Transporte
Polícia Militar realiza operação contra pesca predatória durante a Piracema em Aripuanã

PMMT
A 10ª Companhia Independente de Polícia Militar de Aripuanã intensificou, nesta quarta-feira, as ações de fiscalização contra crimes ambientais e pesca predatória no município. A operação, conduzida por uma equipe de patrulhamento fluvial, tem como foco coibir práticas ilegais durante o período de defeso da Piracema, quando a pesca é proibida para proteger a reprodução dos peixes.
Durante a missão, que percorreu aproximadamente 300 quilômetros pelos rios Aripuanã, Canamã, Natal e Branco, foram apreendidos diversos materiais de pesca, incluindo redes, espinhéis, anzóis de galho, caixas de pesca, carretilhas e molinetes. Segundo a Polícia Militar, todos os itens foram inutilizados e destruídos para evitar reutilização.
As ações de fiscalização buscam proteger o equilíbrio ambiental e garantir que a fauna aquática tenha condições adequadas para se reproduzir. De acordo com a guarnição, essas operações serão realizadas de forma contínua e em larga escala durante o período da Piracema, reforçando o compromisso das autoridades com a preservação ambiental no município.
Um Boletim de Ocorrência (BO) foi registrado e encaminhado à Delegacia de Polícia Judiciária Civil de Aripuanã para ciência e acompanhamento. Os policiais ressaltam que o combate à pesca ilegal e a conscientização da população são fundamentais para preservar os recursos naturais e manter o equilíbrio dos ecossistemas fluviais da região.
A Polícia Militar reforça o alerta à comunidade para que denuncie práticas de pesca ilegal por meio de canais oficiais, garantindo a preservação dos rios e a sustentabilidade das espécies para as futuras gerações.
Fonte: TOPNEWS
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Morador de Nova Mutum perde mais de R$ 25 mil em golpe do falso advogado

foto: Só Notícias/Lucas Torres/arquivo
O idoso, de 67 anos, procurou a delegacia de Polícia Civil, ontem à tarde, declarando que foi vítima de estelionato após o suspeito se passar por profissional de advocacia. O prejuízo estimado no golpe foi de R$ 26 mil.
De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima aguarda os trâmites judiciais para a concessão de sua aposentadoria e foi acionada via telefone pelo suposto advogado, alegando que o processo teria sido concluído. Posteriormente, um comparsa teria assumido a ligação com o homem, identificando-se como um juiz e solicitando dados bancários para o repasse do valor relacionado ao benefício previdenciário (não detalhado).
Posteriormente, os criminosos efetivaram cerca de três transferências em dinheiro de seu aplicativo do banco, com destino a contas desconhecidas. O caso está sendo investigado pela delegacia municipal.
Só Notícias/Guilherme Araújo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Três homens são presos em flagrante pela Polícia Militar após tentativa de homicídio

PMMT
Policiais militares do 5º Batalhão prenderam três homens, na noite desta quarta-feira (21.1), suspeitos por tentativa de homicídio e roubo, no bairro Jardim Rosa Bororo, no município de Rondonópolis (220 km de Cuiabá).
Por volta das 23 horas, os militares foram acionados para atenderem a ocorrência, após um homem, de 39 anos, ter sido esfaqueado na coxa, depois de um desentendimento com os vizinhos.
A vítima estava com as roupas sujas de sangue e alegou que ainda teve o celular roubado pelos envolvidos. Após a denúncia, os militares se deslocaram ao local da ocorrência, localizaram e abordaram os suspeitos.
Um dos detidos confessou que invadiu a casa da vítima e mostrou a faca utilizada no crime. À PM, o homem alegou que há dias vem sendo incomodado pela vítima e que seria usuária de entorpecentes.
Durante o desentendimento, o suspeito chamou outros vizinhos, que ajudaram a render o homem. No momento da abordagem, a vítima foi ameaçada de morte pelos envolvidos. Ambos detidos apresentavam sinais de embriaguez. Os denunciados foram conduzidos à delegacia.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.
Wellyngton Souza | PMMT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Operação da Polícia Civil desarticula grupo especializado em delivery de drogas em Cuiabá

PJC
A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (23.01), a Operação Vector, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado no tráfico de drogas, na modalidade delivery, em Cuiabá. A ação resultou no cumprimento de seis mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão.
As investigações da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (Denarc), iniciadas em 2024, identificaram uma estrutura hierarquizada que utilizava entregadores como “vetores humanos” para distribuir entorpecentes em diversos bairros da capital. O grupo operava com fornecedores, gerentes de área e distribuidores, além de tentar promover a entrada de drogas na Penitenciária Central do Estado (PCE).
Os mandados de prisão foram expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Cuiabá contra investigados identificados como o principal fornecedor de drogas, a intermediária e responsável pela venda, juntamente com seus dois filhos, também alvos dos mandados de prisão preventiva, um distribuidor, atualmente recluso na PCE, além de uma investigada que se encontra foragida, com mandado de prisão em aberto.
Durante as diligências, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos bairros Três Barras, Dr. Fábio e São João Del Rey, em Cuiabá. Também foram cumpridas ordens judiciais de sequestro e bloqueio de contas, bens e valores em nome de um dos investigados.
Segundo o delegado Marcelo Miranda Muniz, coordenador da operação, a investigação apontou que o grupo utilizava linguagem codificada, referindo-se a pontos de venda como “lojinhas” e à arrecadação de valores como “recolhe”.
As investigações revelaram conversas sobre quantidades significativas de entorpecentes, incluindo cargas de maconha que estariam sendo negociadas pelos investigados.
“Os investigados responderão por tráfico de drogas, associação ao tráfico e integrar organização criminosa, crimes previstos nos artigos 33 e 35 da Lei 11.343/06 e artigo 2º da Lei 12.850/13. As investigações prosseguem para identificar outros integrantes da rede criminosa e mapear o fluxo financeiro da organização”, afirmou o delegado.
A Operação Vector foi assim denominada em referência ao termo “vector” (vetor), que significa o agente de transporte e disseminação, na biologia.
Karina Cabral | Polícia Civil – MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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