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Agricultura

Preços da soja mantêm alta no mercado doméstico em junho

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Os preços da soja mantiveram uma trajetória de alta no mercado doméstico, registrando em junho as maiores médias do ano, em termos reais (IGP-DI de maio). Segundo o Indicador ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá, a soja atingiu R$ 138,92 por saca, enquanto o Indicador CEPEA/ESALQ – Paraná registrou R$ 133,98 por saca de 60 kg, representando aumentos de 2,1% e 2,4%, respectivamente, em relação ao mês anterior (maio de 2024).

Pesquisadores do Cepea apontam que a alta nos preços é impulsionada pela firme demanda internacional pelo produto brasileiro e pela valorização externa da soja. Além disso, muitos sojicultores estão resistindo a comercializar grandes volumes, esperando que a taxa cambial elevada continue favorecendo as exportações e, consequentemente, mantenha os preços do grão elevados no Brasil.

No acumulado do primeiro semestre de 2024, os embarques de soja somaram 64,13 milhões de toneladas, um recorde para o período e 2,2% superior ao volume escoado no mesmo intervalo de 2023, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

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Esta combinação de alta demanda, valorização externa e expectativa de manutenção de um câmbio favorável está sustentando os preços da soja no mercado interno, beneficiando os produtores brasileiros e colocando o país em uma posição forte no mercado global de commodities agrícolas.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

JBS Aloca R$ 400 Milhões para Expansão da Produção de Salmão na Austrália

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A JBS, uma das maiores empresas globais no setor de alimentos, anunciou um investimento de 110 milhões de dólares australianos (equivalentes a mais de R$ 400 milhões) para expandir a produção de salmão na unidade Huon Aquaculture, localizada em Whale Point, na Tasmânia. O aporte será destinado à construção de um novo incubatório com capacidade para produzir mais de 7 milhões de peixes. As obras estão previstas para começar em 2025 e devem ser concluídas até 2027.

Com essa expansão, a Huon Aquaculture poderá prolongar o cultivo dos peixes em tanques terrestres, reduzindo o tempo e os custos associados ao ambiente marinho. Desde 2019, a Huon lidera o uso de instalações desse tipo na Tasmânia, com a inauguração de seu primeiro berçário em Whale Point.

Henrique Batista, CEO da Huon, destacou que “o projeto reforça o perfil inovador e pioneiro da Huon. O salmão passará a maior parte do seu ciclo produtivo em terra, fortalecendo nossa capacidade instalada. Além disso, o investimento permitirá que o índice de reuso de água na unidade alcance 99%. O percentual restante é utilizado em outras etapas da produção: os resíduos são tratados e aplicados como adubo na produção de cerejas por agricultores locais.”

Durante a construção do novo incubatório, serão gerados 150 empregos. Atualmente, a Huon emprega mais de 1.000 pessoas na Austrália. A companhia mantém um compromisso com a economia circular, transformando resíduos do processamento em rações, petiscos para animais de estimação e fertilizantes, e destacando-se pelo monitoramento rigoroso das suas operações.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Exportações de Açúcar Registram 2,14 Milhões de Toneladas em Julho, Diz Secex

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De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), as exportações brasileiras de açúcar e melaços alcançaram 2.135.803 toneladas em julho, gerando uma receita total de US$ 986,592 milhões. Isso representa uma média diária de 142.387 toneladas exportadas e uma receita de US$ 65,773 milhões por dia, considerando 15 dias úteis no mês.

Comparado ao mesmo período de 2023, houve uma redução de 7,3% na receita média diária das exportações de açúcar, que foi de US$ 70,978 milhões em julho do ano passado. Em termos de volume, observou-se um aumento de 1,6% em relação às 140.198 toneladas diárias exportadas em julho de 2023.

No entanto, o preço médio por tonelada caiu 8,8%, passando de US$ 506,30 em julho de 2023 para US$ 461,90 em julho de 2024.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Brasil suspende preventivamente as exportações de carne de aves e seus produtos

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Após a confirmação de um foco da doença de Newcastle (DNC) em estabelecimento de produção avícola comercial, no município de Anta Gorda, no estado do Rio Grande do Sul, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reviu a certificação para exportações de carnes de aves e seus produtos para 44 países.

A certificação para exportação é um acordo bilateral entre países parceiros, e por isso o Mapa revisou preventivamente os Certificados Sanitários Internacionais (CSI) de forma a atender às garantias e os requisitos acordados. Seguindo-se as regras internacionais de comércio de aves e seus produtos, a suspensão da certificação temporária é conduzida pelo Brasil, de forma a garantir a transparência do serviço oficial brasileiro, frente aos países importadores dos produtos.

Desta forma, as suspensões estão relacionadas a área ou região com impedimento de certificação, que varia desde a suspensão por pelo menos 21 dias para todo território nacional ou até mesmo a restrição circunscrita a um raio de 50Km do foco identificado.

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Para países como República Popular da China, Argentina e México a suspensão vale para todo Brasil, por enquanto. Neste caso, os produtos com restrições são carnes de aves, carnes frescas de aves e seus derivados, ovos, carne para alimentação animal, matéria-prima de aves para fins opterápicos, preparados de carne e produtos não tratados derivados de sangue.

Já do estado do Rio Grande do Sul, ficam restritas as exportações para África do Sul, Albânia, Arábia Saudita, Bolívia, Cazaquistão, Chile, Cuba, Egito, Filipinas, Geórgia, Hong Kong, Índia, Jordânia, Kosovo, Macedônia, Mianmar, Montenegro, Paraguai, Polinésia Francesa, Peru, Reino Unido, República Dominicana, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan, Ucrânia, União Europeia, União Econômica Euroasiática, Uruguai, Vanuatu e Vietnã.

Entre os produtos estão carne fresca, resfriada ou congelada de aves; ovos e ovoprodutos; carnes, produtos cárneos e miúdos de aves; farinha de aves, suínos e de ruminantes; cabeças e pés; gorduras de aves; embutidos cozidos, curados e salgados; produtos cárneos processados e termoprocessados; e matéria-prima e produtos para alimentação animal.

Já de um raio de 50 km do foco não podem ser exportados carnes de aves; farinha de aves, penas e peixes para uso na alimentação animal; e produtos cárneos cozidos, termicamente processados, não comestíveis derivados de aves, para países como Canadá, Coreia do Sul, Israel, Japão, Marrocos, Maurício, Namíbia, Paquistão, Tadjiquistão, Timor Leste. Os CSI’s para esses destinos com data de produção até 8 de julho não entram nas restrições e poderão ser emitidos.

Destaca-se que produtos submetidos a tratamento térmico como termoprocessados, cozidos e processados destinados a Argentina, África do Sul, Chile, União Europeia e Uruguai não possuem qualquer limitação e poderão ser normalmente certificados.

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Ainda, o Mapa ressalta que as regras de suspensão são revisadas diariamente, tendo em vista as tratativas em curso com os países parceiros, nas quais são apresentadas todas as ações que estão sendo executadas para erradicar o foco.

Exportações

O Rio Grande do Sul é o terceiro maior exportador de carne de frango do Brasil, ficando atrás do Paraná e de Santa Catarina.

Nos primeiros seis meses do ano, o estado exportou 354 mil toneladas, gerando uma receita de US$ 630 milhões. Essas exportações representaram 13,82% dos US$ 4,55 bilhões gerados pelo país e 14,1% das 2,52 milhões de toneladas exportadas pelo Brasil no mesmo período.

No primeiro semestre, os principais destinos da carne de frango gaúcha foram os Emirados Árabes Unidos (48 mil toneladas – US$ 94 milhões), Arábia Saudita (39 mil toneladas – US$ 77 milhões), China (32 mil toneladas – US$ 52 milhões) e Japão (20 mil toneladas – US$ 43 milhões)

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Fonte: Assessoria

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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