Conecte-se Conosco

Notícias

Consumo do leite auxilia na saúde óssea, preserva massa muscular e pode reduzir o risco de doenças crônicas

Publicado

em

Produtores agora tem dia para celebrar seu esforço para fazer chegar a bebida na mesa dos brasileiros: 12 de julho – Fotos: Divulgação

 

Hábito corriqueiro no café da manhã de milhares de brasileiros, o consumo de leite de vaca pelos humanos teve início há cerca de 9 mil anos em várias partes do mundo, incluindo o Oriente Médio, a África e a Europa, assim que nossa espécie aprendeu a domesticar os animais. Desde então, ele tem sido uma parte importante da dieta humana em diversas sociedades. As evidências mostram que, mesmo em tempos antigos, o leite era usado não apenas como bebida, mas também em combinações com outros alimentos, como leguminosas e cereais, para criar refeições nutritivas.

E não é só como um ingrediente saboroso que o leite mostra seus benefícios, sendo também uma fonte rica de nutrientes essenciais. O leite de vaca é uma das melhores fontes de cálcio disponíveis, um mineral vital para a formação, fortalecimento e manutenção dos ossos. A absorção do cálcio presente na bebida é eficiente, sendo essencial para prevenir a osteoporose e manter a saúde óssea em todas as fases da vida. Salvo exceções de alergia ou intolerância, desde a infância até a terceira idade, o consumo regular do alimento contribui significativamente da formação da estrutura óssea à prevenção de fraturas.

Uma grande cadeia econômica gira em torno da produção de leite, para que chegue à mesa das famílias diariamente. De acordo com a Agência Câmara, o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de leite, com crescimento médio de 4% a 5% ao ano. A produção acontece tanto em pequena escala, pelos produtores familiares, quanto na industrialização pelos laticínios para abastecimento interno e exportações. Dada sua relevância, neste ano, foi sancionada lei federal definindo 12 de julho como Dia Nacional do Produtor de Leite.

Publicidade

A Marajoara Alimentos é uma das referências na produção de laticínios com qualidade e segurança. Presente nas mesas das famílias desde 1988, a marca sediada em Hidrolândia (GO) destaca-se no envase de leite, nas versões integral, semidesnatado, desnatado, desnatado zero lactose e achocolatados. A indústria também é fabricante de cremes de leite e leite condensado.

Envasados com tecnologia do UHT (ultrapasteurizado), também conhecido como “longa vida”, e com rigorosos padrões de segurança alimentar, os produtos mantêm a frescura e a riqueza nutricional do leite fresco. Isto porque o processo de ultrapasteurização elimina microrganismos nocivos, mantém a maioria dos nutrientes do produto fresco e possui uma longa validade sem a necessidade de refrigeração antes de aberto.

Mais sobre os benefícios do leite

Além do cálcio e das proteínas, o leite é uma fonte rica de várias vitaminas essenciais. Ele contém vitaminas D e B12, que desempenham papéis cruciais na manutenção da saúde. A vitamina D ajuda na absorção do cálcio, na manutenção da saúde óssea e auxilia o sistema imunológico. Já a vitamina B12 é essencial para a formação de glóbulos vermelhos e a função neurológica.

O leite também é fonte de diversos minerais importantes. O fósforo, assim como o cálcio, é vital para a formação e manutenção dos ossos e dentes. Por sua vez, o potássio ajuda a regular a pressão arterial e a função muscular, enquanto o magnésio é necessário para mais de 300 reações bioquímicas no corpo, incluindo a síntese de proteínas, a função muscular e nervosa, e o controle da glicose no sangue.

Publicidade

Não bastassem esses benefícios, autoridades internacionais de saúde, como a American Heart Association (AHA) e a National Medical Association (NMA), recomendam o consumo rotineiro de laticínios com baixo teor de gordura, tendo em vista as evidências que apontam que o consumo regular de leite pode ajudar a reduzir o risco de doenças crônicas, como diabetes e doenças cardiovasculares. Além disso, contribui para a manutenção de um peso saudável e melhora a saúde geral do coração.

Anderson Costa

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Protocolo Verde dos Grãos atinge 95% de conformidade e volume auditado de soja no Pará cresce mais de 600%

Publicado

em

Imagem Ilustrativa

 

O terceiro ciclo de auditorias do Protocolo Verde dos Grãos (PVG) confirma o avanço da governança socioambiental na cadeia da soja no Pará. Os resultados, divulgados pelo Ministério Público Federal (MPF) em parceria com o Imaflora, apontam que o volume de grãos rastreados alcançou 9,7 milhões de toneladas, representando crescimento superior a 600% em relação à primeira edição do programa.

O volume auditado refere-se às safras 2022/2023 e 2023/2024 e totaliza 9.770.450,56 toneladas, equivalente a 108% da produção estadual — percentual que supera 100% por incluir operações de revenda. O número consolida o PVG como uma das principais iniciativas de monitoramento da cadeia produtiva de grãos no país.

Crescimento contínuo e consolidação do programa

Publicidade

Desde sua criação, o Protocolo Verde dos Grãos apresenta expansão consistente. No primeiro ciclo de auditorias (safra 2017/2018), foram analisadas 1,5 milhão de toneladas. Já no segundo ciclo (safras 2018/2019 e 2019/2020), o volume subiu para 3,2 milhões de toneladas, evidenciando a rápida evolução da iniciativa.

O avanço reforça a eficácia dos acordos setoriais conduzidos pelo MPF, inspirados em modelos como o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Carne Legal, que também atua na promoção de boas práticas produtivas na Amazônia.

Conformidade socioambiental se mantém em nível elevado

Além do crescimento no volume auditado, o terceiro ciclo confirmou alto nível de conformidade socioambiental. Segundo o relatório, 95,39% das operações analisadas atenderam integralmente aos critérios do protocolo, enquanto apenas 4,61% apresentaram inconformidades.

Os dados indicam amadurecimento da cadeia produtiva. No primeiro ciclo, a taxa de conformidade era de 80,36%, evoluindo para 96% no segundo ciclo e mantendo-se acima de nove em cada dez operações regulares desde então.

Publicidade

Esse desempenho demonstra o papel do PVG como indutor de boas práticas, contribuindo para alinhar a expansão agrícola à preservação ambiental e à proteção dos recursos naturais na Amazônia.

Adesão de empresas cresce e fortalece competitividade

O aumento da credibilidade do protocolo também se reflete na adesão das empresas. No terceiro ciclo, foram entregues 36 relatórios de auditoria, abrangendo 47% das 77 empresas signatárias ativas no período analisado.

O número representa o triplo das empresas auditadas no primeiro ciclo (12) e quase o dobro da segunda rodada (19 relatórios). Atualmente, o PVG reúne 95 empresas signatárias ativas, consolidando-se como referência para o setor.

O engajamento crescente indica que a certificação no protocolo deixou de ser apenas uma exigência de conformidade para se tornar um diferencial competitivo no mercado, especialmente em cadeias que demandam rastreabilidade e sustentabilidade.

Publicidade

Metodologia garante transparência ao mercado

A robustez da metodologia adotada também fortalece a confiabilidade dos resultados. Neste ciclo, a auditoria avaliou uma amostra equivalente a 35% do volume comercializado, totalizando 3.444.405,92 toneladas.

Desse total, 3.285.547,18 toneladas foram consideradas regulares, atendendo aos critérios ambientais e sociais estabelecidos pelo protocolo.

A transparência do processo contribui para ampliar a segurança dos compradores e reforça a credibilidade da soja produzida no Pará nos mercados nacional e internacional.

Evento reúne setor para debater avanços e desafios

Publicidade

A apresentação dos resultados ocorreu em Belém (PA), durante evento que reuniu representantes do setor produtivo, organizações da sociedade civil e instituições públicas.

A programação incluiu exposição técnica dos dados das auditorias e debates sobre os desafios e perspectivas para o monitoramento da cadeia da soja. Participaram entidades como Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, ABIOVE, ANEC, Unigrãos e Instituto Centro de Vida.

Responsável pela análise técnica e condução das auditorias, o Imaflora também organizou o encontro em parceria com o MPF, reforçando seu papel na promoção da transparência e no aprimoramento contínuo das práticas socioambientais no agronegócio.

Perspectivas para a cadeia da soja

Os resultados do terceiro ciclo indicam que o Protocolo Verde dos Grãos se consolida como um instrumento estratégico para o desenvolvimento sustentável da produção de soja na Amazônia.

Publicidade

Com alta adesão, níveis elevados de conformidade e expansão contínua da rastreabilidade, a iniciativa fortalece a imagem do agronegócio brasileiro e amplia sua competitividade em mercados que exigem cada vez mais responsabilidade socioambiental.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Notícias

Polícia Civil deflagra operação contra estelionatárias envolvidas em fraudes financeiras contra idosos

Publicado

em

PJC

 

A Polícia Civil deflagrou, nesta quarta-feira (29.4), a Operação Rede Fraudulenta, para cumprimento de mandados judiciais de busca e apreensão e prisão preventiva contra um grupo criminoso envolvido em crimes de estelionato, por meio de fraudes financeiras, praticadas contra vítimas idosas.

Na operação, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão domiciliar e dois mandados de prisão preventiva, expedidos pelo Poder Judiciário após representação da autoridade policial, com manifestação favorável do Ministério Público. A operação tem como alvo três mulheres que atuavam nos golpes.

As investigações, conduzidas pela Delegacia de Estelionato de Cuiabá, indicam a atuação de um grupo que abordava vítimas, em especial pessoas idosas, mediante contato telefônico e visitas presenciais, oferecendo supostas vantagens financeiras, como a redução de parcelas de empréstimos consignados ou a unificação de dívidas com condições mais favoráveis.

Publicidade

Modo de ação

Durante a abordagem, os suspeitos conquistavam a confiança das vítimas e solicitavam dados pessoais, documentos e registros fotográficos, sob o pretexto de formalização contratual.

De posse dessas informações, realizavam operações financeiras sem autorização, incluindo a contratação de empréstimos em nome das vítimas, bem como transferências bancárias por meio de Pix e outras modalidades, direcionando os valores para contas vinculadas ao grupo criminoso ou a terceiros.

A investigação aponta que as condutas eram praticadas de forma estruturada, com divisão de tarefas entre os envolvidos, desde o contato inicial até a execução das fraudes financeiras, dificultando a identificação imediata dos responsáveis.

Mandados

Publicidade

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos aparelhos eletrônicos e outros materiais que serão submetidos à análise pericial, com o objetivo de aprofundar as investigações, identificar possíveis vítimas adicionais e esclarecer a participação de outros envolvidos.

O delegado responsável pelas investigações, Marlon Nogueira, destaca que as investigações continuam, para a completa elucidação dos fatos e à responsabilização penal de todos os integrantes do grupo.

“É importante que a população desconfie de ofertas de serviços financeiros realizadas por telefone ou por visitas inesperadas, especialmente quando houver solicitação de dados pessoais, fotografias ou assinaturas, recomendando sempre a busca por informações diretamente junto às instituições financeiras oficiais”, disse o delegado.

Assessoria | Polícia Civil-MT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Notícias

Algodão atinge maior preço em dois anos

Publicado

em

precos-do-algodao-em-pluma-seguem-em-alta-no-brasil

Foto: Canva

 

Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, divulgada na segunda-feira (27), o indicador do algodão em pluma do Cepea/Esalq voltou ao maior patamar em dois anos. Na última semana, o índice atingiu 81,91 centavos de dólar por libra-peso, nível que não era registrado desde o fim de março de 2024.

Naquele período, o algodão estava em trajetória de queda, com preços que recuaram para abaixo de 70 centavos de dólar por libra-peso no fim de 2024 e chegaram a níveis inferiores a 63 centavos de dólar por libra-peso no final de 2025.

Ao longo do primeiro trimestre de 2026, os preços passaram a apresentar recuperação, acompanhando a valorização na bolsa de Nova York e a alta do petróleo, fatores que ampliaram a competitividade do algodão frente às fibras sintéticas.

Publicidade

De acordo com o Cepea, a partir de março os vendedores mantiveram posição firme, atentos ao mercado internacional, enquanto a indústria doméstica e as tradings voltadas à exportação ampliaram o consumo.

Nesse contexto, o cenário de preços mais elevados pode favorecer a comercialização do algodão pelos produtores, ao reduzir a pressão sobre as margens da cultura.

Agrolink – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade
Continue Lendo

Tendência