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SOJA

Mato Grosso registra alta nos preços da soja

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Foto: CenárioMT

 

O setor de soja em Mato Grosso continua apresentando resultados positivos. De acordo com dados do Instituto Matogrossense de Economia Agropecuária (Imea), a comercialização da oleaginosa para a safra 2023/2024 avançou significativamente em julho, atingindo 92,35% da produção prevista.

O aumento nos preços da soja, que se mantiveram em torno de R$ 120,00 por saca na maior parte do estado, impulsionou a comercialização. O preço médio negociado em julho foi de R$ 121,67 por saca, registrando uma valorização de 0,40% em relação ao mês anterior.

A estabilidade dos preços e a proximidade do início do plantio da nova safra estimularam os produtores a comercializar seus grãos, garantindo assim a receita para os próximos investimentos. As vendas antecipadas da safra 2024/2025 já alcançaram 26,29% da produção estimada, demonstrando a confiança dos produtores no mercado.

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A valorização do dólar também contribuiu para a alta dos preços futuros da soja em Mato Grosso, incentivando ainda mais a comercialização da oleaginosa.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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SOJA

Mato Grosso reduz 14% venda de soja para exterior

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foto: arquivo/assessoria

 

O Instituto Mato-grossense de Ecomia Agropecuária (IMEA) informou que o volume escoado para o exterior, mês passado, foi 14,95% inferior ao registrado em maio do ano passado. A retração é reflexo da redução das compras feitas pela China, que totalizaram 2,79 milhões de toneladas no mês, queda de 22,74% ante o mesmo período de 2025.

Além disso, a maior demanda interna pela oleaginosa no Estado contribuiu para absorver parte da oferta disponível, impulsionada pelo avanço do esmagamento para produção de óleo de soja, principal matéria-prima utilizada na fabricação de biodiesel. Apesar do recuo mensal, no acumulado de janeiro a maio, as exportações estaduais atingiram 19,85 milhões de toneladas, o maior volume para o período nos últimos cinco anos.

As reduções no ritmo das exportações são comuns no período entre safra. Para 2026, a estimativa do IMEA é de que o estado envie 32,11 milhões de toneladas de soja ao longo do ano, volume 0,31% superior ao negociado em 2025.

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Só Notícias

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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SOJA

Vazio sanitário da soja já está em vigência em Mato Grosso

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Dados do Indea demonstram que a cultura da soja está em expansão no Estado. – Foto por: Indea

 

O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) informa que o período do vazio sanitário da soja em Mato Grosso da safra 2025/26 já está em vigência. O período que proíbe a existência de qualquer estágio vegetativo de soja, visando diminuir incidência da ferrugem asiática, começou na segunda (8.6) e vai até o dia 06 de setembro, conforme previsto na Instrução Normativa Conjunta nº 001/2026 entre o Indea e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

Durante o período de 90 dias de vigência da fase proibitiva de plantio de soja, o Indea realizará fiscalizações nas propriedades produtoras para verificar se o vazio sanitário está sendo cumprido.

A medida fitossanitária foi instituída pelo Indea em 2006, por sugestão de produtores e pesquisadores que perceberam a necessidade de controlar a principal doença da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, além de outras pragas e doenças da cultura.

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O fungo que causa a ferrugem asiática da soja precisa de hospedeiro vivo (plantas vivas de soja) para se desenvolver e multiplicar, ao eliminar as plantas de soja na entressafra quebra-se o ciclo do fungo, retardando o surgimento da doença na safra seguinte.

A ferrugem asiática provoca a desfolha precoce da planta, impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma praga de importância econômica para Mato Grosso.

O produtor rural que foi pego descumprindo está sujeito a multa 30 Unidades de Padrão Fiscal (UPFs), no valor atual de R$ 7.855,20, mais 02 UPFs por hectare da área reservada ao plantio.

Produção

Dados do Indea demonstram que a cultura se encontra em expansão no Estado. Na safra 2024/2025 foram cadastradas 16.324 unidades de produção (UPs), com total de área de 11.353.852 hectares. Já na safra 2025/2026 foram cadastradas 16.610 UPs, com uma área de 11.706.361 hectares, resultando em um incremento de 352.509 hectares de soja.

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Luciana Cury | Indea

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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SOJA

Soja responde por 84% das exportações do Piauí em maio

Publicado

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Divulgação

A soja reafirmou sua liderança no agronegócio do Piauí ao responder por 83,9% das exportações estaduais em maio. Segundo dados do setor, a oleaginosa movimentou cerca de R$ 460,5 milhões, de um total de R$ 549 milhões exportados pelo estado no período, consolidando o Cerrado piauiense como uma das principais fronteiras agrícolas do país.

Atualmente, a cultura ocupa aproximadamente 1,2 milhão de hectares no estado, com forte concentração na região do Matopiba. Municípios como Uruçuí, Baixa Grande do Ribeiro, Ribeiro Gonçalves, Bom Jesus e Santa Filomena são responsáveis por cerca de 75% da produção estadual, destacando-se entre os maiores polos produtores de grãos do Brasil.

Apesar da queda de 15,7% nas exportações em comparação com maio de 2025, o agronegócio manteve saldo positivo na balança comercial. O resultado foi impulsionado pela redução de 75% nas importações, garantindo um superávit próximo de R$ 496 milhões no mês.

Além da soja em grão, o estado também exporta farelo de soja, óleos vegetais, mel natural e outros produtos agroindustriais, ampliando a geração de valor dentro da cadeia produtiva. A China segue como principal destino das exportações piauienses, absorvendo cerca de dois terços dos embarques realizados em maio.

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Com investimentos em armazenagem, logística, infraestrutura e tecnologia, o Cerrado do Piauí continua ampliando sua competitividade. O desempenho da soja reforça a importância do estado no abastecimento dos mercados internacionais e fortalece o papel do Matopiba como uma das regiões mais estratégicas para a produção brasileira de alimentos, fibras e energia.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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