Transporte
Polícia Civil cumpre mandados contra lideranças de facção criminosa na região norte de MT

PJC
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quinta-feira (23.4), a Operação Magazine, para cumprir ordens judiciais contra lideranças de uma facção criminosa, que atua com tráfico de drogas e outros crimes na cidade de Sinop e região.
Na operação, são cumpridos 12 mandados judiciais, sendo seis mandados de prisão temporária e seis de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Sinop.
Os mandados são cumpridos na cidade de Sinop e em Cuiabá. As ordens judiciais são cumpridas pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, com apoio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) do município e da Gerência Estadual de Polinter de Cuiabá.
Além das prisões, os mandados de busca têm o objetivo de localizar drogas, armas de fogo, aparelhos celulares, documentos e outros elementos relacionados à atividade criminosa.
Investigações
A investigação, conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Sinop, tem como alvo gerentes e “disciplinas” da facção criminosa. Esses são membros do grupo que ocupam posições de comando, sendo responsáveis por ordenar ações criminosas, aplicar punições internas, coordenar o tráfico de drogas e realizar a arrecadação de valores ilícitos, conhecida como “recolhe”.
Segundo as apurações, o grupo criminoso atuava de forma estruturada e hierarquizada, com divisão clara de funções, sendo que os alvos exerciam papel de liderança, com poder de mando dentro da facção, determinando desde a distribuição de entorpecentes até a aplicação de sanções a integrantes que descumprissem ordens.
De acordo com o delegado titular da Draco de Sinop, Eugênio Rudy Júnior, os investigados estavam diretamente envolvidos com o tráfico de drogas, comércio de armas de fogo e movimentação financeira ilícita, com indícios de lavagem de dinheiro por meio de transferências bancárias.
Os mandados são cumpridos em diversos bairros de Sinop, dentre eles, Dauri Riva, Jardim Boa Esperança, Jardim Imperial, Jardim Ipê e Oliveiras.
“A operação representa mais uma ofensiva da Polícia Civil contra as facções criminosas na região norte do Estado, visando desarticular a estrutura do grupo criminoso em Sinop e enfraquecer sua capacidade de atuação”, disse o delegado.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
Renorcrim
As atividades em curso estão inseridas no cronograma da Operação Nacional da Renorcrim (Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas). A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Senasp (Secretaria Nacional de Segurança Pública) e sua Diopi (Diretoria de Operações Integradas e Inteligência). A Rede articula as unidades especializadas das Polícias Civis de todo o país, promovendo uma resposta unificada e de alta precisão contra as estruturas do crime organizado.
Assessoria | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil apreende 152 quilos de entorpecentes e desarticula ponto de distribuição ligado a facção criminosa

PJC
Aproximadamente 152 quilos de substância entorpecente foram apreendidos pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (22.4), em ação realizada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), que resultou na desarticulação de um ponto de armazenamento e distribuição de drogas em Várzea Grande.
Dentre o entorpecente apreendido está uma carga de aproximadamente 140 quilos de skunk, conhecida como supermaconha, apreendida na BR-364. Quatro adultos foram presos e um menor foi apreendido em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico e integrar organização criminosa.
Entre os presos, está o motorista do caminhão em que a carga de drogas foi apreendida e outras quatro pessoas que estavam na residência que funcionava como ponto de armazenamento e distribuição das drogas.
A apreensão de entorpecente ocorreu durante continuidade de investigações da Denarc que apontavam que uma residência localizada no bairro Parque Paiaguás estaria sendo utilizada por integrantes de uma organização criminosa para guardar e distribuir entorpecentes, inclusive para outros Estados.
Apreensão na rodovia
Com base em informações levantadas pela Denarc, a PRF realizou a abordagem de um caminhão Hyundai/HR, na rodovia BR-364, que havia sido monitorado por suspeita de transporte de drogas.
Durante a fiscalização, os policiais localizaram sete sacos contendo 90 tabletes prensados e 80 não prensados de skunk, totalizando cerca de 139,25 quilos da droga.
Questionado, o motorista do veículo confessou que realizava o transporte do entorpecente e que receberia pagamento pelo serviço, sendo a carga destinada ao estado de São Paulo.
Ponto de drogas em Várzea Grande
Após a confirmação da apreensão, equipes da Denarc se deslocaram até o imóvel investigado. No local, os policiais flagraram três suspeitos manipulando entorpecentes no momento da chegada das equipes.
Ao perceber a chegada dos policiais, os suspeitos tentaram fugir e chegaram a danificar aparelhos celulares, sendo necessário o uso de força moderada para contê-los e realizar a detenção.
Durante buscas no local, foram apreendidos 19 tabletes de skunk, 92 porções pequenas de maconha prontas para venda e outras porções maiores da mesma substância, porções de cocaína, diversas balanças de precisão, materiais utilizados para fracionamento e embalagem e R$ 1.050 em dinheiro, além de máquina de cartão e outros apetrechos.
Diante das evidências, os suspeitos foram conduzidos à unidade especializada, sendo constatado que um deles é menor de idade, o qual foi separado dos demais conforme prevê a legislação.
O motorista do caminhão também foi preso em flagrante por tráfico de drogas. As investigações seguem em andamento para identificar outros envolvidos e a extensão da atuação do grupo criminoso.
O delegado responsável pelas investigações, André Rigontato, reforça a importância da atuação integrada entre a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal no combate ao tráfico iestadual de drogas, permitindo a interrupção de rotas logísticas utilizadas por organizaes criminosas.
“As investigações continuam com o objetivo de desarticular completamente a estrutura do grupo criminoso e responsabilizar todos os envolvidos”, disse o delegado.
Assessoria | Polícia Civil – MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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Polícia Civil mira grupo criminoso que aplicou golpe e subtraiu R$ 1 milhão de vítima em MT

PJC
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (23.4), a Operação Alquimia, para cumprir 18 mandados judiciais contra integrantes de um grupo criminoso que aplicou um golpe de R$ 1 milhão em uma vítima moradora de Primavera do Leste.
A investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Primavera do Leste apura os crimes de furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro, organização criminosa e outros crimes patrimoniais correlatos.
As investigações da Delegacia de Primavera do Leste apontaram que os suspeitos planejavam as ações criminosas escolhendo uma vítima com alto poder aquisitivo. Em seguida, um dos membros se aproximava da vítima para ganhar a sua confiança, aplicava o golpe e subtraía quantias em dinheiro.
Um dos golpes foi cometido contra uma vítima de Primavera do Leste. Foi subtraído o valor de R$ 1 milhão em espécie da vítima, mediante fraude planejada e executada de forma coordenada pelos integrantes do grupo, com divisão de tarefas.
Conforme o delegado Honório Gonçalves dos Anjos Neto, após subtrair a quantia, o grupo agia de forma articulada e empregava mecanismos de dissimulação, com estratégias para dificultar tanto a identificação dos envolvidos quanto o rastreamento de provas e de patrimônio supostamente vinculado às práticas criminosas.
“Os elementos reunidos no inquérito apontam que a ação foi desenvolvida em etapas, com criação de vínculo de confiança, encenação destinada a conferir credibilidade ao golpe e posterior subtração. Os criminosos cometeram o mesmo golpe em, pelo menos, quatro vítimas de outros estados da Federação”, destacou o delegado.
Integração
As ordens judiciais são cumpridas pelos policiais civis das delegacias da Regional de Primavera do Leste, com apoio das Polícias Civis de Goiás e do Distrito Federal.
No Estado de Goiás, a operação contou com o apoio do Grupo Especial de Repressão a Crimes Patrimoniais (GEPATRI) de Rio Verde e da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Goiânia.
Em Brasília, a ação contou com o apoio da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) do Distrito Federal.
“Alquimia” faz referência ao núcleo da fraude investigada, marcado pela falsa promessa de transformação e multiplicação de valores, em alusão à ideia de transmutação historicamente associada à alquimia.
Operação Pharus
A Operação Alquimia integra a Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
Renorcrim
A ação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência para o combate duradouro à criminalidade.
Assessoria | Polícia Civil-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Transporte
Polícia Civil deflagra operação e desmantela grupo criminoso ligado a facção em Cuiabá

PJC
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (23.4), a Operação Gerente Fantasma para desarticular um grupo criminoso com atuação em diversos crimes na capital mato-grossense.
Equipes da Delegacia Especializada em Repressão a Narcóticos (Denarc) cumprem 27 ordens judiciais em Cuiabá e Várzea Grande, sendo nove mandados de prisão preventiva, 10 mandados de busca e apreensão domiciliar com caráter itinerante e oito bloqueios de ativos financeiros no montante de R$ 200 mil.
A investigação identificou a existência de um grupo criminoso estruturado, com vínculos com uma facção criminosa e atuação simultânea nos crimes de tráfico de drogas, estelionatos digitais por meio de plataformas de compra e venda online e na lavagem do produto das atividades criminosas.
Um dos aspectos mais reveladores do caso é o papel exercido pelo principal investigado, apontado como líder do grupo, que, mesmo recolhido em unidade prisional, atuava como gestor financeiro do grupo criminoso, coordenando semanalmente a arrecadação e a distribuição dos lucros entre os integrantes do grupo.
Apenas na primeira semana de novembro de 2023, o lucro apurado com os golpes digitais alcançou R$ 105.900. A investigação revelou ainda o comércio de diversas substâncias entorpecentes, incluindo pasta base de cocaína, skunk (conhecido como supermaconha) e cocaína refinada, além do controle territorial sobre pontos de venda em múltiplos bairros de Cuiabá.
“Para dissimular a origem ilícita dos valores, o grupo criminoso empregava técnicas sofisticadas de ocultação patrimonial, fragmentação de transferências entre múltiplas contas bancárias, utilização de contas de terceiros como pessoas interpostas e uso de empresas registradas em nome de familiares dos principais investigados”, afirmou o delegado Eduardo Ribeiro, responsável pela investigação da Operação Gerente Fantasma.
Foram identificadas movimentações financeiras expressivas em contas de integrantes do grupo. Somente em novembro de 2023, o grupo movimentou mais de R$ 200 mil, valores incompatíveis com qualquer atividade econômica lícita declarada.
As investigações apontaram, ainda, que o grupo criminoso promovia distribuição de cestas básicas à comunidade e organizava eventos esportivos, extraindo lucros adicionais da comercialização de bebidas alcoólicas nos eventos — mecanismos utilizados para construir influência local e dificultar denúncias.
Operação Pharus
A Operação Gerente Fantasma integra a Operação Pharus, iniciativa que integra o programa Tolerância Zero, voltado ao enfrentamento de facções criminosas em Mato Grosso.
O nome “Pharus” faz referência ao termo latino para farol, estrutura associada à emissão contínua de luz e à orientação em meio à escuridão. A escolha do nome busca simbolizar a atuação do Estado na identificação e no enfrentamento de práticas criminosas.
Renorcrim
A operação também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim). A rede reúne delegados titulares das unidades especializadas e promotores públicos dos 26 estados e do Distrito Federal e é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Diretoria de Inteligência e Operações Integradas (DIOPI) da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), para traçar estratégias de inteligência de combate de forma duradoura à criminalidade.
Karina Cabral | Polícia Civil – MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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