Transporte
Polícias Civil e Militar prendem faccionados com drogas e arma de fogo em Matupá

PJC
Três integrantes de uma façcão criminosa envolvidos com crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo foram presos em flagrante, na sexta-feira (14.3), em ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar, no município de Matupá. As prisões integram os trabalhos do Programa Tolerância Zero do Governo do Estado para combate à atuação de facções criminosas em todo Mato Grosso.
As diligências iniciaram após as equipes da Polícia Civil e da Polícia Militar levantarem informações de que faccionados estavam em uma residência no bairro Jardim União, realizando o comércio de entorpecentes, local em que também estariam armazenadas armas de fogo.
Com base nos levantamentos, os policiais passaram a monitorar o endereço, momento em que um dos suspeitos fugiu ao avistar as equipes. Os policiais conseguiram abordá-lo, sendo encontrado com ele uma porção de maconha.
Diante das evidências, as equipes policiais seguiram para a residência, onde encontraram o segundo suspeito. Em buscas no local, foi localizado, debaixo de um colchão, um revólver calibre 38 com quatro munições intactas e uma porção grande de maconha.
Em continuidade às diligências, os policiais foram para outra residência onde estaria o responsável pela venda dos entorpecentes. No local, além da prisão do terceiro suspeito, foi realizada a apreensão de dinheiro, porções de pasta base e de cocaína e de uma balança de precisão, que estavam escondidos no forro da casa.
Todo material ilícito encontrado nas duas residências foi apreendido e os três suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Matupá, onde foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e posse ilegal de arma de fogo, sendo posteriormente colocados à disposição da Justiça.
Assessoria | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil deflagra operação e prende empresário e gestora em flagrante por “gato” em energia elétrica

PJC
A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta terça-feira (23.6), a Operação Gateiro, para apurar o desvio de energia elétrica, popularmente conhecido como “gato”, em Várzea Grande. Durante a operação, um empresário, de 53 anos, e a gestora de um Centro de Recuperação para Dependentes Químicos acabaram presos em flagrante.
A princípio, a operação, realizada pela Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande (DEE-VG), visava cumprir um mandado judicial de busca e apreensão domiciliar em Cuiabá em desfavor de um técnico eletricista, de 54 anos, apontado como o responsável por instalar um esquema de desvio de energia elétrica em uma empresa do ramo de carnes localizada em Várzea Grande.
O mandado judicial, expedido pela 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, foi um desdobramento da Operação Curto-Circuito, deflagrada em 2025, que revelou um esquema de fraudes em medidores de energia elétrica em estabelecimentos comerciais da região metropolitana de Várzea Grande.
Durante a busca, os policiais realizaram uma varredura na residência do suspeito e apreenderam o aparelho celular dele, material que passará a compor os autos do inquérito policial em andamento e poderá subsidiar novas linhas de investigação.
Na sequência das diligências, a equipe da DEE-VG deu continuidade às ações fiscalizatórias, em conjunto com a Energisa e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), voltadas à apuração de eventuais fraudes em medidores de energia elétrica em empresas do segmento de distribuição de bebidas, restaurantes e em uma casa de recuperação de dependentes químicos da região.
Em um dos estabelecimentos, um restaurante no bairro Jardim Eldorado, a equipe da DEE-VG, acompanhada do delegado Ruy Guilherme Peral, flagrou um medidor de energia elétrica fraudado. Diante disso, o proprietário do local, de 53 anos, foi preso em flagrante por estelionato.
Também foi localizado um medidor de energia com fraude em um centro de recuperação para dependentes químicos no bairro Capão do Pequi. A gestora e tesoureira da ONG, de 44 anos, foi presa em flagrante. Os dois presos nesta terça-feira são reincidentes no crime de estelionato por fraude de energia elétrica.
“A Operação Gateiro é um desdobramento natural e técnico das investigações iniciadas na Operação Curto-Circuito. Identificar e responsabilizar aqueles que implementam as estruturas físicas das fraudes é fundamental para desarticular por completo esses esquemas criminosos que causam prejuízo milionário às distribuidoras de energia e, em última análise, a toda a sociedade”, afirmou o delegado Ruy Guilherme Peral, coordenador do Núcleo de Inteligência da DEE-VG.
As diligências fiscalizatórias seguem em andamento. Novos desdobramentos serão informados à medida que as apurações avançarem.
O nome da operação, Gateiro, faz alusão à denominação atribuída, popularmente, ao técnico que implementa “gatos” na rede elétrica.
Karina Cabral | Polícia Civil – MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia esclarece morte de mulher trans e prende suspeito em Nova Mutum

foto: assessoria/arquivo
A Polícia Civil prendeu, hoje, um homem, de 35 anos, suspeito de feminicídio contra a mulher trans Betina Barros, 33 anos, encontrada morta no dia 3 de dezembro do ano passado. O suspeito foi localizado e preso pela equipe da Delegacia de Roubos e Furtos em seu local de trabalho, um canteiro de obras na zona rural da cidade. Também foi cumprido mandado de busca e apreensão na casa onde investigado reside.
Segundo a polícia, Betina foi “contratada para um programa sexual, em uma plataforma digital, no fim da noite do dia 1º de dezembro de 2025, e depois disso não foi mais vista”. A irmã dela registrou um boletim de ocorrência na manhã do dia 3 de dezembro informando sobre o desaparecimento, assim como da motocicleta da vítima, uma Honda Biz 125 branca.
Investigadores iniciaram as buscas pela vítima e, no mesmo dia, cerca de 9 horas depois, o corpo de Betina foi encontrado em uma região próxima a uma faculdade, já em estado de decomposição. A perícia apontou que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico provocado por projétil de arma de fogo.
A motocicleta da vítima foi localizada em uma estrada vicinal próxima ao corpo. No bagageiro do veículo, foi localizada a bolsa dela, com documentos, cartões e dinheiro. Apenas o celular de Betina foi levado. “Os primeiros elementos apontaram que a vítima foi atraída para o local isolado sob o pretexto de um encontro profissional previamente ajustado por meio de plataformas digitais. O cenário do crime, meticulosamente examinado, apresentava características que permitiram descartar, de imediato, a hipótese de um latrocínio patrimonial clássico”, afirmou o delegado Jean Paulo Ferreira, através da assessoria.
Após a localização do corpo, a equipe iniciou as investigações do caso e localizou duas outras mulheres trans que haviam recebido mensagens de um mesmo número na noite do crime, no mesmo horário em que a vítima foi contratada. Segundo as testemunhas, o homem demonstrava urgência e insistia que o encontro acontecesse em um local isolado. Com medo, ambas negaram a realização do programa por questão de segurança. O local proposto batia com a cena do crime.
A Polícia Civil levantou o nome que o número utilizado para falar com as três mulheres estava registrado e chegou ao suspeito e seu endereço. O suspeito foi ouvido, mas alegou que esse número já não lhe pertencia. Como o número estava realmente desativado, ele foi liberado. No entanto, as investigações continuaram e a equipe tentou intimá-lo para ser ouvido. Mas, ao chegar à casa, ele fugiu pelos fundos. Diante da evasão suspeita, os policiais entraram na casa e apreenderam um celular e uma caixa de arma vazia, que poderia ter relação com a usada no crime.
Em continuidade às investigações, foram localizadas câmeras que mostram o suspeito em situações suspeitas na madrugada do dia 2, momentos logo após o crime. Uma delas foi lavando exaustivamente os pneus de sua motocicleta, sugerindo a tentativa de eliminar resíduos de solo e vegetação da cena do crime. Ainda conforme a polícia, no dia 4, ele também procurou uma empresa e pediu que seu celular fosse totalmente redefinido e ficasse “limpo e sem nada”, visando apagar evidências telemáticas que o vinculassem ao crime.
A investigação também chegou ao perfil do suspeito na plataforma utilizada para contratar o programa sexual, onde ele havia se cadastrado expressamente na categoria “mulher-trans”. Foi por meio desse site que ele contatou a vítima e as outras duas mulheres. Após o crime, ele também tentou excluir o perfil na plataforma.
As investigações continuam para apontar a motivação do crime.
Redação Só Notícias
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
PRF apreende 10 kg de skunk e carga de produtos irregulares em Mato Grosso

fotos: assessoria
A Polícia Rodoviária Federal registrou, ontem, duas ocorrências relevantes de apreensões, sendo uma em Cáceres, na BR-070, e outra em Cuiabá, na BR-364, e resultaram na apreensão de skunk, medicamentos, eletrônicos, bebidas e outros produtos importados sem documentação regular.
A primeira ocorrência foi registrada por volta das 12h, no km 741 da BR-070, em Cáceres. Durante fiscalização a um veículo GM Tracker, a equipe encontrou grande quantidade de produtos importados e medicamentos sem comprovação fiscal ou registro regular no Brasil. Entre os materiais apreendidos estavam medicamentos emagrecedores, anabolizantes, perfumes, eletrônicos, celulares, cosméticos, relógio e bebidas alcoólicas. Segundo o registro da ocorrência, parte dos medicamentos era composta por substâncias de uso controlado ou sem registro sanitário regular, o que representa risco à saúde pública. O condutor e todo o material apreendido foram encaminhados à Polícia Federal, para os procedimentos cabíveis.
Horas depois, por volta das 17h30, uma segunda ocorrência foi registrada no km 387 da BR-364, em Cuiabá. Durante fiscalização a um ônibus que fazia a linha Branco-Brasília (DF) a Porto Velho (RO), os policiais localizaram uma bagagem com tabletes de substância análoga à skunk. A mala estava vinculada a uma passageira que seguia no coletivo. Durante a vistoria, foram encontrados nove tabletes de skunk, totalizando aproximadamente 10,4 kg da droga.
A passageira foi presa e encaminhada à Delegacia Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Cuiabá. O ônibus foi liberado para seguir viagem após os procedimentos no local.
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