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Agronegócio

Em Três Pontas-MG – Albaugh leva à Expocafé portfólio robusto para fomentar proteção e colheita de grãos sadios

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Com raízes norte-americanas, uma das líderes do mercado de agroquímicos mantém uma Regional para proteger qualidade e rentabilidade dos produtores –  Divulgação

 

Considerado um dos principais eventos do setor cafeeiro nacional, referência na difusão de tecnologias para a cadeia produtiva do grão, a Expocafé 2024 ocorre no período de 4 a 6 de junho, na mineira Três Pontas. Organizada pela Cocatrel – Cooperativa dos Cafeicultores -, reúne produtores, fabricantes de máquinas, tecnologias e insumos. Companhia com raízes norte-americanas, uma das líderes em agroquímicos no Brasil e no mundo, a Albaugh terá participação focada nas soluções Afiado®, Lanfor® Pro, Porcel® e Recop®.

Por meio de sua Regional Café – divisão técnica criada para atender exclusivamente a demandas de produtores do grão -, a Albaugh abordará no local o manejo eficaz das principais pragas e doenças da cultura.

Os inseticidas Afiado® (acetamiprido + bifentrina) e Porcel® (piriproxifen), por exemplo, salienta a Albaugh em nota, têm sido utilizados com sucesso no controle da broca-do-café e do bicho-mineiro, respectivamente.

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“Afiado® constitui uma solução que age por contato, ingestão e contato tarsal (caminhamento sobre a planta após a pulverização)”, diz a Albaugh. “Conta com nova formulação, líquida, mais moderna, fácil de dosar, manipular e aplicar. O inseticida evita problemas de incompatibilidade físico-química, é inodoro e simplifica a logística de tratamento.”

Já Porcel®, prossegue a Albaugh, se consolidou entre alternativas eficazes ante o bicho-mineiro. “Porcel mostra-se adequado ao tratamento de cafezais, graças à sua composição altamente eficiente e seletiva a polinizadores”, continua a companhia.

Os fungicidas Lanfor® Pro (azoxistrobina + estrobilurina) e Recop® (oxicloreto de cobre), complementa a Albaugh, integram hoje bem-sucedidos programas de tratamento das doenças cercosporiose e ferrugem, antracnose e mancha-do-olho pardo.

O primeiro, recomenda a Albaugh, um fungicida sistêmico, deve ser aplicado preventivamente, ao passo que Recop®, fungicida cúprico, bactericida de contato, quando surgirem os primeiros sintomas das doenças-alvos. A companhia reforça ainda que “Lanfor® Pro é duas vezes mais concentrado que outras formulações do mercado, característica que reflete uma tendência no portifólio da Albaugh. Isso transfere benefícios logísticos ao produtor e menor utilização plástico no campo”.

O fungicida cúprico Recop®, conforme a companhia, tem apresentado resultados altamente positivos na proteção e no vigor dos cafezais. “Contribui para a maturação mais uniforme dos frutos”, enfatiza a companhia. “A Regional Café da Albaugh estará a disposição da cadeia produtiva, para apresentar soluções e alternativas que fomentam a produtividade, a colheita de grãos com alta qualidade e a rentabilidade do produtor, conclui a Albaugh.

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A Albaugh LLC é uma empresa de origem americana, fundada pelo agricultor e empresário Dennis Albaugh, em 1979. Sediada em Ankeny, Iowa, oferece um amplo e crescente portfólio de defensivos agrícolas em todo o mundo. A Albaugh tem uma estratégia de fábricas próprias para garantir a qualidade e o suprimento de seus produtos, operando sites multifuncionais nos Estados Unidos, Brasil, Argentina, México, Eslovênia, China, Taiwan e Índia.

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Venda de gado de Mato Grosso para abate em outros Estados cai 23%

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foto: arquivo/assessoria

Mato Grosso teve o menor volume de bovinos enviados para abate, em frigoríficos de outros Estados. Foram 2,54 mil cabeças, queda de 23,16% no comparativo mensal e de 44,05% frente a março do ano passado. Os dados são do INDEA.

Dentre os destinos, Goiás concentrou 48,55% do total, seguido por São Paulo, com 46,27%, e Mato Grosso do Sul, com 5,18%. Esse movimento esteve atrelado ao encurtamento do diferencial de base dos preços do boi gordo entre Mato Grosso e São Paulo no mês, com deságio médio de 6,50% frente à praça paulista, reduzindo a competitividade dos envios interestaduais e estimulando os abates nos frigoríficos mato-grossenses.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) informou que, até a terceira semana deste mês (abril), os preços em Mato Grosso e São Paulo registraram médias de R$ 350,21/@ e R$ 368,74/@, respectivamente, e o diferencial de base entre as praças esteve em -5,03% no período, representando aproximação de 1,47 p.p. em relação a março.

Só Notícias

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Mercosul x EU: tarifa zero para uvas abre nova janela de competitividade para exportadores

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Foto: Arquivo Agrolink

A partir desta sexta-feira (1º), a uva brasileira passa a contar com tarifa de importação zerada para entrada no mercado da União Europeia, com o início da vigência provisória da etapa comercial do Acordo União Europeia–Mercosul. A medida representa um marco para a fruticultura nacional e fortalece a competitividade da uva brasileira em um dos mercados mais estratégicos e exigentes do mundo.

O Acordo União Europeia–Mercosul é um tratado de livre comércio firmado entre os países do Mercosul, Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai e os 27 países da União Europeia, com o objetivo de facilitar o comércio, ampliar investimentos e criar regras mais previsíveis para os negócios entre os blocos. Embora sua vigência ainda seja provisória, já permite que benefícios comerciais, como a redução tarifária, comecem a ser aplicados enquanto o acordo segue em tramitação para aprovação definitiva pelos parlamentos europeus.

A nova fase do acordo prevê a eliminação gradual de tarifas para cerca de 93% dos produtos exportados pelo Mercosul à Europa em até dez anos. Já neste primeiro momento, cerca de 39% dos produtos agropecuários brasileiros passam a ter tarifa zero, especialmente aqueles em que o Brasil já possui forte presença internacional, como a uva.

Em 2025, a uva brasileira manteve trajetória de crescimento no mercado internacional. Segundo dados do setor, os embarques superaram mais de 62 mil toneladas, crescimento de 5,62% comparado ao ano de 2024, com faturamento de US$ 158,7 milhões. O bom desempenho reforça a importância da cadeia produtiva dentro do agronegócio nacional e evidencia o potencial de expansão diante de novas condições comerciais.

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A produção brasileira de uva tem papel estratégico na fruticultura nacional, com forte impacto econômico, social e geração de empregos no campo. De acordo com os dados mais recentes do setor, Pernambuco lidera a produção nacional, com 755,2 mil toneladas e participação de 41,5% do volume total produzido no país, consolidando o protagonismo do Vale do São Francisco na produção de uva de mesa voltada ao mercado interno e à exportação. Em seguida, o Rio Grande do Sul responde por 686,6 mil toneladas, o equivalente a 37,7% da produção nacional, com forte presença tanto na indústria de vinhos e sucos quanto no mercado in natura.

O cenário reforça a força da cadeia produtiva brasileira e a capacidade de abastecimento contínuo, fator estratégico para ampliar a competitividade da uva nacional no mercado internacional.

A Europa já figura entre os principais destinos da uva brasileira, com destaque para mercados como Países Baixos (Holanda), Reino Unido e Espanha. Além do consumo direto, alguns países funcionam como plataformas logísticas de redistribuição para outros mercados europeus, ampliando o alcance da fruta brasileira dentro do continente.

Para o diretor executivo da Abrafrutas, Eduardo Brandão, a nova condição comercial fortalece a posição do Brasil no mercado europeu.

“O Brasil já é reconhecido pela qualidade e regularidade da sua produção, e a retirada da tarifa amplia nossa competitividade frente a outros grandes exportadores mundiais. É uma oportunidade concreta de crescer em volume, ampliar mercados e gerar mais valor para toda a cadeia produtiva”, afirma.

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Segundo ele, o momento também reforça a importância de agendas ligadas à sustentabilidade e à conformidade com os padrões internacionais.

“O consumidor europeu está cada vez mais atento à origem do alimento, às práticas ambientais e à responsabilidade social na produção. O Brasil está preparado para atender essa demanda e seguir avançando”, completa.

Além da uva de mesa, que teve a tarifa de 11,5% zerada imediatamente com a entrada em vigor da fase comercial do acordo, outras frutas estratégicas da pauta exportadora brasileira também serão beneficiadas pela redução gradual de tarifas no mercado europeu.

O abacate terá sua tarifa de 4% eliminada em até quatro anos; limão e lima, que atualmente enfrentam tarifa de 12,8%, terão desgravação total em sete anos; o melão e a melancia, hoje taxados em 8,80%, também terão tarifa zerada no mesmo prazo; e a maçã terá a alíquota de 10% eliminada em até dez anos.

Agrolink & Assessoria

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agronegócio

Colheita de café arábica avança lentamente no Brasil, mas safra pode ser volumosa

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Reprodução

A safra 2026/27 de café arábica no Brasil começa em ritmo mais lento na maior parte das regiões produtoras, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. Apesar disso, as condições das lavouras são consideradas positivas, o que mantém a expectativa de uma colheita robusta ao longo da temporada.

Os trabalhos de campo ganharam maior tração apenas na Zona da Mata de Minas Gerais, onde a colheita já apresenta avanço mais consistente. No Sul de Minas, principal polo produtor do país, a maioria dos cafeicultores ainda não iniciou as atividades, com previsão de intensificação a partir da segunda quinzena de maio.

Situação semelhante é observada no Cerrado mineiro, onde o início efetivo da colheita deve ocorrer apenas no fim de maio — comportamento considerado típico da região, conforme apontam pesquisadores do Cepea.

Em São Paulo, na região de Garça, parte dos produtores já começou a colher, mas os volumes ainda são reduzidos. Na Mogiana, a expectativa é de que os trabalhos tenham início entre meados e o fim de maio, acompanhando o calendário tradicional.

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Já no Noroeste do Paraná, as atividades estão começando, mas enfrentam possíveis atrasos devido às chuvas recentes. A tendência, no entanto, é de normalização assim que as condições climáticas se estabilizarem.

Apesar do início mais lento, agentes do setor consultados pelo Cepea destacam o bom desenvolvimento das lavouras, tanto de arábica quanto de robusta. Esse cenário reforça a expectativa de uma safra volumosa, alinhada às projeções da Companhia Nacional de Abastecimento, que indica possibilidade de colheita recorde no país nesta temporada.

Com isso, o mercado acompanha com atenção o avanço dos trabalhos nas próximas semanas, que devem ganhar ritmo e consolidar o potencial produtivo da safra brasileira.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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