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Polícia Militar prende três suspeitos por roubo e cárcere privado em empresa de Cuiabá

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PMMT

 

A Polícia Militar, por meio das equipes do 1º Batalhão, Companhia Centro e Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), prendeu três homens por roubo e cárcere privado, na madrugada desta terça-feira (25.3), em Cuiabá. Na ação, os policiais recuperaram fios de cobre e apreenderam um veículo e materiais utilizados no crime.

Por volta de 01h30, as equipes do 1º BPM receberam denúncias sobre um roubo em andamento em uma empresa de defensivos agrícolas, no bairro Dom Aquino. Segundo as informações dos funcionários do setor de monitoramento, três homens haviam invadido o estabelecimento e mantido o guarda do local em cárcere privado.

Diante das informações, militares do 1º BPM e da Rotam se deslocaram ao endereço, entrando na empresa e localizando um dos suspeitos no depósito, que foi detido em flagrante. Ainda nas buscas, os militares notaram buracos no teto da empresa e fizeram buscas no telhado, onde os outros dois homens também foram encontrados e detidos.

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Em seguida, o guarda rendido pelos criminosos se apresentou para as autoridades policiais e relatou que os homens chegaram na empresa anunciando o roubo, onde ele foi mantido como refém em uma sala. A vítima também afirmou que, em momento de descuido dos suspeitos, conseguiu fugir e acionar o sistema de monitoramento, que fez contato com a Polícia Militar.

Ainda no local, um dos suspeitos afirmou ser funcionário da empresa e que os criminosos tinham como objetivo furtar fios de cobre e defensivos agrícolas da empresa. Os policiais recolheram os fios de cobre que estavam cortados pelos suspeitos para remoção e apreenderam materiais e um veículo utilizados pela quadrilha para a prática do crime.

Os três homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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Hallef Oliveira | PMMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Tamanduá-mirim é capturado em casa em Confresa

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Imagem gerada por IA

O Corpo de Bombeiros Militar confirmou a captura de um tamanduá-mirim dentro de uma residência na madrugada desta quarta-feira (6), no município de Confresa, em Mato Grosso. O animal foi resgatado sem ferimentos e devolvido ao habitat natural.

De acordo com a corporação, a equipe foi acionada após moradores relatarem a presença de um animal silvestre circulando pela via pública. Ao chegar ao endereço indicado, os bombeiros constataram que o tamanduá já havia entrado no imóvel.

No interior da residência, o animal foi localizado escondido sob um tanque, atrás de uma máquina de lavar. Conforme os militares, o tamanduá-mirim não apresentava comportamento agressivo durante a ocorrência.

A guarnição realizou a captura com técnicas adequadas, garantindo a segurança dos moradores e do próprio animal. Após o acondicionamento correto, o tamanduá foi transportado e solto em uma área apropriada, distante do perímetro urbano.

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Os moradores receberam orientações sobre como proceder em situações semelhantes envolvendo animais silvestres. Não houve registro de feridos, e o caso foi finalizado sem intercorrências.

Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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Transporte

PM estoura “boca de fumo” em Nova Mutum e detém dupla; suspeita grávida já havia sido baleada no domingo

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PMMT

 

A Polícia Militar desarticulou, na tarde desta terça-feira (5), um ponto de comercialização de entorpecentes no bairro Lírio dos Campos II, em Nova Mutum. A ação resultou na condução de um homem e uma mulher em Mato Grosso, após denúncias anônimas via 190 alertarem sobre a movimentação suspeita na residência.

A operação teve início quando os policiais, em patrulhamento pela região, avistaram um indivíduo que tentou fugir para o interior do imóvel ao perceber a aproximação da viatura.

Flagrante e confissão

Durante a abordagem, o suspeito foi flagrado tentando se desfazer de um invólucro contendo substância análoga à maconha. Ao ser questionado pelos militares, ele confessou a posse do entorpecente e revelou que havia mais drogas escondidas dentro da casa.

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O homem afirmou ainda que o material pertenceria à sua prima, que também estava no local. A mulher confirmou a versão do familiar e entregou voluntariamente o restante das porções ilícitas à guarnição da PM.

Suspeita baleada e gestante

Um detalhe que chamou a atenção das autoridades foi o estado de saúde da mulher conduzida. Além de estar gestante, ela apresentava um ferimento por arma de fogo na mão esquerda. Segundo o relato colhido na ocorrência, a suspeita foi vítima de um ataque a tiros ocorrido no último domingo (3) em Nova Mutum.

A lesão, ainda recente, foi documentada pelos policiais durante o registro da ocorrência. Devido ao estado de saúde e à colaboração dos suspeitos, a condução até a delegacia foi realizada sem o uso de algemas.

Procedimentos legais

A dupla foi entregue à Delegacia de Polícia Civil de Nova Mutum, juntamente com o material apreendido. Eles devem responder por tráfico de drogas e associação para o tráfico. A polícia agora investiga se o ataque sofrido pela mulher no final de semana tem relação direta com a atividade ilícita praticada no imóvel ou se trata de uma disputa entre grupos rivais na região.

Você acredita que o envolvimento de mulheres grávidas no tráfico de drogas tem crescido devido à expectativa de benefícios penais, como a prisão domiciliar, ou falta assistência social para evitar que pessoas em situação de vulnerabilidade entrem para o crime em Mato Grosso? Deixe sua opinião nos comentários.

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Fonte: CenárioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Transporte

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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PJC

 

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

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Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

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Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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