Mato Grosso
Museu de História Natural abre exposição com peças arqueológicas de Cuiabá para celebrar aniversário da cidade

Secel-MT
O Museu de História Natural de Mato Grosso abre nesta terça-feira (8.4), às 14h, a exposição “Fragmentos da História de Cuiabá: A arte da Faianças Arqueológicas”, em comemoração ao aniversário da capital mato-grossense.
Aberta para visitação até 30 de abril, a mostra do equipamento cultural da Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) reúne valiosas peças coletadas durante escavações arqueológicas realizadas na região. As faianças são cerâmicas que datam de períodos significativos da ocupação humana na área, oferecendo um vislumbre das práticas, costumes e estilos de vida dos antepassados.
De acordo com Suzana Hirooka, presidente do Instituto Ecoss que faz a gestão compartilhada do Museu, a exposição revela o legado cultural e histórico que moldou a identidade da cidade ao longo dos séculos.
“Esta exposição é um convite a todos para mergulhar na rica história de Cuiabá. Os visitantes irão apreciar a complexidade dessas peças, que são testemunhas silenciosas da interação entre diferentes culturas e da evolução da sociedade cuiabana”, explica Suzana.
Com entrada gratuita, a cerimônia de abertura oficial da exposição é aberta ao público e contará com a presença de autoridades locais, historiadores e representantes da comunidade.
Após a solenidade, haverá outras atividades gratuitas, como oficinas, mostra de cinema, palco livre, apresentação de maracatu e outros. Confira a programação no aniversário de Cuiabá:
14h: Abertura da Exposição Fragmentos da História de Cuiabá
15h: Oficina mediação de leitura: Contos Cuiabanos
18h30: Mostra Cinema/ Oficina de Zine
19h: Intervenção Poética
20h: Apresentação do Grupo de Maracatu Buriti Nagô
O Museu de História Natural de Mato Grosso
Localizado na Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), em Cuiabá, o espaço é aberto ao público de quarta a domingo, das 8h às 18h. Aos domingos e feriados a entrada é gratuita e nos demais dias custa R$ 12 (inteira) e R$ 6 (meia).
Cida Rodrigues e Tuani Nunes | Secel-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Várzea Grande terá 13 cursos gratuitos para produtores rurais em maio

Foto: Assessoria
A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável de Várzea Grande (SEMMADRS) levará, ao longo do mês de maio, 13 cursos de capacitação técnica voltados a produtores e trabalhadores rurais do município. As formações são promovidas por parceria conquistada pela Coordenadoria de Desenvolvimento Rural com o Sindicato Rural de Nossa Senhora do Livramento e o SENAR-MT.
Na próxima semana, entre os dias 4 e 8 de maio, seis cursos ocorrerão simultaneamente em diferentes comunidades rurais. Entre os temas ofertados estão operação e regulagem de tratores agrícolas, produção artesanal de derivados do leite e utilização de drones na agropecuária.
A programação também inclui cursos de panificação artesanal, produção de embutidos e defumados de carne bovina, além de cultivo de hortaliças folhosas.
De acordo com a Secretaria, as capacitações têm como foco a qualificação da mão de obra no campo e o fortalecimento da produção rural. “O objetivo é levar conhecimento técnico diretamente às comunidades rurais”, destacou o secretário municipal Ricardo Amorim.
O coordenador de Desenvolvimento Rural, Leandro Silva, ressaltou que as ações buscam ampliar as oportunidades para os produtores locais. “Os cursos contribuem para melhorar a produção e abrir novas possibilidades de geração de renda”, afirmou.
A programação seguirá ao longo de maio, contemplando diferentes comunidades do município.
Fonte: SECOM-VG
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
Governo de MT asfaltou quantidade de rodovia suficiente para atravessar o Brasil de Norte a Sul

Sinfra-MT
O Governo de Mato Grosso já asfaltou 6.236,1 quilômetros de rodovias em todo o Estado desde 2019. O número de asfalto executado em sete anos corresponde quase a quantidade de asfalto em rodovias asfaltadas que existiam em Mato Grosso até 2019, cerca de 6.400 km.
Para se ter ideia, 6.200 km é mais asfalto do que existem em 17 estados do Brasil. Com a meta de alcançar 7 mil km até o fim de 2026, é suficiente para asfaltar todas as rodovias de 13 unidades da nação, incluindo Santa Catarina, Paraíba, Rio de Janeiro e Rondônia. No caso do Rio Grande do Norte, seria possível asfaltar todas as estradas potiguares duas vezes.
É uma quantidade de asfalto suficiente para sair do Palácio Paiaguás em Cuiabá e chegar até Ushuaia, na Argentina, o ponto mais ao sul da América do Sul e, mesmo assim, sobrariam cerca de 500 quilômetros a mais executados pelo Governo de Mato Grosso, ou seja, daria para sair de Sinop.
Se alguém quiser dirigir do Oiapoque (Amapá) até o Chuí (Rio Grande do Sul) e cruzar o Brasil de Norte a Sul, vai percorrer 5.500 km, menos do que foi construído pelo Governo de Mato Grosso.
Em linha reta, 6.200 km é a distância entre Cuiabá e a Cidade do México, ou entre Santa Terezinha, um dos municípios mais distantes da capital e o Marrocos.
Seriam necessárias 1.386 voltas ao redor do autódromo do Parque Novo Mato Grosso para percorrer essa distância.
“O asfalto leva desenvolvimento. Ele melhora o escoamento da produção, reduz custos logísticos, fortalece o agronegócio e atrai novos investimentos para todas as regiões do Estado. Mas, principalmente, ele tira municípios do isolamento e conecta a população a serviços essenciais”, destacou o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
Além do asfalto novo, o Governo de Mato Grosso também investiu na infraestrutura com a construção de 267 pontes de concreto, restauração de 3.778 km de rodovias e mais de 4 mil km de asfalto executados nos 142 municípios do Estado.
Guilherme Blatt | Sinfra-MT
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
Mato Grosso
1º de maio de 2026: o agronegócio brasileiro ganha acesso a um mercado de R$ 130 trilhões

Imagem: Magnific
Após mais de duas décadas de negociações, o acordo comercial entre Mercosul e União Europeia entra em vigor de forma provisória nesta sexta-feira (1º), conectando o agronegócio brasileiro a um mercado estimado em mais de R$ 130 trilhões em Produto Interno Bruto (PIB) e cerca de 700 milhões de consumidores. Na prática, o tratado inaugura uma nova etapa de inserção internacional do agro, com redução de tarifas, padronização de regras e maior previsibilidade para exportadores.
O impacto potencial é direto: mais de 80% das exportações brasileiras para o bloco europeu passam a contar com tarifa de importação zerada, segundo estimativas da Confederação Nacional da Indústria. Com a entrada em vigor do acordo, a fatia das importações globais cobertas por acordos comerciais do Brasil pode saltar de cerca de 9% para mais de 37%, ampliando significativamente o alcance dos produtos nacionais.
No campo, o efeito é duplo. De um lado, a redução de custos de entrada tende a aumentar a competitividade do produto brasileiro, especialmente em cadeias com forte presença no comércio exterior, como café, suco de laranja, frutas, celulose e proteínas animais. De outro, a harmonização de regras técnicas e sanitárias reduz incertezas e facilita contratos de longo prazo, elemento crítico para investimentos e planejamento produtivo.
Produtos agrícolas já competitivos ganham tração adicional. O café — principal item da pauta brasileira — mantém acesso livre de tarifas, enquanto derivados, como o café solúvel e torrado, passam a entrar com custo reduzido. No segmento de frutas, a abertura é ainda mais relevante: itens como uva têm tarifa zerada imediatamente, enquanto abacate, limão, melão, melancia e maçã entram em cronogramas de desgravação que variam de quatro a dez anos. A janela comercial é favorecida pela complementaridade entre as safras — o Brasil exporta, em grande medida, na entressafra europeia.
O acordo também elimina tarifas para mais de 5 mil produtos do Mercosul, incluindo sucos, pescados, óleos vegetais e parte relevante dos produtos industrializados de base agropecuária. No conjunto, cerca de 77% dos itens agrícolas exportados ao bloco europeu terão tarifa zerada ao longo do período de transição.
Há, contudo, limites relevantes. Cadeias consideradas sensíveis pela Europa — como carne bovina, frango e suínos — permanecem sujeitas a cotas tarifárias. Isso significa que a redução de impostos está condicionada a volumes pré-definidos, refletindo a pressão de produtores europeus, que veem o avanço do agro sul-americano como concorrência direta.
Mesmo com resistências políticas e questionamentos ambientais que ainda tramitam em instâncias europeias, a aplicação provisória já permite a ativação dos principais mecanismos comerciais. Para o Brasil, o movimento representa mais do que ganho tarifário imediato: sinaliza abertura de um dos mercados mais exigentes do mundo, com potencial de elevar padrões, atrair investimentos e consolidar cadeias de valor.
No curto prazo, o desafio será operacional. A ampliação do acesso exige adequação a requisitos técnicos, rastreabilidade e logística eficiente — fatores que, na prática, definem a capacidade de capturar esse novo mercado. No médio prazo, o acordo reposiciona o agro brasileiro em uma geografia comercial mais ampla, menos dependente de poucos destinos e com maior previsibilidade regulatória.
Em síntese, a entrada em vigor do tratado não altera apenas tarifas. Ela redesenha o ambiente de negócios do agro, ao inserir o Brasil de forma mais competitiva em um dos maiores e mais sofisticados mercados consumidores do planeta.
Com Pensar Agro
Fernanda Toigo
Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]
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