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Gadolando reelege Marcos Tang como presidente para biênio 2024/2026

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Médico e criador foi reconduzido ao cargo por aclamação para seu quarto mandato seguido frente à entidade – Foto: Larissa Mamouna/AgroEffective

Em reunião realizada na manhã desta sexta-feira, 31 de maio, a Associação de Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), elegeu para mais um mandato Marcos Tang como presidente. A assembleia ocorreu no modelo híbrido, online e presencial, na sede da entidade.

A escolha se deu por aclamação da chapa única que também trouxe alternâncias em outros postos e renovação de 50% no Conselho Deliberativo e Fiscal. “Fiquei bastante animado em receber estas pessoas que agregam ao nosso conselho, pois é sempre bom termos novos nomes, novas pessoas dentro de uma direção e conselho de uma associação”, celebra o presidente.

Tang se mantém à frente da Gadolando em mais um ano de grandes desafios para a cadeia do leite. “Nós estamos em um ano de tragédia, muitos produtores afetados. Não conseguimos fazer a nossa Fenasul Expoleite e isto para a Gadolando tem impacto importante”, detalha Tang. Segundo ele, ainda será preciso aguardar as decisões quanto à Expointer e que apesar da Gadolando não se resumir a eventos, são estes momentos em que o produtor se encontra com quem faz o mesmo que ele, e mostra para a população em geral seu trabalho de seleção genética e qualidade.

Quanto ao momento atual, o presidente da entidade ressalta que os recursos federais precisam chegar na ponta, da porteira para dentro. “Para isso nós precisamos do verdadeiro fomento, essas entidades públicas e também privadas, e estou falando de sindicato, prefeituras, Emater, Farsul, Senar, a Gadolando, entrar na propriedade e ver realmente os atingidos”, pede Marcos Tang. Segundo ele, quem tem que sair da crise é o produtor de novo, “com as forças dele, com o ânimo dele, com o trabalho dele”. “E ele tem feito isso com três anos de estiagem, com a concorrência desleal com a importação e vai fazer nesta tragédia de novo, apesar de que alguns não vão conseguir”, desabafa. O dirigente.

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Confira a nominata eleita para o biênio 2024/2026

Presidente: Marcos Tang

Vice-presidente Administrativo e de Patrimônio: Nelson Kussler

Vice-presidente Financeiro: Nacir Cristiano Penz

Vice-presidente de Assuntos Técnicos: Bruna Maldaner Schiefelbein

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Vice-presidente Social e de Eventos: José Ernesto Wunderlich Ferreira

Conselho Fiscal (efetivos)

Diogo Ferraboli

Carlos Jacob Wallauer

Alex Berwig

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Evandro Cichelero

Guilherme Eisler

Elias Spada

João Rubem de Barcelos Almeida

Marcirio Flores

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Gelson Garzella

Mário Sartori

Texto: Ieda Risco/AgroEffective

Colaborou:  Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Produção brasileira de ovos para consumo atinge volume recorde no primeiro trimestre de 2024

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Divulgação

 

A produção brasileira de ovos para consumo registrou um crescimento significativo no primeiro trimestre de 2024, atingindo o volume recorde da série histórica do IBGE, iniciada em 2018. De acordo com dados divulgados pelo Instituto no dia 6 de junho, compilados e analisados pelo Cepea, foram produzidas 893 milhões de dúzias de ovos para consumo entre janeiro e março. Este volume é 2,8% maior que o do último trimestre de 2023 e 7,7% superior ao do mesmo período em 2023.

Mesmo com a produção elevada, os levantamentos do Cepea indicam que as cotações dos ovos permaneceram em altos patamares. Este comportamento de preço se deve ao aquecimento da demanda interna, impulsionada pelo período da Quaresma. Entre janeiro e março, a caixa com 30 dúzias de ovos do tipo extra branco negociada em Bastos (SP) teve uma valorização de 8,2% em comparação com o trimestre anterior. Para os ovos vermelhos, a alta foi ainda mais intensa, alcançando 11,6% no mesmo período.

Esses dados ressaltam a robustez do mercado de ovos no Brasil, onde a demanda interna forte consegue manter os preços elevados mesmo em face de uma produção recorde. A tendência de valorização dos ovos, especialmente durante períodos sazonais como a Quaresma, demonstra a sensibilidade do mercado à demanda e a capacidade de ajuste dos preços conforme as condições de consumo.

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cenariomt

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Instituto de Formação do Pampa é instituído na Região de Minas do Camaquã

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Em assembleia no Agptea Minas Hotel foi eleita a diretoria do Informa Pampa que, além de cursos voltados ao setor agropecuário, também ajudará na divulgação dos produtos do Geoparque Caçapava do Sul – Foto: Divulgação

 

O Instituto de Formação do Pampa, o Informa Pampa, foi instituído oficialmente na última sexta-feira, dia 7 de junho, tendo como princípio a formação de pessoas e a inclusão social. O ato ocorreu no Agptea Minas Hotel, na localidade de Minas do Camaquã, em Caçapava do Sul (RS), com a presença dos sócios-fundadores. Durante a assembleia foi apresentada a proposta do Instituto, aprovado o seu estatuto e eleita e empossada a diretoria. Por aclamação, foi eleito para a presidência do Informa Pampa o professor Paulo Roberto de Oliveira Benites, a vice-presidente Administrativa, Rosane Cordini Abdala, o vice-presidente Educacional, Marcelo Souza da Cunha, e os integrantes dos Conselhos Fiscal e Consultivo.

O presidente da Associação Gaúcha de Professores Técnicos de Ensino Agrícola (Agptea), Fritz Roloff, eleito como suplente do Conselho Fiscal, informou que o Instituto é um braço da entidade. “O Informa Pampa terá vida própria e a nossa entidade fará a gestão dos cursos. Queremos ser vanguarda também nessa nova etapa que não abrange apenas cursos isolados, mas um centro de formação de pessoas”, destacou, colocando que durante os cursos, os alunos ficarão em alojamentos na área do Agptea Minas Hotel.

Conforme Roloff, a Agptea tomou mais um passo importante para a continuação das suas metas, principalmente no que se refere à parte da formação de trabalhadores. “É um dos objetivos da nossa entidade administrar cursos de formação continuada para alunos e trabalhadores, especialmente do setor agropecuário. E Minas do Camaquã, onde temos uma sede, se tornou o nosso centro de referência em termos de formação”, ressaltou.

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De acordo com o dirigente, uma das ideias é entrar na questão da produção, do apoio para pequenos agricultores que muitas vezes não têm alternativas de transformar a sua produção, seja ela em fruticultura ou em outros setores da agropecuária. “Nós queremos ter uma função colaborativa, ser um ponto de referência para as comunidades do Pampa, especialmente na questão do fomento para que jovens voltem a investir na sucessão rural. “Temos muitos que querem ser herdeiros das propriedades, mas poucos ficam na atividade rural. E muitos, às vezes, não ficam por falta de alternativas de vislumbrar um futuro que muitas vezes é tão promissor”, finalizou Roloff.

O Informa Pampa é uma entidade público privada, sem fins lucrativos, que visa atender as mais diversas entidades que trabalham no ciclo produtivo da região que possui indústrias de calcário e de nutrientes minerais. O Instituto quer ser uma vitrine tecnológica e um mosaico científico para desenvolver tanto a produção, retomando as multiculturas, como trazer subsídios de mineração e de solos, com o repovoamento da mata ciliar e, consequentemente, a volta da fauna e da flora, alavancando o bioma.

O presidente eleito do Instituto, Paulo Benites, afirmou que o Informa Pampa deverá ser um segmento da Agptea principalmente para agregar valores ao homem do campo com ferramentas pedagógicas, com atividades e projetos estratégicos que visam melhorar a sua produção e, consequentemente, os meios onde ele trabalha. “Sempre, a Agptea prima pela educação, pela formação continuada e pelos conhecimentos empíricos somados aos conhecimentos científicos para formar um cidadão independente e próspero para o mundo do trabalho”, enfatizou.

Benites explicou que está sendo adquirido um prédio na região para colocar um centro de processamento de conhecimentos na pesquisa e também na divulgação dos produtos do Geoparque Caçapava do Sul. Disse que o foco do Informa Pampa será também acessar os produtores da região que não têm a possibilidade de frequentar o ensino regular. “Para isso, vamos trabalhar com a pedagogia da alternância, ou seja, o produtor terá aulas práticas e teóricas retornando depois para a sua propriedade onde aplicará os ensinamentos, e após voltará para o Instituto a fim de compartilhar as suas experiências, diversificando assim os saberes”, observou.

Confira a diretoria

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Presidente: Paulo Roberto de Oliveira Benites
Vice pres. Administrativo: Rosane Coradini Abdala
Vice pres. Educacional: Marcelo Souza da Cunha
Secretária: Vitória da Silva Godinho
Tesoureiro: Ivanói da Fontoura Brito

CONSELHO FISCAL

Titular: Celito Luiz Lorenzi
Titular: Paulo Régis Mônego Jr.
Titular: Ramiro dos Santos Boher
Suplente: Fritz Roloff

CONSELHO CONSULTIVO

– Renato Fernandes
– Sávio Johnston Prestes
– Vitor Hugo Baratieri
– Luiz Carlos Gugleimin
– Otomar Oleques Vivian

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Texto: Rejane Costa/AgroEffective

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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Venda de flores deve sofrer fomento de 4% no Dias dos Namorados

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A data representa 8% do comércio anual de flores e plantas ornamentais. As rosas continuam sendo as preferidas e, como em todos os anos, as exportações são necessárias para abastecer do mercado, já que a chegada do Inverno, geralmente, reduz a produção – Fotos: Divulgação

 

O clima, não tão frio e não tão úmido, contribuiu com a colheita das rosas para o Dia dos Namorados, comemorado em 12 de junho, permitindo com que alguns produtores registrassem aumento de cerca de 20% no volume, comparada à colheita do ano passado. Aliado às importações, principalmente da Colômbia e do Equador, como já acontece nessa época, o abastecimento de rosas – a flor preferida para a data -, deve garantir a oferta. O Ibraflor – Instituto Brasileiro de Floricultura – está animado e espera um aumento de 4% no volume das vendas, em relação a 2023. No calendário do setor, o Dia dos Namorados representa cerca de 8% das vendas anuais. “O mercado tem deixado as compras para mais perto da data, realizando pedidos de última hora. A grande maioria tem sido cautelosa em relação às compras, considerando as perdas ocorridas no Dia das Mães, quando a produção foi vendida, mas houve perdas no ponto de vendas, causadas por vários motivos, entre eles, a situação econômica do país e aos impactos diretos e indiretos provocados pelas enchentes do Rio Grande do Sul ”, explica Renato Opitz, diretor do Ibraflor.

               

O presidente da Andraflores – Associação dos Produtores de Flores de Andradas -, Adriano Van Rooyen, explica que, os investimentos seguiram, este ano, na produção das cores vermelha e amarela e em outros cores vibrantes. Com 15 associados instalados no Sul de Minas Gerais e respondendo por cerca de 60% do mercado nacional de rosas, a Andraflores não teme a concorrência das fores importadas. “Pelo contrário, precisamos dessas importações para suprir o mercado, porque o Dia dos Namorados acontece, no Brasil, muito próximo à chegada do Inverno, quando a produção já é, normalmente, reduzida pelas condições climáticas. Para se ter uma ideia, quando esfria, o volume cai pela metade em relação ao Verão, por exemplo”, diz Adriano Van Rooyen.

Oferta de variedades

O mercado floricultor disponibiliza de mais de 3.500 variedades de cerca de 300 espécies de flores e plantas ornamentais, que podem atender aos mais variados gostos. Embora as rosas e orquídeas sejam as mais procuradas pelos enamorados, há muitas opções flores que asseguram lindos buquês, como as alstroemérias, lírios, gérberas, cravinas, crisântemos, antúrios, calêndulas, helicônias, dálias e estrelítzias, entre outras. As flores de vaso, além das orquídeas, como os kalanchoes, cyclamens e os antúrios, que até já trazem o formato de coração, também são bem vendidos nesta data.

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Ateliê da Notícia

Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com

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