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Agricultura

Brasil conquista 20 novos mercados em seis países

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Brasil conquista 20 novos mercados em seis países

 

 

O Peru autorizou a importação de erva-mate, o Reino Unido e o México autorizaram a importação de erva-mate processada, incrementando a presença desse produto no mercado internacional e consolidando o Brasil como importante fornecedor global dessa “commodity”.

O farelo de mandioca brasileiro foi liberado para exportação para Austrália, Peru, Reino Unido, Angola, México e Coreia do Sul, o que amplia o alcance desse produto em outros mercados.

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A polpa cítrica desidratada teve sua exportação aprovada para Austrália, México, Reino Unido, Angola e Coreia do Sul, consolidando a liderança brasileira no setor de cítricos.

Foi obtida aprovação para exportar feno (“alfalfa hay” e “timothy hay”) para Peru, Angola e Coreia do Sul, além de feno processado para o Reino Unido. Com isso, são criadas novas oportunidades no setor de alimentação animal e diversificados os possíveis destinos exportadores.

Adicionalmente, abriu-se o mercado de flor seca de cravo-da-índia e fibra de coco no Peru, o que amplia a variedade de produtos agrícolas que pode ser exportada para esse mercado.

Com essas vinte novas autorizações, o agronegócio brasileiro chega à 158ª abertura de mercado em 2024, totalizando 236 aberturas novas oportunidades desde o início de 2023, consolidando o protagonismo do Brasil no comércio agrícola internacional.

Esses resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

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Fonte: MAPA

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Programas do Plano Safra 2025-26 recebem mais de R$ 15,3 bilhões em recursos do BNDES

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Divulgação

 

Mais de R$ 15,3 bilhões para operações de crédito rural dos programas do Plano Safra 2025-2026 foram disponibilizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), nesta terça-feira, 13 de janeiro. Deste montante, R$ 10,4 bilhões serão destinados às linhas voltadas para agricultura empresarial e R$ 4,9 bilhões para agricultura familiar.

Com a medida, o total de recursos ainda disponível nos diferentes Programas Agropecuários do Governo Federal (PAGF) a serem repassados pelo Banco é de R$ 20,1 bilhões, com prazo de utilização até junho de 2026.

“Com a nova liberação de recursos para o Plano Safra 2025/26, o BNDES reafirma seu papel estratégico no governo do presidente Lula ao apoiar o agro brasileiro. São recursos para apoiar tanto os pequenos e médios produtores quanto à agricultura empresarial. Crédito para investimento, inovação e sustentabilidade, fortalecendo a produção de alimentos e permitido que o setor siga como um dos principais motores do desenvolvimento do país”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

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Recursos

Os recursos poderão ser utilizados por produtores rurais, cooperativas e agricultores familiares para custeio e investimento em diversas finalidades, incluindo ampliação da produção, aquisição de máquinas e equipamentos, armazenagem e inovação.

Apoio

O BNDES é um dos principais apoiadores do setor agropecuário. No Plano Safra 2025-2026, o Banco já aprovou R$ 26,4 bilhões no âmbito dos PAGF e atendeu a solicitações de mais de 105 mil operações por meio de operações indiretas, realizadas pela rede de agentes financeiros credenciados.

Oferta de crédito

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Além dos PAGFs, o BNDES também oferece soluções próprias para garantir a oferta de crédito ao setor agropecuário durante todo o ano, como o BNDES Crédito Rural – na atual safra, o produto já soma R$ 4,4 bilhões em operações aprovadas.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Há 10 anos, o CTECNO Parecis se destaca como referência em pesquisas para solos arenosos em Mato Grosso

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AprosojaMT

 

Para auxiliar o produtor rural na tomada de decisões práticas, no aumento da produtividade e na adoção de práticas sustentáveis, a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) implantou Centros de Pesquisa voltados à realidade do campo. Um deles é o Centro Tecnológico Parecis (CTECNO Parecis), em parceria com Instituto Mato-grossense de Agronegócio (Iagro MT), referência nacional em manejo de solos arenosos.

Ao relembrar o início das atividades do Centro de Pesquisa em 2016, o pesquisador e consultor da Aprosoja MT, Leandro Zancanaro, destacou que, desde o início, o projeto foi bem conduzido, destacando-se como referência nacional.

“O projeto a campo hoje demonstra o quanto foi bem planejado, implantado e conduzido desde o início. O CTECNO Parecis é a principal estação de pesquisa em solos arenosos do Brasil. O zelo e o capricho das equipes são impressionantes. Os trabalhos desde o início dos projetos foram sempre muito bem conduzidos, assim como sempre ocorreu nestes 10 anos de condução”, afirmou Leandro.

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Para o pesquisador, os resultados obtidos ao longo dos anos devem ser analisados de forma integrada, considerando os diferentes fatores que influenciam o desempenho das lavouras.

“Não há como dizer que um resultado individual é mais relevante que outro. O CTECNO Parecis comprova que o resultado a campo é consequência da integração de todos os resultados obtidos ao longo do tempo, e de todas as condições ambientais, que interferem dia a dia nos efeitos da produção a campo. É impressionante como esta estação experimental, desde o início, até hoje, conseguiu, sempre estar totalmente identificado com a necessidade do produtor. Todos estes trabalhos demonstram que a melhor estratégia de manejo é a integração de todos os conhecimentos técnicos científicos devidamente comprovados associado a aplicabilidade no campo”, pontuou Leandro Zancanaro.

Produtor rural em Campo Novo do Parecis, Antônio Brolio acompanhou desde o início a implantação do Centro de Pesquisa e destaca a importância da iniciativa para a região e os avanços significativos para a produtividade das áreas arenosas.

“De início quando foi escolhido a área do CTECNO aqui na região do Parecis, ficamos empolgados, pois uma boa porcentagem da região tem solo arenoso e grande parte ficava em segundo plano com menores investimentos ou só com pastagem. Técnicas implementadas no CTECNO demonstram a possibilidade de se produzir bem nesses solos. Manejos com plantas de cobertura formando boa massa de palhada, que além de reter água e nutrientes, são essenciais para proteção do solo e assim conseguimos melhorar as médias de produção. Em solos arenosos o centro de pesquisa é referência até fora do estado e o produtor que aproveitou desde o início e incrementou novas técnicas logo teve resultados positivos”, observou.

O produtor também ressaltou que o modelo de pesquisa adotado pelo Centro aproxima os produtores do conhecimento técnico e fortalece a confiança nas decisões adotadas dentro das propriedades. “Como no CTECNO as pesquisas são totalmente abertas aos agricultores, isso nos aproxima e nos dá confiança no trabalho dos técnicos influenciando em nossas decisões”, ressaltou Antônio Brolio.

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Para o vice-presidente Sul da Aprosoja MT e coordenador da Comissão de Defesa Agrícola, Fernando Ferri, a criação dos Centros de Pesquisa surgiu da necessidade de oferecer soluções práticas para áreas consideradas mais desafiadoras do ponto de vista produtivo.

“O CTECNO, há 10 anos atrás, foi criado justamente pela particularidade da área. Por ser de solos mistos, áreas arenosas e solos fracos. Então nós realizamos vários manejos de fertilidade de solo, exaustão de alguns nutrientes, palhada, rotação de cultura. Com esses trabalhos, todo produtor que visita o nosso CTECNO sai de lá deslumbrado, porque quando você só ouve falar dos resultados, você tem uma noção. Mas quando você vai lá e vê aquilo na prática, você consegue ver a diferença. A gente tem sempre atualizado as pesquisas em cima do que o produtor tem necessidade. Então, tudo que está acontecendo no momento, a gente consegue transcrever para ter um resultado confiável. E o grande objetivo nosso, além de trazer viabilidade para as áreas marginais, é a imparcialidade, ter um resultado confiável que o produtor saiba que não vai ter interferência de nenhuma multinacional ou empresa”, afirmou Ferri.

O vice-presidente Sul ainda destacou que, ao longo dos anos, o CTECNO Parecis tem cumprido o papel de aproximar o produtor rural da tecnologia, aliando rentabilidade e sustentabilidade. “Um dos objetivos da missão da Aprosoja MT é ter sustentabilidade e rentabilidade no seu negócio. E lá a gente traz à luz os testes que precisam ser feitos. Às vezes o produtor não precisa ficar testando na sua propriedade qual manejo vai dar certo. Lá a gente já vai ter o resultado pronto. Quando você vai lá e visita um centro técnico como esse consegue ver manejos com resultados prontos. Então, automaticamente, o produtor só copia aquilo que ele estava vendo e leva para a sua realidade. E com isso ele vai oferecer mais rentabilidade e sustentabilidade para ele se manter no campo com produção e financeiramente ativo”, ressaltou Fernando Ferri.

Ao final, Fernando Ferri convidou os produtores a participarem da programação especial em comemoração aos 10 anos do CTECNO Parecis.

“Eu gostaria de convidar todos os membros da Comissão de Defesa Agrícola que dia 14 às 18h30 nós teremos a nossa primeira reunião anual da Comissão de Defesa Agrícola. E no dia seguinte, que será dia 15, nós vamos estar com o nosso campo aberto, vamos ter palestras magnas e visitação ao campo, onde o produtor vai poder enxergar tudo isso pessoalmente. Então, gostaria que todos os produtores sintam-se convidados a participar do nosso Centro de Pesquisa e do nosso grande dia com uma comemoração aos 10 anos”, finalizou.

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E para marcar essa trajetória dedicada à pesquisa aplicada e à geração de conhecimento para o campo, o CTECNO Parecis realiza, na quinta-feira (15.01), um evento especial em Campo Novo do Parecis. A programação contará com palestras de dois nomes nacionais, sendo o biólogo e apresentador Richard Rasmussen e o produtor rural e ex-ministro da agricultura, Antônio Cabrera, além de visitas às áreas experimentais, proporcionando aos produtores rurais a oportunidade de conhecer de perto os resultados das pesquisas desenvolvidas ao longo desses 10 anos e como elas podem ser aplicadas na prática, fortalecendo a produtividade, a rentabilidade e a sustentabilidade das propriedades.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Trigo enfrenta equilíbrio instável em meio a oferta ampla

Publicado

em

Foto: Seane Lennon

O mercado de trigo vive um momento de equilíbrio instável, marcado por forças que limitam quedas mais acentuadas, mas ainda insuficientes para alterar a tendência predominante de baixa observada nas últimas semanas. Segundo a TF Agroeconômica, o comportamento recente dos preços reflete mais ajustes técnicos e movimentos pontuais de cobertura do que uma mudança estrutural no cenário, influenciado por oferta global abundante, postura defensiva dos fundos e um ambiente macroeconômico adverso, com dólar valorizado.

Entre os fatores de sustentação, ganham destaque os fundamentos produtivos e climáticos nos Estados Unidos, onde o déficit de umidade nas áreas de trigo de inverno eleva o risco para a safra 2026. Soma-se a isso a expectativa de redução da área plantada, estimada em 13,12 milhões de hectares, abaixo dos 13,42 milhões registrados na temporada anterior, sinalizando menor potencial de oferta futura. No campo geopolítico, a intensificação do conflito entre Rússia e Ucrânia, com ataques a embarcações civis próximas a Odessa e o uso de armamentos mais sofisticados, reforça o prêmio de risco logístico e mantém o mercado sensível a qualquer interrupção no fluxo exportador do Mar Negro. Os estoques finais dos Estados Unidos também apresentam leve viés altista, com projeção de 24,39 milhões de toneladas, abaixo do número divulgado em dezembro, ajudando a conter pressões negativas mais fortes.

Por outro lado, os fatores de baixa seguem predominantes. Os fundos de investimento continuam pouco atuantes no lado comprador, enquanto o dólar forte frente ao euro reduz a competitividade do trigo americano. A oferta mundial permanece confortável, com diversos exportadores disputando espaço em um ambiente de competição agressiva por preços. No Brasil, a queda nas exportações, com janeiro registrando 287,4 mil toneladas frente a volumes maiores em meses anteriores, reforça a percepção de maior disponibilidade interna e pressão sobre as cotações.

Apesar de o trigo estar barato em termos históricos recentes, o mercado ainda não apresenta sinais técnicos claros de reversão, mantendo a necessidade de acompanhamento atento dos relatórios do USDA e da evolução do conflito no Mar Negro, principais vetores de volatilidade no curto prazo.

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AGROLINK – Leonardo Gottems

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Tendência