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Agricultura

RS: enchentes afetam a produção de tabaco

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No último Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar, foi destacado o progresso na cultura do tabaco na região administrativa de Pelotas. Atualmente, está em curso a implantação de estufas sementeiras, utilizando o sistema “floating”, que envolve canteiros flutuantes em água cobertos por plásticos agrícolas.

Os produtores finalizaram a colheita das folhas de tabaco e estão agora comercializando as folhas secas armazenadas nos galpões. Os preços recebidos têm sido considerados históricos, superando os valores mínimos estabelecidos na tabela de preços negociados entre empresas e produtores. Este aumento nos preços acelerou a comercialização, que está adiantada. A classificação do tabaco nos galpões também está em andamento, com valores acima das expectativas. A baixa presença de atravessadores indica uma intensa atividade de compra pelas empresas integradoras, que exigem fidelidade dos produtores. A previsão é que a comercialização termine até o final de maio, antecipando o prazo usual que seria até o final de junho. Os preços variam entre R$ 22,00 e R$ 26,00 por quilo de folha seca, chegando a R$ 420,00 por arroba do tabaco classificado como BO1. Alguns produtores relataram ter obtido até R$ 480,00 por arroba no final de abril.

Com a previsão de um retorno do fenômeno La Niña, indicando uma primavera mais fria e seca, os produtores já iniciaram a semeadura, visando a produção de mudas para o inverno. Há muitos relatos de aumento de área plantada.

Na região de Soledade, a comercialização está em fase final, com preços da arroba em alta. Na Candelária, as enchentes levaram bandejas de tabaco já semeadas, adubo e corretivos molharam, e houve queda de galpões e estufas. Isso pode resultar em uma redução na área plantada para a próxima safra.

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Em relação a região de Santa Rosa, os principais municípios produtores próximos ao Rio Uruguai, como Alecrim, Novo Machado, Porto Mauá, Porto Vera Cruz, Porto Lucena, Roque Gonzales e Porto Xavier, o fumo é cultivado em pequenas áreas de um a três hectares. Os produtores estão estabelecendo contratos de financiamento para o plantio da próxima safra. Alguns estão higienizando as bandejas para a semeadura, quando as condições climáticas permitirem. No entanto, os preparativos para o plantio estão interrompidos devido à alta umidade do solo, causada pelas chuvas recentes.

AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Vendas de milho avançam e preços recuam em Mato Grosso

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Foto: Pixabay

 

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada na segunda-feira (9), em janeiro de 2026 a comercialização do milho da safra 2024/25 em Mato Grosso alcançou 92,36% da produção. As negociações do milho disponível no estado avançaram 4,07 pontos percentuais no mês, porém em ritmo inferior ao observado entre novembro e dezembro de 2025. De acordo com o Imea, a desaceleração está associada à desvalorização do cereal no mercado estadual, que em janeiro registrou recuo de 5,43%, com preço médio de R$ 45,68 por saca.

No caso da safra 2025/26, o levantamento do Imea apontou avanço mensal de 2,77 pontos percentuais em janeiro, totalizando 32,00% do volume já comercializado. Em relação ao preço do milho futuro, houve queda mensal de 3,61%, com média de R$ 44,29 por saca. O instituto informou que os dois movimentos refletem o menor foco do produtor na comercialização neste momento, uma vez que a prioridade está direcionada à semeadura do milho.

Ainda segundo o Imea, a desvalorização do cereal está ligada à demanda mais retraída no mercado. O instituto destacou que as indústrias realizaram aquisições relevantes ao longo de 2025 e iniciaram a temporada com estoques elevados, o que reduz a necessidade de novas compras no curto prazo.

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AGROLINK – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Baculovírus – Ensaios de consultorias e trabalhos de pesquisas mostram bioinseticida da AgBiTech quatro vezes mais eficaz

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Foto: Divulgação

 

Campinas (SP) – O mercado de biodefensivos agrícolas cresceu 18%, para R$ 4,35 bilhões, na safra 2024-25. Os dados são da consultoria Kynetec. Na área de biolagarticidas à base de baculovírus, a companhia AgBiTech manteve a liderança nas culturas de soja, milho e algodão. Para isso, pesou fortemente o desempenho do bioinseticida de marca Cartugen® Max, que numa série de estudos trouxe índices médios de mortalidade de lagartas acima de 80%, quatro vezes acima da média de seus competidores.

Segundo informa o diretor de marketing da AgBiTech, Pedro Marcellino, em análises realizadas por diversas instituições de pesquisa do país, Cartugen® Max obteve eficácia de 81%, ante a média de 18% resultante das quatro principais marcas de baculovírus comercializadas no país.

Em áreas comerciais, continua o executivo, Cartugen® Max esteve no centro de estudos realizados em mais de 45 localidades. Nestas, a mortalidade de lagartas revelou-se ainda mais relevante: 85%, contra, em média, 24% de outros cinco bioinsumos à base de vírus.

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“Esses números comprovam tecnicamente a consistência e a qualidade de Cartugen® Max. Não por acaso, o bioinseticida teve desempenho quase idêntico, com pequenas variações estatísticas, em todas as lavouras nas quais foi aplicado”, finaliza Marcellino.

Desde 2002, a AgBiTech fornece produtos consistentes, de alta tecnologia, que ajudam a tornar a agricultura mais rentável e sustentável. A empresa combina experiência a campo com inovação científica. Trabalha com agricultores, consultores e pesquisadores e desenvolve soluções altamente eficazes para manejo de pragas agrícolas. Controlada pelo fundo de Private Equity Paine Schwartz Partners (PSP), a AgBiTech fabrica toda a sua linha de produtos na mais moderna unidade produtora de baculovírus do mundo, em Dallas (Texas, EUA). www.agbitech.com.br

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Exportações de frutas do Brasil crescem quase 20% e atingem novo recorde em 2025

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O Brasil ampliou de forma consistente sua presença no mercado internacional de frutas em 2025, com exportações que somaram 1,28 milhão de toneladas, alta de 19,63% em relação ao ano anterior. A receita chegou a R$ 7,83 bilhões, crescimento de 12%, configurando o terceiro recorde anual consecutivo, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas).

O desempenho foi impulsionado principalmente pela fruticultura irrigada do Semiárido Nordestino, com destaque para o Vale do Rio São Francisco, líder nos embarques de manga e uva. A manga manteve a liderança em volume exportado, enquanto melão, limões e limas, melancia e uva registraram crescimento expressivo, indicando maior diversificação da pauta exportadora.

A União Europeia seguiu como principal destino das frutas brasileiras, com faturamento de cerca de R$ 4,47 bilhões. O Reino Unido aparece na sequência, enquanto Japão e Argentina se destacaram pelo forte avanço nas compras ao longo do ano. Os Estados Unidos permaneceram como o terceiro maior mercado, e o setor avaliou como administrável o impacto das tarifas norte-americanas.

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Outro segmento em expansão foi o de conservas e preparações de frutas, que renderam aproximadamente R$ 967 milhões, alta de 16,1%. Para o setor produtivo, os números confirmam que a fruticultura brasileira segue ganhando competitividade no exterior, apoiada em escala, oferta contínua e maior profissionalização logística e comercial.

Redação RDM Online

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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