Transporte
Polícia Civil apreende grande quantidade de ecstasy e cocaína em Vila Rica

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Vila Rica (1.125 km de Cuiabá), apreendeu, nesse domingo (20.4), grande quantidade de droga, entre cocaína, ecstasy e crack, prontas para serem vendidas, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão no Bairro Bela Vista, em Vila Rica.
A equipe da Delegacia de Vila Rica foi à casa para cumprir um mandado de busca e apreensão domiciliar e de acesso e extração dos dados de aparelhos celulares eventualmente apreendidos em razão de investigações relacionadas ao crime de receptação.
Quando já estavam no local, após informarem sobre a ordem judicial, os policiais ouviram som de correria e de aparelhos celulares sendo danificados. Diante da suspeita de destruição de provas, eles arrombaram a porta e entraram na casa, onde encontraram o suspeito de 22 anos e a adolescente de 17, sua companheira.
Foram localizados e apreendidos cinco aparelhos celulares, sendo que três deles tinham sinais de tentativas de destruição. Também foi localizada grande quantidade de ecstasy, sete pacotes cheios, já embalados para comercialização, totalizando 476,6 gramas, 45 papelotes de cocaína, prontos para venda, duas porções de crack e duas cartas manuscritas com menção a uma facção criminosa.
Além disso, foram apreendidos ainda uma máquina de cartão, duas garrafas de whisky e pacotes de papelotes para embalar drogas.
O casal foi encaminhado para a delegacia, onde o caso foi registrado como tráfico ilícito de drogas, promover ou constituir organização criminosa, corromper ou facilitar a corrupção de menores, associação para tráfico ilícito de drogas e fraude processual.
Karina Cabral | Polícia Civil – MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Corpo de homem é encontrado em área de mata no Pedra 90, Cuiabá

Foto: CenárioMT
O corpo de um homem ainda não identificado foi encontrado em uma região de mata no bairro Pedra 90, em Mato Grosso, no final da tarde de quarta-feira (3). Populares que passavam pela rua São Jerônimo perceberam a presença da vítima e acionaram as autoridades.
Segundo informações iniciais, o corpo estava no local há pelo menos 10 dias. O estado avançado de decomposição impediu que fossem identificados sinais aparentes de violência ou lesões.
Equipes da perícia técnica foram acionadas para o local, realizando os procedimentos necessários antes da remoção do corpo. O material coletado será analisado para auxiliar na identificação e elucidação do caso.
Após a perícia, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá, onde passará por exame de necropsia para determinar a causa da morte e possibilitar avanços nas investigações.
O caso segue sob investigação, com autoridades avaliando a possibilidade de localizar familiares e verificar histórico de desaparecimento. A população local foi orientada a informar quaisquer informações relevantes que possam auxiliar na identificação da vítima.
Fontes oficiais confirmaram que a investigação contará com apoio de perícia detalhada e levantamento de registros de desaparecidos na região, garantindo que o caso seja conduzido conforme os protocolos de segurança pública.
Fonte: da Redação
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Réus são condenados por execução de estudante em Sinop

Divulgação
As longas penas impostas pelo Tribunal do Júri mudaram de vez o rumo do caso envolvendo a morte da estudante Cleuza Juliene Oliveira de Souza, em Sinop. Três homens foram condenados nesta terça-feira (02) por homicídio qualificado e participação em organização criminosa armada.
O julgamento ocorreu na 1ª Vara Criminal e confirmou a responsabilização de Derick Leonardo Marques Silva, Francinaldo Alves Pereira e Wesley Ribeiro dos Santos, que passarão décadas em regime fechado após o Conselho de Sentença acolher todas as qualificadoras apresentadas pelo Ministério Público de Mato Grosso.
A decisão reconheceu motivo torpe, recurso que dificultou a defesa da vítima e o uso de arma de fogo por membros de uma organização criminosa. Segundo o MPMT, representado pelos promotores Fabison Miranda Cardoso e Eduardo Antônio Ferreira Zaque, o crime demonstrou uma disputa interna de poder entre facções. Durante os debates, os promotores reforçaram que a execução tratou a vida da jovem como instrumento de controle territorial.
Conforme a denúncia, o crime foi cometido em 02 de setembro de 2022, na Estrada Leonora, área rural entre Sinop e Cláudia. A estudante, de 17 anos, foi atraída sob o pretexto de um encontro com integrantes de uma facção, mas acabou morta por rivais. O ataque envolveu disparos de arma de fogo e golpes de facão, resultando em ferimentos descritos no laudo necroscópico como três perfurações por tiro e esgorjamento cervical.
Após a execução, os envolvidos tentaram ocultar o corpo usando lonas e ferramentas como pá e enxada. O trio acabou preso em flagrante enquanto preparava uma cova para enterrar a vítima. As investigações também identificaram que o crime foi filmado por um dos autores, e as imagens foram encontradas em celulares apreendidos.
Atuação de cada réu e detalhes revelados pelo júri
A denúncia detalha o papel de cada integrante no assassinato. Francinaldo Alves Pereira, conhecido como Naldo, foi apontado como o responsável pelos disparos e por coordenar a sequência da execução, incluindo a ordem para ocultar o corpo. Já Derick Leonardo Marques Silva, chamado DK, utilizou um facão para golpear a vítima após os tiros e ainda participou da gravação do vídeo que registrou o crime. Wesley Ribeiro dos Santos, o Israelense, conduziu o veículo que levou a adolescente até o local onde foi morta.
As penas aplicadas foram definidas individualmente: Derick recebeu 17 anos e 3 meses de prisão; Francinaldo, 33 anos, 9 meses e 12 dias; e Wesley, 22 anos e 9 meses. Todos terão de iniciar o cumprimento no regime fechado, conforme determinação da juíza Giselda Regina Sobreira de Oliveira Andrade, que ordenou a execução provisória das sentenças com base na soberania dos veredictos do Tribunal do Júri.
Próximos passos e atuação do GAEJúri
O julgamento contou com apoio do GAEJúri, grupo recém-criado pelo MPMT para auxiliar casos de grande complexidade e repercussão. A estrutura especializada reforça julgamentos em série, mutirões e processos em que há conflito de agendas entre promotores.
Com a condenação estabelecida, os réus seguem para execução das penas enquanto o Ministério Público mantém acompanhamento do caso. A decisão também encerra um processo marcado por violência extrema e pela atuação de facções na região, conforme relatado pelo órgão ministerial.
As informações são do Ministério Público de Mato Grosso.
Fonte: da Redação
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Dois menores são apreendidos após invasão de residência no Centro de Nova Mutum

PMMT
Dois adolescentes foram apreendidos na noite de quarta-feira (3) após invadirem uma residência no Centro de Nova Mutum. A ação ocorreu por volta das 20h20, quando moradores detiveram os jovens até a chegada da Polícia Militar.
Segundo a corporação, quatro pessoas teriam entrado no quintal do imóvel, localizado na Rua das Cerejeiras, mas apenas dois menores — um garoto e uma garota — permaneceram no local e foram imobilizados.
De acordo com o boletim de ocorrência, a casa estava vazia havia alguns dias e já vinha sendo alvo de pequenos furtos. O proprietário relatou que, horas antes, havia reforçado portas e janelas, momento em que encontrou sacolas cortadas, comumente associadas ao armazenamento de entorpecentes. Ele temia que o imóvel estivesse sendo usado para consumo ou preparo de drogas.
A PM informou que, ao serem abordados, os dois adolescentes admitiram ter pulado o muro da residência para usar drogas. Eles também indicaram que o entorpecente estaria com outros dois jovens que fugiram ao perceber a movimentação no local. As equipes fizeram buscas nas ruas próximas, mas nenhum dos fugitivos foi localizado.
Durante o registro da ocorrência, um responsável apresentou espontaneamente um dos adolescentes que havia conseguido escapar. O jovem confirmou que estava com o grupo dentro da casa, mas negou qualquer ligação com drogas. Conforme a Polícia Militar, os três menores detidos já tinham sido conduzidos anteriormente por envolvimento com tráfico.
O Conselho Tutelar acompanhou toda a ação. Todos os adolescentes foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Nova Mutum, onde os procedimentos legais foram adotados, conforme informações da corporação que atendeu à ocorrência.
Fonte: da Redação
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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