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Agronegócio

Exportações de Carne Suína do Brasil Registram Receita de 52,98% em Apenas Nove Dias Úteis

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Segundo dados divulgados nesta segunda-feira (14) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada alcançaram cerca de 52,98% do total faturado no mês de outubro de 2023 em apenas nove dias úteis.

A receita obtida até o momento, totalizando US$ 100.016,12, representa quase a metade do faturamento total do mês, que foi de US$ 188.767,06. Em relação ao volume embarcado, foram exportadas 40.143,289 toneladas, equivalentes a 48,63% do total registrado no mesmo período do ano passado, que foi de 82.531,609 toneladas.

A média diária de faturamento até agora é de US$ 11.112,902, uma cifra 23,6% superior à do mês anterior. Entretanto, em comparação com a semana anterior, houve uma queda de 21,66%, visto que na semana passada a receita média foi de US$ 14.186,755.

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Em termos de volume diário, a média foi de 4.460,365 toneladas, o que representa um aumento de 13,5% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Por outro lado, quando comparado ao resultado da semana anterior, observa-se uma redução de 20,31% em relação às 5.597,414 toneladas exportadas.

O preço pago por tonelada de carne suína é de US$ 2.491,477, cifra que é 8,9% superior à média praticada em outubro do ano passado. Comparando com a semana anterior, esse valor representa uma diminuição de 1,69% em relação aos US$ 2.534,519 registrados anteriormente.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Demanda por frango abatido deve crescer no início de 2026, apesar de preços pressionados no Nordeste

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O mercado brasileiro de carne de frango iniciou 2026 com preços variando entre estabilidade e leves altas em algumas regiões, segundo dados da Safras & Mercado. De acordo com o analista Fernando Iglesias, a virada de ano trouxe recuperação pontual em determinados cortes, especialmente no Sudeste.

Iglesias explica que o primeiro trimestre costuma ser um período de aumento no consumo da proteína, já que os consumidores tendem a optar por carnes mais acessíveis após as festas de fim de ano. “A demanda se direciona para opções mais baratas, e o frango ganha destaque nesse cenário”, afirma.

Contudo, ele ressalta que o Nordeste enfrenta um cenário mais delicado. “Os preços na região estão muito fragilizados devido à ampla oferta de produto”, destaca o analista.

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Frango vivo e abatido seguem tendências distintas no curto prazo

Enquanto o frango vivo apresenta viés de novas quedas nos preços, o frango abatido encontra um cenário mais equilibrado, dependente do ritmo de consumo interno. As variações entre regiões refletem diferenças na oferta e na capacidade de absorção do mercado doméstico.

Em Minas Gerais, o preço do quilo vivo permaneceu em R$ 5,10, enquanto em São Paulo recuou de R$ 5,30 para R$ 5,20. Nas integrações de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, as cotações seguiram estáveis em R$ 4,65, e no Paraná, em R$ 5,00.

Já nas regiões Centro-Oeste e Nordeste, os preços apresentaram quedas mais acentuadas. No Mato Grosso do Sul, o quilo vivo manteve-se em R$ 5,20, enquanto em Pernambuco e Ceará houve forte retração, de R$ 7,40 para R$ 6,00 e de R$ 7,50 para R$ 6,20, respectivamente. No Pará, o recuo foi de R$ 8,20 para R$ 6,50.

Preços dos cortes de frango variam no atacado e na distribuição

No atacado paulista, os preços dos cortes congelados apresentaram oscilações ao longo da semana. O quilo do peito subiu de R$ 10,50 para R$ 10,75, a coxa caiu de R$ 7,70 para R$ 7,60, e a asa avançou de R$ 10,60 para R$ 11,00.

Na distribuição, o peito teve elevação de R$ 10,70 para R$ 11,00, a coxa recuou de R$ 7,90 para R$ 7,80 e a asa valorizou-se de R$ 10,80 para R$ 11,20.

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Nos cortes resfriados, o comportamento foi semelhante. No atacado, o peito subiu de R$ 10,60 para R$ 10,85, a coxa caiu de R$ 7,80 para R$ 7,70 e a asa aumentou de R$ 10,70 para R$ 11,10. Na distribuição, o peito atingiu R$ 11,10, enquanto a coxa recuou para R$ 7,90 e a asa subiu para R$ 11,30.

Exportações de carne de frango fecham 2025 com leve retração

As exportações brasileiras de carne de aves e miudezas comestíveis totalizaram US$ 825,1 milhões em dezembro de 2025, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). No mês, o Brasil embarcou 469,9 mil toneladas, com média diária de 21,3 mil toneladas e preço médio de US$ 1.756 por tonelada.

Comparando com dezembro de 2024, houve alta de 8% no valor médio diário e crescimento de 13,7% na quantidade embarcada, embora o preço médio tenha recuado 5%.

No acumulado de 2025, as exportações totalizaram US$ 8,81 bilhões, uma queda de 2,9% em relação ao ano anterior, quando o país atingiu US$ 9,08 bilhões.

Perspectiva para o setor

A expectativa é de que o primeiro trimestre de 2026 mantenha o ritmo de recuperação do consumo interno, impulsionado pela busca por proteínas mais acessíveis. Apesar das dificuldades regionais, especialmente no Nordeste, o cenário geral aponta para estabilidade com viés de alta no frango abatido, enquanto o frango vivo pode enfrentar ajustes de preços negativos no curto prazo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Agronegócio

Preço da arroba do boi reage no início de 2026, enquanto exportações batem recorde histórico em 2025

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O mercado físico do boi gordo começou 2026 com preços firmes e leves altas em importantes praças pecuárias do Brasil. Segundo análise de Fernando Iglesias, da Safras & Mercado, frigoríficos de menor porte intensificaram a compra de gado devido às escalas de abate mais curtas, o que pressionou os valores para cima em algumas regiões.

A limitação da oferta e o cenário externo mais incerto — após as novas regras impostas pela China, principal destino da carne bovina brasileira — também contribuíram para a reação dos preços.

China impõe cotas e tarifas, e frigoríficos avaliam reduzir abates

O mercado segue se ajustando à nova política comercial chinesa, que determinou um limite de 1,1 milhão de toneladas anuais para importação de carne bovina brasileira. Exportações que ultrapassarem esse volume estão sujeitas a tarifas extras.

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Iglesias explica que há especulações sobre 350 mil toneladas de carne que ainda estão em trânsito para a China, referentes a contratos firmados em 2025. “Diante dessa decisão, alguns frigoríficos já avaliam reduzir a capacidade de abate em suas plantas”, afirma o analista.

Cotações da arroba do boi em diferentes estados

Confira as médias registradas no dia 8 de janeiro de 2026 (valores a prazo):

  • São Paulo (Capital): R$ 323,00/@ — alta de 0,94% frente aos R$ 320,00 da semana anterior;
  • Goiás (Goiânia): R$ 315,00/@ — aumento de 0,64% em relação à última semana;
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 315,00/@ — estável;
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 315,00/@ — sem variação;
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 300,00/@ — sem mudanças;
  • Rondônia (Vilhena): R$ 280,00/@ — inalterado.
Atacado mantém preços estáveis após as festas

No mercado atacadista, os preços permaneceram estáveis. Conforme explica Iglesias, o período pós-festas costuma registrar uma redução na demanda por cortes nobres, como os do traseiro bovino, devido à busca do consumidor por opções mais acessíveis, como dianteiro bovino, frango, ovos e embutidos.

  • Traseiro bovino: R$ 25,40/kg — estável;
  • Dianteiro bovino: R$ 17,85/kg — sem alteração.
Exportações de carne bovina batem recorde histórico em 2025

Mesmo diante de desafios logísticos e diplomáticos, 2025 se consolidou como o melhor ano da história para as exportações de carne bovina brasileira. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), o país embarcou 3,5 milhões de toneladas, um avanço de 20,9% sobre 2024.

A receita total alcançou US$ 18,03 bilhões, alta de 40,1% em relação ao ano anterior. A carne bovina in natura foi o destaque, com 3,09 milhões de toneladas exportadas e faturamento de US$ 16,61 bilhões.

Os produtos brasileiros chegaram a mais de 170 países, ampliando a presença global do setor e diversificando os destinos, consolidando o Brasil como líder mundial nas exportações de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Carne suína perde força no início de 2026: consumo menor e preços em leve queda marcam o setor

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Após o período de festas, o mercado de carne suína inicia 2026 com menor dinamismo. Segundo análise da Safras & Mercado, os preços da proteína registraram estabilidade na primeira semana do ano, tanto no quilo vivo quanto nos principais cortes comercializados no atacado.

O analista Fernando Iglesias explica que a demanda naturalmente perde força no primeiro trimestre, um movimento oposto ao da carne de frango, que tende a ganhar espaço no consumo doméstico.

“A carne suína sofre com a descapitalização da população e com as altas temperaturas, que desestimulam o consumo da proteína in natura”, afirma Iglesias.

Mudança no perfil de consumo

Com a retração da demanda por cortes frescos, a tendência é que o consumo se concentre em embutidos, como presunto, mortadela, linguiça e salsicha, produtos que mantêm estabilidade mesmo em períodos de menor procura por carne fresca.

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De acordo com o analista, esse padrão deve se manter ao longo do primeiro trimestre de 2026, refletindo o comportamento sazonal do mercado brasileiro.

Preços recuam levemente em várias regiões

O levantamento da Safras & Mercado mostra que o preço médio nacional do quilo do suíno vivo caiu de R$ 8,00 para R$ 7,92 na semana. No atacado, o pernil ficou em R$ 13,14 e a carcaça suína teve média de R$ 12,37.

Entre os estados, o comportamento dos preços foi de leve retração ou estabilidade:

  • São Paulo: arroba caiu de R$ 170,00 para R$ 167,00;
  • Rio Grande do Sul: integração estável em R$ 6,75 e queda no interior de R$ 8,59 para R$ 8,50;
  • Santa Catarina: integração em R$ 6,70 e interior em queda para R$ 8,40;
  • Paraná: leve baixa para R$ 8,35 no mercado livre;
  • Mato Grosso do Sul: estabilidade em R$ 8,00 (Campo Grande) e R$ 6,70 (integração);
  • Goiás e Minas Gerais: sem alterações, com preços entre R$ 8,20 e R$ 8,70;
  • Mato Grosso: quilo vivo em Rondonópolis mantido em R$ 8,00.

Esses resultados refletem um período de ajuste pós-festas, com oferta e demanda buscando novo equilíbrio.

Exportações seguem em alta e sustentam o setor

Apesar do cenário doméstico de menor consumo, o mercado externo continua sendo um importante fator de sustentação para a suinocultura brasileira.

Em dezembro de 2025, o Brasil exportou 118,6 mil toneladas de carne suína “in natura”, movimentando US$ 300,7 milhões, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

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As médias diárias registraram aumento de 25,6% em volume e 25,9% em valor em comparação a dezembro de 2024, com preço médio de US$ 2.535,20 por tonelada.

Esses números confirmam o fortalecimento das vendas externas, especialmente para mercados asiáticos, que seguem como os principais destinos da proteína brasileira.

Perspectiva para o primeiro trimestre de 2026

A expectativa é de que o setor atravesse um período de menor rentabilidade nos primeiros meses de 2026, antes de uma possível recuperação gradual a partir do segundo trimestre, com o retorno de temperaturas mais amenas e recomposição da demanda interna.

Enquanto isso, o desempenho nas exportações deve continuar sendo o principal motor de estabilidade para os produtores brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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