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Agricultura

Librelato é destaque no Prêmio Catarinense de Ideias de Melhorias

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Librelato é destaque no Prêmio Catarinense de Ideias de Melhorias

  • Implementadora foi reconhecida na categoria “Lean” com solução que reduziu o tempo de produção dos chassis de graneleiros
  • Aumento da produtividade proporcionará ganhos anuais estimados de até 6 milhões de reais para a empresa 

A Librelato, fabricante de implementos rodoviários, tem aperfeiçoado seus processos na unidade de Criciúma, SC, onde é produzido seu carro-chefe, a linha graneleira. Como resultado disso, a empresa conquistou a segunda colocação na categoria “Lean” do PCIM – Prêmio Catarinense de Ideias de Melhorias. O recebimento do prêmio ocorreu em agosto, durante o CEEM – Congresso Estadual de Equipes de Melhorias, realizado no município de São José, SC.

A premiação é promovida anualmente com o objetivo de reconhecer projetos de melhoria contínua em empresas de Santa Catarina. O projeto da Librelato reconhecido neste ano, intitulado “Otimização do Fluxo de Operação: Box de Arqueamento e Soldagem”, foi desenvolvido por oito profissionais da linha de solda robotizada e proporcionou à fabricante redução do tempo de produção dos chassis de graneleiros.

“Para chegar a esse resultado, utilizamos métodos de Lean Manufacturing (Manufatura Enxuta) que nos ajudaram a analisar aspectos possíveis de serem aperfeiçoados em nossa linha de produção. A partir disso, reorganizamos e ajustamos as atividades com o intuito de fabricar mais chassis por dia – em torno de 15% – e acelerar a entrega dos implementos aos clientes”, explica Rodrigo Corso, Diretor de Manufatura da Librelato. Com esse aumento da produtividade, a empresa pode ter ganhos anuais de até 6 milhões de reais.

O CEEM – Congresso Estadual de Equipes de Melhorias contou com uma palestra no formato de painel interativo com convidados especiais, sendo um deles o Gerente de Estratégia, Novos Negócios e Vertical de Serviços e Tecnologia, João Vitor Librelato, que falou sobre conexão e ação para resultados.

 

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Equipe Librelato no Prêmio Catarinense de Ideias de Melhorias
Divulgação
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Librelato no Prêmio Catarinense de Ideias de Melhorias
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Painel no Prêmio Catarinense de Ideias de Melhorias com o João Librelato
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LIBRELATO – Fundada em 1969, a Librelato destaca-se como uma das três principais fabricantes brasileiras de implementos rodoviários, além de ser a segunda maior exportadora desses produtos. Atualmente, possui quatro plantas em Santa Catarina, sendo três delas no município de Içara e uma em Criciúma, onde emprega cerca de dois mil profissionais. Sua rede de concessionárias e representantes têm ampla cobertura, com 33 pontos de venda Libreparts estrategicamente instalados em quase todas as regiões brasileiras, além de unidades em países da América do Sul, como Paraguai, Uruguai, Bolívia, Colômbia e Chile. A Librelato possui um dos mais completos portfólios de produtos. São reboques, semirreboques, bitrens, tritrens e rodotrens para aplicações em carga seca, graneleiro, basculante, carrega tudo, tanque aço carbono, florestal, furgão alumínio, furgão lonado e porta-contêiner, entre outros de linhas especiais. 

Mais informações:

MM EDITORIAL

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Marta de Souza – [email protected] – (11)99369-3707
Sérgio Dias – [email protected] – (11)99905-1722

 

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Agricultura

Produtoras recebem apoio para cultivo em Várzea Grande

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Reprodução/Secom VG

Produtoras da agricultura familiar da comunidade Sadia III, em Várzea Grande, estão recebendo insumos e assistência técnica para o cultivo de maracujá e banana-da-terra.

A ação inclui a entrega de cerca de 17 toneladas de esterco bovino, usado no preparo do solo, além de acompanhamento semanal nas propriedades com orientações sobre manejo e plantio. O trabalho é feito pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente em parceria com a Empaer.

Segundo as produtoras, o apoio tem ajudado a melhorar a produção. Sem estrutura própria, elas afirmam que o preparo da terra e o manejo das culturas seriam mais difíceis sem assistência técnica.

O acompanhamento também permite corrigir falhas durante o cultivo e evitar perdas na lavoura.

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De acordo com a Prefeitura, cerca de 3 mil famílias da zona rural de Várzea Grande recebem esse tipo de suporte, voltado à produção e geração de renda no campo.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Preços do arroz recuam com indústria cautelosa

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Gerada por IA

O mercado de arroz em casca vem perdendo sustentação, pressionado pela menor liquidez, pelo avanço da colheita e pelo enfraquecimento da demanda ao longo da cadeia produtiva. A análise foi divulgada nesta quarta-feira (29.04) pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com pesquisadores do Cepea, a redução nas negociações do arroz beneficiado, somada à postura mais cautelosa de indústrias e produtores, tem limitado os negócios e pressionado as cotações. Na última semana, os preços oscilaram entre regiões: em áreas com menor disponibilidade, compradores chegaram a elevar pontualmente a disposição de pagamento.

Por outro lado, a comercialização do arroz beneficiado segue enfraquecida, com menor interesse do atacado e do varejo por grandes volumes. Esse cenário restringe os repasses e aperta as margens industriais, levando parte das beneficiadoras a recuar nas compras, enquanto outras reduziram as ofertas no mercado de matéria-prima.

Outro fator de pressão é a perda de competitividade do arroz brasileiro no mercado externo, diante da retração das exportações e de preços internacionais mais pressionados.

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Mesmo com o viés de baixa, agentes do setor acompanham os desdobramentos dos mecanismos oficiais de apoio à comercialização, como leilões voltados ao escoamento da produção.

VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Agricultura

Novo padrão do Mercosul muda venda de morangos no Brasil

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Internet

Você já reparou que os morangos estão diferentes nas prateleiras? Bandejas mais organizadas e frutas com aparência uniforme já refletem a adoção de um novo padrão de comercialização no país. A mudança foi estabelecida pela Portaria nº 886/2026 do Ministério da Agricultura e Pecuária e já está em vigor em todo o Brasil. A medida alinha o país às normas do Mercosul com referências internacionais, incluindo padrões da União Europeia.

De acordo com o Ministério, os morangos são apenas um dos produtos incluídos nesse processo de padronização, que abrange diferentes itens hortícolas. O destaque recente se deu, porque houve atualização normativa específica, mas ele não é o único produto sujeito a padronização, é apenas um entre vários dentro das regras do Mercosul e referências internacionais.

O que muda na prática

A nova regulamentação atualiza critérios de identidade, qualidade, classificação e rotulagem do morango, tornando a comercialização mais rigorosa. Entre as principais exigências estão:

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Classificação por tamanho (calibre): pequeno, médio e graúdo;

Avaliação de qualidade: cor, formato, firmeza e ausência de defeitos;

Embalagens mais padronizadas, com menor variação de peso;

Rotulagem detalhada, com origem, categoria e identificação do produtor.

Mais padronização nas prateleiras

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A exigência de uniformidade dentro das embalagens explica o aspecto mais homogêneo das bandejas. As frutas precisam seguir um padrão visual mais consistente, o que facilita a comercialização e amplia o potencial de exportação.

Impacto no preço

A adoção das novas regras pode gerar custos adicionais aos produtores, como seleção mais criteriosa e adequação dos processos. Por outro lado, especialistas apontam que a padronização tende a reduzir perdas e desperdícios ao longo da cadeia produtiva, o que pode contribuir para maior estabilidade de preços ao consumidor no médio prazo.

Processo contínuo

A medida faz parte de um movimento mais amplo de harmonização de normas agrícolas no âmbito do Mercosul. Isso significa que outros produtos já seguem ou ainda passarão a seguir padrões semelhantes.

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VGN

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

 

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