Transporte
Produtores se unem em escudo contra invasões e cobram posição dos governos

Reprodução
Dez dias depois a invasão à Fazenda Brilhante, em Terra Roxa (PR), a situação só agravou. Os produtores rurais consideram que a passividade dos Governos do Estado e Federal permitiu o avanço dos acampamentos indígenas sobre outras propriedades rurais da região. A mais recente invasão foi confirmada nesta segunda-feira (15), em Guaíra. “Meu filho saiu cedo e se deparou com cinco barracas. Me chamou, fomos entender o que estava acontecendo e houve confronto. Meu filho ficou ferido após uma paulada no pescoço e precisou de atendimento do Samu”, conta Paulo Braga, um dos proprietários da área. Um indígena também ficou ferido na confusão.
Nesta terça-feira (16) o clima amanheceu ainda mais tenso. Os invasores exigem negociação com a Itaipu Binacional. “A Itaipu havia prometido comprar terras para indígenas de Guaíra e Terra Roxa e até agora não tivemos respostas. Então, resolvemos entrar para ampliar nossa terra”, disse uma das lideranças do movimento, Marilúcia Aguero, à reportagem da TV Tarobá.
Em dezembro de 2023 o Portal Sou Agro noticiou a intenção da Itaipu Binacional na compra de terras para saldar o que a empresa considera uma dívida histórica junto aos chamados povos originários. A Itaipu reconhece que em razão da construção a usina áreas indígenas foram prejudicadas. Durante o Show Rural representantes do Governo Federal reafirmaram a intenção, que por hora, ainda não se concretizou. Um grupo de trabalho foi montado para organizar os próximos passos. Já os indígenas não tiveram a paciência necessária.
O prefeito de Guaíra está em Brasília. “Fomos surpreendidos com invasão em Guaíra. São áreas produtivas, propriedades legitimadas por cadeia dominial mais que centenária. Estamos há duas décadas convivendo com isso. Estou em Brasília para clamar mais uma vez. O pedido agora é por uma solução para pacificar”, disse.

EM DEFESA DA PROPRIEDADE
Centenas de produtores rurais se posicionaram às margens da PR-496 com colheitadeiras, escavadeiras, tratores e caminhões. Uma espécie de escudo humano para evitar novas ocupações no trecho. As forças de segurança estão ativas e vigilantes para que confrontos sejam evitados.
Os produtores vivem a insegurança. “Eles chegam aqui, invadem a propriedade e ficamos de mãos atadas. Não temos a quem recorrer”, observa o agricultor Vagner José Rodrigues.
Os Sindicatos Rurais de Guaíra e Terra Roxa aguardam nesta quarta-feira (17) a visita do Secretário de Estado de Segurança.
NOTA OFICIAL FAEP
O Sistema FAEP/SENAR-PR repudia a invasão de uma propriedade rural no município de Guaíra, na região Oeste do Paraná, na última segunda-feira (15). Segundo informações da imprensa local, a área foi invadida por 30 indígenas. No local, produtores rurais sofreram violência por parte dos invasores, sendo que o Samu precisou ser acionado para prestar socorro.
Mais uma vez, a região Oeste do Paraná é palco de invasões de terra. O local tem sido alvo frequente de indígenas invadindo propriedades rurais privadas. No começo do mês de julho, uma propriedade rural no município de Terra Roxa foi invadida por indígenas.
O Sistema FAEP/SENAR-PR ressalta que a passividade do poder público em controlar as invasões tem servido de incentivo para que novos grupos se formem. Ainda, a entidade pede que o Marco Temporal, que ratifica que as demarcações de terras indígenas devem ser limitadas à data da promulgação da Constituição Federal (5 de outubro de 1988) seja cumprido, para que os produtores rurais tenham segurança jurídica.
O Sistema FAEP/SENAR-PR e o Sindicato Rural de Guaíra estão prestando atendimento aos produtores rurais da região.
Redação Sou Agro
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil prende mãe e filho por tráfico de drogas em Várzea Grande

PJC
A Polícia Civil prendeu em flagrante, na manhã desta quarta-feira (29.4), uma mulher, de 52 anos, e seu filho, de 24 anos, durante cumprimento de mandado judicial de busca e apreensão em uma residência no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, após drogas serem encontradas na casa.
A ação policial foi deflagrada com base em uma investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), que teve como origem uma denúncia anônima sobre intensa movimentação de pessoas e veículos no imóvel onde residem os investigados, apontando possível comercialização de entorpecentes.
As investigações realizadas confirmaram os relatos da denúncia: o tráfico de drogas era de fato praticado por mãe e filho no local, apontado como ponto de venda de entorpecentes, popularmente conhecido como “boca de fumo”. As apurações apontaram, ainda, que os dois são vinculados a uma facção criminosa que atua em Várzea Grande.
Diante dos elementos coletados, o delegado Eduardo Ribeiro representou pelo mandado judicial de busca e apreensão, cuja execução resultou na prisão em flagrante de ambos os investigados.
Ao perceber a aproximação dos policiais, o filho tentou se desfazer de drogas arremessando-as por cima do muro da residência, na tentativa de que o material não fosse encontrado durante a diligência. Em seguida, ele tentou empreendeu fuga do local.
No entanto, a equipe policial da Denarc frustrou a tentativa e recolheu as drogas que haviam sido lançadas na rua. A mãe resistiu à prisão, mas também acabou detida. Ambos os investigados foram conduzidos à delegacia e autuados em flagrante delito.
Foram apreendidos uma porção de maconha, 10 porções de pasta base, apetrechos utilizados no comércio de entorpecentes, R$ 1.319 em espécie e uma motocicleta. Todo o material foi encaminhado para perícia técnica.
Os dois foram autuados em flagrante delito pelas práticas dos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ambos já possuíam antecedentes criminais registrados pelos mesmos delitos nos anos de 2021, 2023 e 2024.
As investigações seguem em andamento para o aprofundamento da apuração e identificação de possíveis outros integrantes da rede criminosa.
Karina Cabral | Polícia Civil – MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

PJC
Dois veículos roubados e furtados em ações distintas foram recuperados pela Polícia Civil nesta segunda e terça-feira (27 e 28.4), durante investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis.
O primeiro veículo recuperado foi Ford/Ka, localizado na segunda-feira (27). As investigações iniciaram após a vítima, de 61 anos, procurar a Derf Rondonópolis para relatar um roubo ocorrido em sua residência, no bairro Loteamento Kennedy, na noite de domingo (26).
Segundo a vítima, quatro criminosos encapuzados e armados invadiram o imóvel durante um encontro social, rendendo os presentes e subtraindo pertences pessoais, além de um veículo que estava estacionado em frente à residência. Durante a ação criminosa, a vítima foi agredida na cabeça, sendo posteriormente socorrida e atendida em unidade de saúde.
Após coleta de informações, os investigadores iniciaram as diligências e conseguiram localizar o veículo no Loteamento Chácara Estrela Dalva, área em expansão urbana do município. O automóvel foi recuperado e encaminhado para os procedimentos legais cabíveis e posterior devolução à vítima.
Já na terça-feira (28), a equipe da Derf recuperou uma caminhonete Ford/F1000, furtada no bairro Residencial Sagrada Família. A vítima, de 54 anos, relatou que havia deixado o veículo estacionado e devidamente trancado em frente a um clube da região, sendo surpreendida posteriormente com o furto.
Com base no registro da ocorrência, os investigadores iniciaram diligências técnicas e operacionais, utilizando ferramentas de monitoramento por câmeras, que permitiram identificar o trajeto percorrido pelo veículo após o crime. Durante buscas na região, foram encontrados indícios materiais, como as placas de identificação do veículo descartada em área de vegetação.
Na sequência, os policiais localizaram a caminhonete em uma área de mata. O veículo foi removido à unidade especializada para os procedimentos de praxe e posterior restituição ao legítimo proprietário.
“A atuação técnica e estratégica das equipes foi fundamental para a rápida elucidação dos fatos e recuperação dos veículos. A Polícia Civil reafirma seu compromisso institucional com a repressão qualificada aos crimes contra o patrimônio, destacando que as investigações seguem em andamento para identificar e responsabilizar os autores dos crimes”, afirmou o delegado titular Fabio Nahas.
Assessoria | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil prende condenado por matar homem com cano metálico em Juara

PJC
A Polícia Civil cumpriu, nesta terça-feira (28.4), em Juara, um mandado de prisão de regressão cautelar em desfavor de um homem, de 59 anos, condenado pela prática do crime de homicídio qualificado em Juara.
O preso foi localizado na área urbana do município após diligências realizadas pela equipe de investigadores da Delegacia de Juara.
A ação ocorreu em cumprimento ao mandado de prisão expedido pelo Juízo da Terceira Vara Criminal da Comarca de Juara. A ordem judicial determinou a regressão cautelar do regime semiaberto para o fechado. O condenado tem pena restante a cumprir de oito anos, três meses e dois dias.
O preso foi conduzido à unidade policial para as providências cabíveis e formalização do cumprimento da ordem judicial. Após os procedimentos de praxe, ele foi colocado à disposição do Poder Judiciário para audiência de custódia e posterior encaminhamento ao sistema prisional, onde deverá cumprir a pena em regime fechado.
O crime
O homicídio ocorreu no dia 10 de dezembro de 2017, na Praça dos Colonizadores, no Centro de Juara, e teve como vítima Adinael Amaro de Sales, 45 anos.
A vítima foi encontrada morta e com o rosto deformado. Foi constatado que ele havia levado vários golpes no lado esquerdo da cabeça com um cano metálico.
O crime foi cometido por dois homens e ocorreu após a vítima e os agressores consumirem bebidas alcoólicas. Um dos condenados afirma ter sido esbofeteado pela vítima 10 horas antes do homicídio.
Ambos agrediram a vítima com um cano metálico. Adinael morreu no local.
Karina Cabral | Polícia Civil – MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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