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WinterShow 2024 – Agroquímicos Botanicidas serão apresentados no evento de Entre Rios, com foco na excelência de cereais de inverno

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Com ações orientadas para a inovação e investimentos em tecnologia e pesquisa & desenvolvimento, a Openeem Bioscience, empresa 100% brasileira, será um dos destaques do evento WinterShow 2024, no período de 01 a 03 de outubro, no centro de eventos da cooperativa Agrária, em Entre Rios-SC. O encontro, focado na excelência da produção de cereais de inverno, conta com expositores e palestrantes de diferentes segmentos da cadeia do agronegócio.

A equipe técnica da Openeem apresentará no local sua tecnologia de defensivos agrícolas de matriz botânica, os chamados Triterpenos Bioativados®. A empresa está agora ampliando o alcance e priorizando o sistema de distribuição, que já chegou a mais de 80 pontos de venda.

Conforme o vice-presidente comercial e de marketing da Openeem, Fernando Manzeppi, a empresa alçou o voo de estreia focada, inicialmente, nas culturas de soja e milho. Sua primeira plataforma de defensivos botanicidas é formada por inseticida (Valente®), nematicida (Brutus®), fungicida (Bravo®) e bioestimulante (Ânima®).

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Nos próximos meses, ressalta o executivo, a Openeem lança o condicionador de solo Gênese® e o herbicida Sagaz®, além de um produto potente para tratamento de sementes. A empresa aguarda, ainda, a concessão de registros para expandir aplicações de seus produtos a culturas como cana-de-açúcar, café, citrus e algodão.

Pragas, sementes e ‘triterpenos’

O engenheiro agrônomo Evandro Keller, diretor de pesquisa & desenvolvimento da empresa, lembra que antes de serem lançados, os botanicidas da Openeem foram alvos de ensaios conduzidos por cerca de 40 consultorias e institutos de pesquisas, aplicados em 320 áreas cultivadas, ante investimento próximo a R$ 4,5 milhões em protocolos de campo. Desde 2016, o valor investido pela empresa no negócio soma R$ 50 milhões.

Na safra 2023-24, prossegue o agrônomo, Openeem Valente®, o inseticida multissítio de amplo espectro do novo grupo químico de triterpenos bioativados, foi o carro chefe dos negócios da empresa, principalmente em virtude da forte pressão de pragas de alta complexidade, entre estas a mosca-branca na soja e a cigarrinha-do-milho.

O mesmo produto, salienta Keller, atraiu players da área de produção de sementes. “O inseticida-botanicida incrementou o vigor e a viabilidade de sementes de soja na faixa de 3% a 5%, um dado altamente representativo”, diz. “Um dos nossos clientes do segmento utilizará Valente® em aproximadamente 15 mil hectares na safra 2024-25, pois obteve, no ciclo atual, ganhos de três a cinco sacas por hectare”, comemora o agrônomo.

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“Valente® age rápido e apresenta residual prolongado”, continua ele. Aplicado sobre o percevejo-da-soja, conta Keller, o inseticida-botanicida da Openeem transferiu 33% a mais de controle e elevou a qualidade de grãos da oleaginosa em 43,5%, comparado aos chamados tratamentos-padrão do produtor.

Os triterpenos bioativados, base da linha de agroquímicos de matriz botânica da Openeem, provêm de mais de 300 compostos extraídos de uma floresta própria e sustentável de árvores do Neem. Localizada no estado do Pará, a Floresta Openeem constitui um centro gravitacional para diversos projetos de apoio e desenvolvimento às comunidades locais, um dos principais pilares de atuação da empresa, unindo conceitos de sustentabilidade, regeneração e impacto social.

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Açúcar reage nas bolsas internacionais com alta do petróleo, mas mercado físico brasileiro segue pressionado

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O mercado internacional do açúcar iniciou a semana em recuperação nas principais bolsas globais, sustentado pela forte alta do petróleo e pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio. Apesar da reação positiva em Nova York e Londres, o mercado físico brasileiro segue pressionado pelo avanço da safra 2026/27 e pela expectativa de aumento da oferta de açúcar no país.

Na última sexta-feira (8), os contratos futuros do açúcar encerraram o pregão em alta após uma sequência de perdas registradas ao longo da semana. Em Nova York, o contrato julho/26 do açúcar bruto avançou 0,15 centavo, fechando a 14,69 cents de dólar por libra-peso. O vencimento outubro/26 subiu para 15,16 cents/lbp, enquanto o março/27 encerrou cotado a 15,99 cents/lbp.

Em Londres, o açúcar branco também acompanhou o movimento de recuperação. O contrato agosto/26 fechou a US$ 432,00 por tonelada, enquanto o outubro/26 encerrou a US$ 432,30. O dezembro/26 avançou para US$ 436,00 por tonelada.

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Já nesta segunda-feira (11), o movimento de valorização ganhou força. Por volta das 10h30 (horário de Brasília), o contrato julho em Nova York era negociado a 14,84 cents/lbp, com avanço de 15 pontos. Em Londres, o contrato agosto subia para US$ 435,60 por tonelada.

Petróleo dispara e dá sustentação ao açúcar

O principal fator de suporte ao mercado foi a forte valorização do petróleo, após o agravamento das tensões entre Estados Unidos e Irã. A rejeição norte-americana à proposta iraniana para um acordo diplomático elevou os temores sobre possíveis impactos no abastecimento global de energia, especialmente diante das ameaças envolvendo o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do petróleo mundial.

Com isso, o petróleo Brent avançava mais de 4%, sendo negociado acima de US$ 105 por barril, enquanto o WTI também registrava forte alta.

O movimento impacta diretamente o setor sucroenergético. Com combustíveis mais caros, o etanol tende a ganhar competitividade, incentivando usinas brasileiras a ampliar a produção do biocombustível em detrimento do açúcar. Esse possível redirecionamento do mix produtivo reduz a oferta global da commodity e ajuda a sustentar as cotações internacionais.

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Safra brasileira e câmbio mantêm mercado volátil

Apesar da recuperação recente, o mercado ainda opera em ambiente de elevada volatilidade. O avanço da safra brasileira segue como principal fator de pressão sobre os preços globais.

Além disso, a valorização do real frente ao dólar reduz a competitividade das exportações brasileiras, fator que também influencia a dinâmica das negociações internacionais.

Analistas do setor destacam que as oscilações do petróleo continuam sendo determinantes para o comportamento do açúcar e do etanol, especialmente em um momento de definição do mix de produção pelas usinas do Centro-Sul.

Mercado físico brasileiro segue pressionado

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No mercado interno, o cenário permanece mais fraco. O Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar cristal branco em São Paulo registrou queda de 1,27% na sexta-feira (8), com a saca de 50 quilos negociada a R$ 96,59.

Com o resultado, o indicador passou a acumular baixa de 1,35% em maio, refletindo a postura cautelosa dos compradores e a expectativa de maior disponibilidade de açúcar ao longo da safra.

Segundo o Cepea, a liquidez segue limitada no mercado spot paulista, com agentes aguardando possíveis novas quedas nos preços antes de ampliar as negociações.

Setor monitora energia, clima e exportações

O mercado segue atento aos desdobramentos da crise geopolítica no Oriente Médio, ao comportamento do petróleo e ao ritmo da moagem no Brasil. A combinação entre energia, câmbio e avanço da safra deve continuar determinando o rumo das cotações nas próximas semanas.

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Além disso, operadores acompanham o desempenho das exportações brasileiras e a evolução da demanda internacional, em um cenário marcado por ampla volatilidade e ajustes constantes nas expectativas de oferta global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Sustentabilidade e desenvolvimento social norteiam palestra direcionada aos Pontos de Cultura de MT

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Secel-MT

 

O Pontão de Cultura Lado a Lado está com inscrições abertas para a palestra “Sustentabilidade e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) aplicados à Cultura”, que será realizada na quarta-feira (13.5), às 18h30, com a gestora de projetos Carolina Barros.

A atividade integra o programa Trilhas Formativas do Pontão selecionado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) para articular ações de fortalecimento da rede de Pontos de Cultura em Mato Grosso.

O encontro é online e gratuito, mediante inscrição pelo link (aqui)

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Com o programa formativo, o Pontão Lado a Lado prevê a realização de uma série de oito encontros ao longo do ano, com foco no fortalecimento da gestão cultural em Mato Grosso. Nesta edição, o objetivo é apoiar os Pontos de Cultura na identificação, organização e comunicação de práticas sustentáveis já desenvolvidas em seus territórios.

“Os pontos de cultura já trabalham com sustentabilidade em vários aspectos, seja ela econômica, ambiental ou social. A proposta é auxiliar na estruturação dessas ações e, principalmente, na forma de comunicar esse trabalho, aproximando possíveis apoiadores”, explica Carolina Barros.

Sobre os objetivos práticos, Carol explica que com um trabalho bem executado e consciência do que estão realizando, as ações dos pontos de cultura podem chamar muito a atenção de financiadores externos com interesses incomuns.

“O Brasil sempre esteve no centro das discussões quando o assunto é sustentabilidade, e a Cultura é a base da Agenda 2030. Não há mudança de sociedade, sem mudança cultural. Sendo assim, se cada ponto de cultura mostrar para o mundo e para a sociedade o trabalho que já realizam na base, para reduzir as desigualdades e deixar o mundo mais sustentável, as parcerias e oportunidades podem aumentar consideravelmente, só por causa desse ajuste de rota. Quando um ponto de cultura se coloca numa posição de altivez e apresenta seu trabalho com segurança, isso pode ser um diferencial e tanto. Esse é um dado positivo que não se perde”, conclui Carol.

Carolina Barros é formada em Música pela UFMT, pós-graduada em Gestão Cultural Contemporânea pelo Itaú Cultural e atua há 23 anos na intersecção entre cultura, meio ambiente e desenvolvimento territorial, compreendendo a cultura como direito e ferramenta de transformação social.

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O Pontão Lado a Lado

Lado a Lado é a iniciativa do Instituto Inrede selecionada pela Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) no edital Pontão de Cultura – edição Política Nacional Aldir Blanc (Pnab).

Voltado ao fortalecimento da gestão e da perenidade das organizações culturais, o Pontão Lado a Lado oferece apoio jurídico, administrativo e contábil, além das trilhas formativas.

O atendimento é feito a Pontos de Cultura de Mato Grosso, com ou sem CNPJ, certificados ou em processo de certificação. Palestras, workshops e cursos promovidos pelo Pontão Lado a Lado dispõem de acessibilidade para pessoas com deficiência (intérprete de libras).

Pontos e Pontões de Cultura

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Aproximadamente 200 instituições são reconhecidas como Ponto de Cultura no Estado, desenvolvendo ações artísticas e comunitárias em seus territórios.

Em 2025, projetos de 31 Pontos de Cultura foram contemplados com valores de R$ 120 mil cada um por meio do edital Rede de Pontos de Cultural de Mato Grosso – edição Pnab, promovido pela Secel. O investimento totalizou R$ 3,72 milhões.

Já o edital Pontão de Cultura – edição Pnab selecionou três instituições para acompanhar e articular ações de fortalecimento da rede de Pontos de Cultura de Mato Grosso. Estão contemplados para executar as atividades os Pontões Do Mato, Inca e Lado a Lado. O investimento total da seleção pública é de R$ R$ 1,46 milhão.

Com informações da Assessoria

Amanda Zanata / Cida Rodrigues* | Secel-MT

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Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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RS lança pavilhão da Agricultura Familiar na Expointer 2026

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em

Foto: Governo do Estado do RS

 

O governo do Rio Grande do Sul lançou oficialmente, nesta quarta-feira (6), o Pavilhão da Agricultura Familiar da Expointer 2026. A apresentação foi realizada durante a Feira Sabor Gaúcho – edição especial de Dia das Mães, na Praça da Alfândega, no Centro Histórico de Porto Alegre, sob coordenação da Secretaria de Desenvolvimento Rural.

Durante o evento, foram detalhados o planejamento da estrutura e as novidades da próxima edição, que marcará a 27ª participação da agricultura familiar na Expointer. O espaço deverá reunir 509 expositores, sendo 497 empreendimentos gaúchos, além de cinco convidados de Minas Gerais e sete cozinhas voltadas à gastronomia regional.

Levantamento apresentado pela Secretaria de Desenvolvimento Rural indica que 69 empreendimentos possuem certificação orgânica, reforçando a presença de práticas sustentáveis. A participação de 265 jovens foi destacada como sinal de renovação no campo, enquanto 179 empreendimentos têm mulheres à frente das atividades, ampliando o protagonismo feminino no setor.

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O secretário de Desenvolvimento Rural, Gustavo Paim, ressaltou a relevância do pavilhão dentro da feira. “Os números históricos da Expointer mostram a força e a relevância da agricultura familiar para o nosso Estado. Mais do que ampliar espaços, o nosso foco é garantir qualidade e resultado para quem está lá”, afirmou. Em outro momento, reforçou a estratégia adotada pela organização: “Se tivermos que diminuir o estande, nós vamos diminuir — porque o mais importante é que os agricultores consigam vender produtos que não são encontrados em qualquer lugar. São produtos com qualidade, feitos com carinho e com um caráter único, que representam a identidade do nosso povo. Muito obrigado a cada agricultor e agricultora que faz esse sucesso acontecer”.

A diversidade regional também foi destacada na apresentação, com representantes de 218 municípios gaúchos confirmados. O pavilhão é considerado um dos espaços mais visitados da Expointer e tem papel relevante na promoção e comercialização de produtos coloniais, agroindustrializados e artesanais, além de aproximar produtores e consumidores.

A organização do espaço envolve, além da Secretaria de Desenvolvimento Rural, entidades como a Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul, a Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Rio Grande do Sul, a Via Campesina, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e a Associação Riograndense de Empreendimentos de Assistência Técnica e Extensão Rural. A expectativa do governo estadual é manter o crescimento registrado nas últimas edições e consolidar o pavilhão como vitrine da produção familiar.

Agrolink – Seane Lennon

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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