Conecte-se Conosco

Algodão

14º Congresso Brasileiro do Algodão – Sipcam Nichino mostra resultados de investimentos e inova no desenvolvimento de soluções para a cultura

Publicado

em

Divulgação

 

Uma das empresas líderes do setor de agroquímicos, a Sipcam Nichino Brasil terá presença de destaque no 14º Congresso Brasileiro do Algodão. O evento ocorre de 3 a 5 de setembro na cearense Fortaleza. Na ocasião, a companhia mostra aos participantes resultados recentes dos investimentos que tem realizado no desenvolvimento da cultura no país. Anuncia, por exemplo, os lançamentos do herbicida ET-Part, do inseticida-acaricida Ommi® EC e a expansão de bula do acaricida Fujimite® 50 SC.

De acordo com o diretor de marketing da Sipcam Nichino, Leandro Alves Martins, a exemplo de culturas como soja, milho e cana-de-açúcar, a unidade brasileira da companhia considera estratégicos seus negócios concentrados na pluma. “Trata-se de um cultivo cada vez mais aberto a oportunidades de acesso a mercado”, ele destaca. “A expectativa da companhia é seguir investindo em inovações e novas soluções para o algodão”, ele acrescenta.

Com o novo ET-Part, e o posicionamento de Fujimite® para a cultura, adianta Martins, a Sipcam Nichino Brasil reúne hoje no portfólio mais de 20 tecnologias para atender aos produtores da pluma. No caso de Fujimite®, reforça o diretor, trata-se de uma inovação, pois o acaricida passou a contar com novos ativo e modo de ação visando o controle do ácaro-rajado, uma praga desafiadora.

Publicidade

Outro lançamento representativo levado ao 14º Congresso, frisa Martins, o inseticida-acaricida Ommi® EC “chega para reforçar o manejo de pragas de alta complexidade da cultura, entre estas o próprio ácaro-rajado, o ácaro-branco e o pulgão do algodoeiro”. A expectativa da companhia para os próximos períodos também considera estender a bula de Ommi® EC para manejo de bicudo e tripes.

O engenheiro agrônomo José de Freitas, da área de desenvolvimento de mercado da Sipcam Nichino, acrescenta que a companhia também apresentará em Fortaleza uma linha exclusiva de bioestimulantes, formada pelas soluções Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde, além dos fungicidas Echo®, Vitene®, Fezan® Gold, do herbicida Sirtaki® 360 CS e do inseticida Takumi®, “itens do portfólio referenciados no mercado”.

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos. De acordo com a direção da companhia, mais de 20 produtos da marca serão introduzidos no mercado brasileiro até 2025.

Fernanda Campos

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Publicidade

Mídia Rural, sua fonte confiável de informações sobre agricultura, pecuária e vida no campo. Aqui, você encontrará notícias, dicas e inovações para otimizar sua produção e preservar o meio ambiente. Conecte-se com o mundo rural e fortaleça sua

Continue Lendo
Publicidade
Clique Para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Algodão

Safra 2024/25 bate recorde na produção de algodão

Publicado

em

Foto: India Water Portal

A safra de algodão 2024/25 consolidou Mato Grosso como protagonista mundial na produção da fibra. O estado alcançou 1,55 milhão de hectares plantados, a maior área da série histórica, com crescimento de 5,82% em relação à safra anterior. Apesar do início tardio da semeadura, o ciclo foi favorecido por boas condições climáticas, sobretudo na segunda safra.

O resultado foi uma produtividade média de 315,12 arrobas por hectare, superando a melhor marca anterior, registrada na safra 2022/23. A produção total de pluma atingiu 3,01 milhões de toneladas, estabelecendo um novo recorde para o estado e reforçando seu papel estratégico no abastecimento global.

O cenário positivo no campo, no entanto, contrastou com a pressão no mercado. O aumento da oferta e o crescimento dos estoques contribuíram para a desvalorização das cotações do algodão ao longo do ano, impactando diretamente o ritmo da comercialização. Os preços ficaram entre os menores patamares dos últimos anos, gerando cautela entre os produtores na hora de negociar.

Apesar disso, o Brasil manteve sua posição de maior exportador mundial de algodão pelo segundo ano consecutivo, com Mato Grosso respondendo por parcela significativa desse desempenho. O feito reforça a competitividade da produção mato-grossense, que alia escala, tecnologia e clima favorável.

Publicidade

Com estoques elevados e mercado pressionado, o setor deverá acompanhar de perto os desdobramentos na demanda internacional e nas políticas de estímulo à exportação. O desafio para 2025 será manter o equilíbrio entre volume produzido e rentabilidade.

AGROLINK – Aline Merladete

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Algodão

Safra de algodão 2025/26 deve recuar 7%, aponta StoneX

Publicado

em

Foto: CNA

 

A produção de algodão do Brasil na safra 2025/26 deve totalizar 3,72 milhões de toneladas, uma queda de 7% em relação ao ciclo anterior, que registrou 4 milhões de toneladas. O levantamento é do relatório da StoneX, empresa global de serviços financeiros, que aponta que a redução reflete principalmente a diminuição de cerca de 75 mil hectares na área plantada, que ficará em 1,44 milhão de hectares.

Mato Grosso mantém liderança na produção nacional

O Mato Grosso segue como maior produtor do país, com expectativa de 2,6 milhões de toneladas de pluma, mesmo com a redução da área plantada. A Bahia permanece como a segunda maior região produtora, com estimativa de 777 mil toneladas. Juntos, os dois estados deverão responder por mais de 90% da oferta nacional de algodão.

Publicidade

Chuvas favorecem janela de plantio da segunda safra

O relatório destaca que o avanço das chuvas no Mato Grosso deve garantir condições favoráveis para o plantio de soja e, consequentemente, para o algodão de segunda safra. Segundo Raphael Bulascoschi, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, o clima e as margens de lucro continuam sendo determinantes para a definição da próxima safra.

“Embora a previsão de chuvas no Centro-Oeste seja positiva, a redução de área indica a necessidade de maior racionalização por parte do produtor. O algodão segue competitivo internacionalmente, mas margens mais apertadas exigem gestão eficiente de custos e comercialização”, afirma Bulascoschi.

Exportações e consumo doméstico revisados

A StoneX também revisou sua projeção para as exportações brasileiras, estimando 2,95 milhões de toneladas para o ano atual. O analista observa que, apesar do ritmo mais lento nos últimos meses, a expectativa é de aumento da atividade no quarto trimestre. O consumo interno na safra 2024/25 foi ajustado para 700 mil toneladas, com fiações aproveitando os preços mais baixos para intensificar compras de algodão no mercado local.

Publicidade

Quer saber mais sobre o mercado de algodão?

*Inscreva-se no 8º Seminário StoneX, que é 100% online e gratuito.

*Data: 15 de outubro (quarta-feira)

*Horário: das 14h às 18h

Fonte: Portal do Agronegócio

Publicidade

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Algodão

Indea alerta produtores sobre período de vazio sanitário do algodão em Lucas do Rio Verde

Publicado

em

precos-do-algodao-em-pluma-seguem-em-alta-no-brasil

Foto: Divulgação/SecomMT

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) em Lucas do Rio Verde reforçou nesta semana a importância do cumprimento do vazio sanitário do algodão na região. Segundo o engenheiro agrônomo Leandro Oltramari, o período será entre 15 de outubro e 14 de dezembro, intervalo no qual é proibida a presença de plantas vivas de algodão no campo.

De acordo com Oltramari, os produtores têm cerca de 30 dias para eliminar os restos culturais e eventuais rebrotas da safra anterior, prática essencial para reduzir riscos sanitários. “Durante o vazio não pode haver planta de algodão, justamente para diminuir a população da principal praga da cultura, o bicudo-do-algodoeiro, além de outras pragas e doenças que comprometem a produção. O descumprimento pode gerar multas e sanções”, destacou.

O engenheiro agrônomo lembra que, assim como ocorre com a soja, há um calendário definido para o plantio do algodão, estabelecido pela normativa estadual nº 002/2024. Na região 2, que abrange Lucas do Rio Verde, o plantio será permitido a partir de 15 de dezembro. No entanto, a maior parte das lavouras costuma ser implantada ainda na primeira quinzena, considerada a janela mais favorável.

Oltramari também ressaltou que as datas de plantio influenciam diretamente a produtividade e a qualidade da fibra. “Nos últimos anos, observamos que áreas semeadas muito precocemente, no final de dezembro, tiveram desempenho inferior. Já o algodão plantado até meados de janeiro manteve bons resultados. Cada safra traz seus desafios, e por isso a sintonia entre produtores e defesa sanitária é fundamental para garantir melhores desempenhos”, reforçou.

Publicidade

Com as lavouras de soja avançando, o alerta é para que os agricultores façam sua parte no manejo fitossanitário, assegurando condições mais seguras e sustentáveis para o próximo ciclo do algodão em Lucas do Rio Verde.

Fonte: CenarioMT

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

Continue Lendo

Tendência