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Polícia Civil incinera duas toneladas de drogas apreendidas pelas forças de segurança neste ano

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PJC

 

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) incinerou, na manhã desta segunda-feira (24.06), duas toneladas de entorpecentes que foram apreendidos pelas forças de segurança de Mato Grosso no ano de 2024.

A incineração da grande quantidade de entorpecente ocorreu no âmbito da Operação Nárke 2, coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência da Senasp/MJSP, que visa integrar as forças de segurança pública na prevenção e repressão qualificada ao tráfico de drogas em todas as unidades da federação.

Entre os entorpecentes incinerados estavam porções de cloridrato de cocaína, maconha, skunk, drogas sintéticas, pasta base, além de algumas substâncias e petrechos apreendidos. As drogas incineradas foram previamente periciadas, com laudos definitivos, e com autorização dos juízos competentes para serem destruídas.

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De acordo com o delegado titular da DRE, Wilson Cibulski Júnior, as duas toneladas de entorpecente foram apreendidas durante o ano, especialmente em operações policiais realizadas pela unidade especializada.

Dentre as operações de destaque, deflagradas pela DRE, estão a Operação Zona Quente, com o combate ao tráfico doméstico, Operação Doce Amargo voltada para repressão ao comércio de drogas sintéticas, e Operação Haze, que teve como alvo um grupo criminoso especializado na venda de drogas na modalidade “delivery”.

“O trabalho de incineração tira de circulação duas toneladas de entorpecentes apreendidos, vinculados a procedimentos e inquéritos policiais só do ano de 2024. Esse processo marca o esforço coletivo de combate ao tráfico e condução de investigações eficazes, finalizado com a destruição da droga”, destacou o delegado.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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DHL Supply Chain consolida armazém focado em bebidas destiladas de 420 marcas

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A DHL Supply Chain consolidou em um mesmo armazém as operações logísticas de 4 clientes e 420 marcas de bebidas destiladas. Localizado em em Extrema, no Sul de Minas Gerais, o espaço de 15 mil m² foi criado para compartilhar sinergias e custos.

O armazém administra um estoque que abrange 7,6 milhões de garrafas, incluindo concorrentes, de whisky, rum, gin, vodka, cachaça, aperitivos, conhaque, espumante e tequila. Em média, são expedidas por mês quase 600 mil caixas, entregues em todo o país.

“Chamamos esta operação de Drink Town, por reunir quase todo o volume de bebidas destiladas que administramos no Brasil. Esse modelo traz muitos benefícios, pois compartilhamos, até entre concorrentes, custos de real estate, sistemas, estruturas de armazenagem e até itens básicos como luz, água e segurança. Isso mantendo todo o sigilo das informações entre os clientes”, afirma Marcelo Linhares, diretor de Operações da DHL Supply Chain.

Um dos clientes do Drink Town é a Pernod Ricard, um dos maiores produtores de vinhos e bebidas destiladas do mundo. “O projeto Drink Town representa uma boa relação entre eficiência e colaboração, principalmente nos aspectos de consolidação e sinergia com o compartilhamento de custos de armazenagem e expedição, trazendo desta forma ganhos de escala”, disse o head de Supply Chain da Pernod Ricard, Marcelo Godoy.

Além da especialização dos profissionais envolvidos, o armazém também tem flexibilidade para atender momentos de pico individuais de marcas. De forma geral, a alta temporada do mercado de destilados é de outubro a dezembro, concentrando quase 50% da movimentação do ano, mas algum evento ou promoção pode levar a um súbito aumento pontual de demanda.

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“Quando temos uma elevação de demanda, conseguimos deslocar recursos de outras operações da região em sinergia, tendo maior velocidade de reação e compartilhamento de ganhos. Ou seja, trata-se de uma logística colaborativa que permite que as empresas foquem em seu core business e tenham a segurança de uma logística eficiente o ano todo”, ressalta Marcelo Linhares.

O próximo passo da DHL Supply Chain é reproduzir a sinergia vista em armazenagem para transportes com o compartilhamento de veículos para entrega aos clientes revendedores.

Imagem: Divulgação 

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FecomercioSP: Índice de Adequação de estoques caiu 5,5% em junho, mas por bons motivos

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O Índice de Adequação dos Estoques calculado pela FecomercioSP caiu 5,5% em junho comparativamente a maio, de 119,6 pontos para 113 pontos. Trata-se da menor pontuação no ano. Na comparação de junho deste ano com o mesmo mês no ano passado, quando o índice estava em 112,3 pontos, houve uma pequena alta de 0,6%.

“Embora o Índice tenha caído, podemos novamente dizer que ele caiu por bons motivos. Isso porque o porcentual de empresários que declararam estar com estoques inadequados acima, ou seja, que estão com excesso de mercadorias nas prateleiras ficou praticamente estável, 22,3% em junho contra 22,1% em maio e esse número de maio foi o menor desde dezembro 2013”, ponderou o assessor econômico da FecomercioSP, Thiago Carvalho.

Assim, explicou ele, o que motivou a queda do indicador foi o aumento do porcentual de empresários que declararam estar com o estoque abaixo do adequado, ou seja, com falta de produtos na prateleira, que passou de 18% em maio para 21% em junho. “É o maior patamar desde o início da série histórica em junho de 2011”, ressaltou o economista.

Portanto, emendou Carvalho, o Índice de Estoques caiu devido a um aumento no porcentual de empresários que declararam estar com estoques abaixo do ideal. “Pode-se dizer que caiu por bons motivos, porque esse conjunto de informações indica que as vendas estão caminhando dentro do projetado pelos empresários do comércio nos últimos meses. Isso indica melhoria do poder preditivo e uma certa estabilidade dos fatores que definem os resultados no varejo ao longo dos últimos meses”, disse.

Para o assessor econômico da FecomercioSP, trata-se de uma boa notícia para o varejo já que uma gestão eficiente dos estoques é fundamental para o negócio e, para a indústria, que receberá novos pedidos devido à necessidade de reabastecimento das prateleiras.

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Com informações de Estadão Conteúdo (Francisco Carlos de Assis).
Imagem: Shutterstock

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ApexBrasil inicia segunda edição do programa para potencializar o setor de exportação

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A ApexBrasil lançou o Exporta Mais Brasil 2024, programa que tem como objetivo potencializar o setor de exportação ao promover a conexão entre empresas de diferentes setores produtivos do Brasil e compradores internacionais, a partir de rodadas de negócios.

O programa traz o conceito “Você cresce e o Brasil cresce junto”, e é assinado pela agência Nova. A ação busca dialogar, por meio de filme e spot, com produtores de pequenas, médias e grandes empresas, explorando diversos segmentos, produtos e serviços, como artesanato, moda, agropecuária, indústria moveleira e varejo.

A campanha foi desenvolvida em dois eixos:

  • O primeiro é de alcance nacional, com uma abordagem institucional sobre o programa e veiculação em todo o país em TVs fechadas, rádios, aeroportos e mídias digitais.
  • O segundo, já em exibição, é focado em mídias regionais de cada rodada do programa.

Em 2024, o Exporta Mais Brasil seguirá apoiando, preparando e qualificando empresas e empreendedores para o mercado internacional, facilitando a aproximação com compradores estrangeiros. A ApexBrasil quer expandir e levar sua expertise cada vez mais longe, para mais negócios.

Edição de estreia

Na primeira edição do programa, lançada em 2023, foram gerados mais de R$ 275 milhões em negócios ao passar por 13 estados do Brasil, somando mais de 350 empresas brasileiras apoiadas, 143 compradores internacionais e 3.496 reuniões de negócios.

Na edição deste ano, o programa conta com 16 rodadas previstas, incluindo os estados onde não ocorreu a edição do ano passado.

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“Durante a criação, o principal desafio foi conseguir demonstrar a importância do programa para a economia do Brasil e desenvolvimento dos empreendedores e empresas. Ao mesmo tempo, era importante que fosse uma campanha motivacional que gerasse identificação dos profissionais para que eles cresçam e alcancem conquistas significativas”, afirma Luiz Arthur Vasconcelos, redator da Nova.

Imagem: Divulgação

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