Safra – A ocorrência de chuvas beneficiou a cultura, cultivada no RS em 26.096 hectares e impactada pelo déficit hídrico registrado entre a metade de novembro e primeiro decêndio de dezembro. Em grande parte das regiões, observa-se recuperação do desenvolvimento das lavouras e evolução satisfatória do ciclo. As atividades de campo seguem condicionadas pela ocorrência de chuvas frequentes, que, de forma pontual, têm imposto restrições operacionais, especialmente à semeadura e à colheita. Contudo, não há registro, até o momento, de impactos expressivos sobre a produtividade média estadual, projetada pela Emater/RS-Ascar em 1.779 kg/ha.
(Com Agricultura/RS)
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Meio Ambiente
Chuvas na primeira quinzena de dezembro favorecem desenvolvimento das culturas de primeira safra, aponta Boletim a Conab

Foto: Ilustração
Nos quinze primeiros dias de dezembro, os volumes de chuvas observados na maior parte do país contribuíram para a elevação dos níveis de água no solo e para o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra, sem prejudicar a finalização da colheita dos cultivos de inverno. A análise está no Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), divulgado nesta semana pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Ainda de acordo com o documento, os dados espectrais mostram que, em geral, as lavouras estão se desenvolvendo sob boas condições na maioria das regiões.
No Centro-Oeste, principal região produtora de grãos do país, os maiores volumes de precipitações ocorreram no Nordeste de Mato Grosso e no Norte de Goiás. As chuvas registradas foram mais regulares e favoreceram o incremento da umidade do solo. Panorama semelhante foi verificado na região Sudeste.
No Sul do país, as precipitações ocorreram com distribuição irregular e os maiores volumes foram registrados no Norte e Oeste do Paraná. No Rio Grande do Sul, os primeiros cinco dias de dezembro registraram chuvas em baixos volumes, que favoreceram a finalização da colheita dos cultivos de inverno. Entretanto, nos outros períodos analisados, principalmente de 6 a 10 deste mês, os acumulados de chuva auxiliaram na recuperação da umidade do solo, promovendo condições mais favoráveis à semeadura e ao desenvolvimento das lavouras. Em relação aos estados do Paraná e de Santa Catarina, as condições climáticas na primeira quinzena do mês foram, no geral, favoráveis para o desenvolvimento das lavouras.
Na região Norte, os volumes de chuva registrados no Tocantins e em parte do sul e noroeste do Pará, foram favoráveis à semeadura e ao desenvolvimento dos cultivos de primeira safra. No entanto, houve restrição em parte das lavouras devido à irregularidade das chuvas e às altas temperaturas no nordeste paraense. Já no Nordeste brasileiro, os volumes acumulados na maior parte da região do Matopiba (que abrange áreas do Maranhão, Sudoeste do Piauí, Oeste da Bahia e Tocantins) favoreceram a semeadura e o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra, mas foram insuficientes para parte das lavouras do leste, centro e oeste do Maranhão.
Fonte: Assessoria
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Meio Ambiente
Frente fria causará forte mudança no Brasil nesta semana

Foto: Pixabay
As chuvas voltam a ocorrer em boa parte do Brasil nesta primeira semana de dezembro, com acumulados que podem passar dos 100 mm. Há alerta de chuvas intensas e de tempestades para as 5 regiões do Brasil.
Uma nova mudança de padrão está em curso com chuvas retornando para boa parte do Brasil e ocorrendo de forma mais abrangente nas 5 regiões do país. Essa mudança vem acompanhada de uma diminuição das temperaturas, aliviando o calor intenso sentido nos últimos dias, e já começa nesta segunda-feira (1) através do aumento do potencial de chuvas em parte do centro-sul.
Uma baixa pressão se intensifica entre a Região Sul e os países Paraguai e Argentina. Essa condição já traz risco de chuva forte e de tempestades pontuais no período da manhã no centro-leste e norte do Rio Grande do Sul, no sul e meio-oeste de Santa Catarina e no sudoeste do Paraná. Ao mesmo tempo, instabilidades provocam pancadas isoladas na Região Norte.
A atenção fica para a partir do fim da manhã até o fim da tarde, quando as instabilidades conseguem se desenvolver mais no centro-sul do Brasil devido a intensificação da baixa pressão. Assim, há alerta de chuvas intensas e de tempestades para o norte do Rio Grande do Sul, sul e oeste de Santa Catarina, porção central, leste e oeste do Paraná, no centro-sul e nordeste do Mato Grosso. No centro-norte do Brasil, instabilidades continuam a trazer pancadas de chuva forte e tempestades pontuais na Região Norte, norte do Mato Grosso, no centro-norte de Goiás e no interior do Nordeste até o norte de Minas Gerais.
Alerta também para a condição térmica no norte do Paraná, no Mato Grosso do Sul, no Mato Grosso, sul de Goiás e nos estados de São Paulo e de Minas Gerais, onde as temperaturas ficam elevadas e as máximas podem atingir os 40°C, principalmente no norte paranaense, no território paulista, na região do Triângulo Mineiro, sudeste do Mato Grosso e no sul goiano.
A baixa pressão passa a atuar próxima a costa do Rio Grande do e do Sudeste, o que contribui para a organização da umidade pelo Brasil. Esse sistema vai evoluir para um ciclone extratropical com sua frente fria mantendo e potencializando a mudança de padrão nesta primeira semana de dezembro.
Pela manhã, instabilidades provocam chuvas pontuais de até moderada intensidade no sul e oeste de Santa Catarina, no sudoeste e oeste do Paraná, no Mato Grosso do Sul, Goiás e entre as regiões Norte e Nordeste. No fim do período, a mudança começa a ser mais perceptível através do aumento da nebulosidade no Brasil Central e sobre o Sudeste.
No período da tarde, as instabilidades se desenvolvem mais e há maior risco de chuvas intensas e de tempestades. Alerta para o norte de Santa Catarina, norte e leste do Paraná, para todo o estado de São Paulo, Rio de Janeiro, centro-sul de Minas Gerais e regiões do Triângulo Mineiro e da Zona da Mata, no Mato Grosso do Sul, no Mato Grosso, no norte de Goiás, na Região Norte e no interior do Nordeste.
Atenção, devido ao calor, há maior potencial de tempestades intensas e granizo sobre as áreas do Sudeste e do Centro-Oeste.
No período da manhã a frente fria está formada e atua sobre a Região Sudeste. Chuvas pontuais de fraca a moderada intensidade são previstas para o norte de São Paulo, o Rio de Janeiro, a metade sul de Minas Gerais, no Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Região Norte. Instabilidades também podem atuar no sul dos estados do Maranhão e do Piauí.
É a partir da tarde que as instabilidades aumentam e levam alertas de chuvas intensas e de tempestades para boa parte do Brasil, englobando toda a Região Sudeste e o Centro-Oeste, boa parte da Região Norte, com exceção das áreas mais ao norte, e sul do Maranhão, do Piauí e oeste da Bahia. No fim da tarde e período da noite, alerta de chuvas muito intensas para o norte do Rio de Janeiro, oeste de Minas Gerais e o Espírito Santo.
Na Região Sul, o tempo fica mais firme com possibilidade de chuvas somente na faixa leste dos estados, que acontecem com fraca intensidade.
A frente fria avança até o sul da Bahia e norte do Espírito Santo. A mesma condição dos últimos dias: alertas de chuvas intensas e de tempestades a partir da tarde.
Devido ao deslocamento da frente fria, uma massa de ar frio favorece o tempo mais firme em boa parte da Região Sul, do Mato Grosso do Sul, de São Paulo e do Rio de Janeiro. O sistema favorece chuvas de fraca intensidade ou chuvisco no leste catarinense, paranaense, paulista e no território fluminense.
Alertas de chuvas intensas e de tempestades para o norte de São Paulo, porção central, oeste e norte de Minas Gerais, para o Espírito santo, sul e oeste da Bahia, sul do Maranhão e do Piauí, para Goiás, Mato Grosso e boa parte da Região Norte, excluindo as áreas mais ao norte.
O maior risco fica para o estado de Minas Gerais, o Espírito Santo e sul da Bahia, onde as chuvas continuam intensas no período da noite.
A frente fria avança e reduz as chuvas no centro-sul do Brasil, concentrando as chuvas intensas e as tempestades em parte do centro-norte.
O tempo firme predomina na Região Sul, no Mato Grosso do Sul, em São Paulo, no Rio de Janeiro, no sul do Espírito Santo, no centro-sul de Minas Gerais e na região do Triângulo Mineiro. Há possibilidade de chuva fraca ou chuvisco pontual na faixa leste paulista, no Rio de Janeiro até o sul do território capixaba.
Os alertas de chuvas intensas e de tempestades se concentra no período da tarde até o início da noite sobre norte do Espírito Santo, sul, centro e oeste da Bahia, sul do Maranhão e do Piauí, sobre Goiás, o Mato Grosso e boa parte da Região Norte, com exceção das áreas mais ao norte.
METEORED-TEMPO
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Meio Ambiente
Agrilife Solutions lidera a 4ª geração da nutrição vegetal com AgGranum e AgMaturis

Foto: Divulgação
Com formulação líquida, doses reduzidas e tecnologia C-DOT Drive®, nova linha eleva o Nutrient Use Efficiency (NUE) e entrega maior produtividade e retorno ao agricultor com menor impacto ambiental.
A Agrilife Solutions, empresa brasileira do Grupo Casa Bugre, apresenta ao mercado os novos fertilizantes foliares AgGranum e AgMaturis, que representam a chegada da 4ª geração da nutrição vegetal. Formulados com a exclusiva tecnologia C-DOT Drive®, os produtos oferecem nutrição inteligente, funcional e fisiologicamente ativa, com eficiência muito superior às soluções convencionais.
Com formulação líquida e alta capacidade de absorção e metabolização dos nutrientes, os novos produtos exigem doses bem inferiores aos fertilizantes tradicionais, o que significa menor consumo de recursos naturais, menor uso de embalagens e menor necessidade de armazenamento e transporte — resultando em menor impacto ambiental e maior competitividade no campo.
“Estamos inaugurando uma nova era da nutrição vegetal. Com a C-DOT Drive®, conseguimos elevar a eficiência fisiológica das plantas, utilizando menos insumos e gerando mais resultado por hectare”, afirma Everton Molina Campos, Diretor de Marketing & Inovação da Agrilife Solutions. “O agricultor ganha produtividade, sustentabilidade e um retorno econômico expressivo sobre o investimento.”
A evolução da nutrição vegetal até a 4ª geração
A nutrição vegetal evoluiu ao longo das últimas décadas:
- Na 1ª geração, o foco era apenas fornecer nutrientes básicos;
- Na 2ª, surgiram os agentes complexantes, que melhoraram a disponibilidade;
- A 3ª geração trouxe as nanopartículas metálicas;
- E agora, a 4ª geração, inaugurada pela tecnologia C-DOT Drive®, entrega nutrição e fisiologia (nutrifisiologia), em que cada nutriente é absorvido, transportado e metabolizado com máxima eficiência e mínimo desperdício
As nanopartículas de carbono (3–5 nanômetros) da C-DOT Drive® se ligam eletrostaticamente aos nutrientes, aumentando sua estabilidade e solubilidade, e ativam enzimas que impulsionam o transporte e o metabolismo celular.
Essa combinação resulta em maior conversão de nutrientes em produtividade, com eficiência de uso (NUE) até oito vezes superior à média de mercado
“A ciência hoje reconhece o Nutrient Use Efficiency (NUE) ou Eficiência no uso de nutrientes como o principal indicador de eficiência e sustentabilidade na agricultura em todo mundo”, explica Molina Campos. “Quanto maior a produtividade com menor uso de fertilizantes, melhor o desempenho agronômico, econômico e ambiental. E é exatamente isso que nossos produtos entregam.”
C-DOT Drive®: dois mecanismos de ação, máxima eficiência e menor impacto
O segredo da C-DOT Drive® está em seus dois mecanismos de ação sinérgicos:
- a) Carreador de nutrientes – As nanopartículas entram facilmente nas folhas e raízes, levando os nutrientes diretamente para dentro das células, reduzindo perdas por lixiviação ou fixação;
- b) Ativador de transporte – A tecnologia estimula as enzimas H?-ATPases, abrindo canais de absorção e aumentando a metabolização dos nutrientes dentro da planta
O resultado é uma nutrição fisiologicamente ativa, com alta eficiência de conversão (NUE), menor uso de fertilizantes por hectare e redução significativa de emissões de gases de efeito estufa.
Além disso, devido baixa dose de aplicação, a quantidade de embalagens é menor a facilidade logística e menor custo operacional, o que se traduz em melhor custo-benefício e maior ROI (retorno sobre investimento) para o produtor.
“A combinação entre nanotecnologia, formulação líquida e dois mecanismos de ação é o que faz da C-DOT Drive® uma tecnologia verdadeiramente disruptiva”, ressalta Molina Campos. “Ela entrega eficiência agronômica e ambiental, reduzindo desperdícios e aumentando a margem do agricultor.”
AgGranum: alta performance no enchimento e padronização de grãos
Destinado ao enchimento de grãos e padronização produtiva em culturas como soja e feijão, o AgGranum é um fertilizante foliar de alta eficiência que potencializa a fotossíntese e o metabolismo energético, direcionando nutrientes e carboidratos para flores, vagens e sementes.
Em testes de campo realizados em Conchal (SP) e Palmas (TO), o AgGranum proporcionou aumentos de até 11 sacas por hectare e índices de NUE de até 783% — desempenho que comprova sua capacidade de transformar nutrientes em produtividade com doses muito menores que os produtos convencionais
“O AgGranum entrega força e inteligência para o campo. Ele entende a demanda da planta e age no momento certo, garantindo mais peso e uniformidade com menor uso de insumos”, explica Molina Campos.
AgMaturis: maturação uniforme e qualidade premium de frutos
Para ser usado em culturas como tomate, morango, pimentão e alface, o AgMaturis atua na maturação uniforme e no enchimento equilibrado de frutos. Sua formulação líquida balanceada permite aplicações em doses reduzidas, com altíssimo aproveitamento fisiológico dos nutrientes. Outro benefício é que o produto não tem cloro em sua formulação, permitindo seu uso em culturas sensíveis.
Nos experimentos de campo, o AgMaturis mostrou resultados expressivos: ganhos de até 12,9 toneladas por hectare em tomate tipo cocktail e quase 8 toneladas adicionais por hectare em morango, além de melhor padronização e qualidade comercial dos frutos.
“O AgMaturis mostra que é possível produzir mais e melhor com menos. Ele entrega performance, reduz o impacto ambiental e aumenta a rentabilidade do agricultor”, reforça Molina Campos.
Sustentabilidade, competitividade e retorno garantido
Além do desempenho agronômico, os novos produtos se destacam por diminuírem a pegada ambiental da agricultura. O menor volume aplicado, aliado à alta eficiência da C-DOT Drive®, reduz o consumo de matéria-prima, embalagens e energia de transporte, fortalecendo o compromisso da Agrilife com uma agricultura regenerativa e de baixo carbono.
“A 4ª geração da nutrição vegetal entrega tudo o que o produtor moderno busca: produtividade, sustentabilidade e rentabilidade. É uma tecnologia que gera valor econômico e ambiental ao mesmo tempo”, conclui Molina Campos.
Tecnologia já embarcada em outros produtos
A tecnologia C-DOT Drive® também está presente nos produtos AgFortis e AgBasis, que já demonstram ganhos consistentes em estruturação, vigor e eficiência fisiológica. Com a chegada do AgGranum e do AgMaturis, a Agrilife consolida uma linha completa de soluções nutrifisiológicas de alta performance, alinhada à agricultura 6.0 — inteligente, sustentável e conectada.
Sobre a Agrilife Solutions
A Agrilife Solutions é uma empresa brasileira especializada em soluções que promovem uma agricultura em favor da vida, unindo ciência, tecnologia e sustentabilidade para maximizar a eficiência, a rentabilidade e a regeneração dos sistemas produtivos.
Presente em 80% do território nacional, integra o Grupo Casa Bugre, que há mais de 43 anos atua com inovação, solidez e compromisso com o agro sustentável. Mais informações: www.agrilifetech.com.br
AGROLINK & ASSESSORIA
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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