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Atletas mato-grossenses vão disputar as finais do futebol feminino e salto triplo

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Almir alcançou a marca de 17,06 metros no salto triplo nesta quarta-feira (07) – Foto por: Miriam Jeske/COB

 

 

Mato Grosso tem dois atletas disputando as finais nas Olimpíadas de Paris 2024. Almir Junior, de Matupá (a 695 km de Cuiabá), e Ana Vitória, de Rondonópolis (a 212 km da Capital), vão disputar medalhas de ouro na prova do salto triplo e no futebol feminino, na sexta-feira (09.08) e no sábado (10), respectivamente.

Almir Junior, que começou sua carreira em Peixoto de Azevedo (a 675 km de Cuiabá), garantiu a participação na final após se classificar nesta quarta-feira (07), com uma marca de 17,06 metros – a quinta melhor no ranking geral.

Com a classificação do atleta, é a primeira vez, em 16 anos, que o Brasil disputa a final do salto triplo nas Olimpíadas. A disputa de Almir Junior pelo ouro está marcada para sexta-feira (09.08), às 14h13.

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Já a meio-campista da seleção brasileira de futebol Ana Vitória, foi a primeira dos atletas de Mato Grosso a se classificar para a final dos Jogos Olímpicos, após vencer a seleção da Espanha em jogo disputado nessa terça-feira (06). Agora, Ana Vitória e a seleção brasileira enfrentarão os Estados Unidos no próximo sábado, em jogo marcado para às 11h (horário de MT).

Ana Vitória durante partida dos Jogos de Paris 2024 | Reprodução: Instagram

“O esporte mato-grossense vive um momento de grande celebração. Nossos atletas têm se destacado entre os melhores do mundo e já estamos muito orgulhosos de suas jornadas em Paris. Mas, é claro, também seguimos na torcida e expectativa por medalhas”, afirmou o secretário de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso, David Moura.

Estreia em Paris

A jovem Caroline Santos, de Água Boa (a 740 km de Cuiabá), mais conhecida por Juma, também está pronta para fazer sua estreia no Taekwondo nesta sexta-feira (09). A atleta, medalhista de prata (-62 kg) nos Campeonatos Mundiais de 2019 e 2023, participa pela primeira vez de uma Olímpiadas.

Salto em distância

Bolsista do projeto Olimpus, do Governo de Mato Grosso, a atleta Lissandra Campos, de Nossa Senhora do Livramento (a 40 km de Cuiabá), competiu nos Jogos Olímpicos nessa terça-feira (06.08), mas não conseguiu a vaga para as qualificações do salto em distância.

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Prêmio Olímpico

O Governo de Mato Grosso oferece prêmios como incentivo aos atletas, paratletas, atletas-guias e técnicos convocados para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos.

O Estado garante o pagamento de R$ 30 mil para cada atleta e paratleta de Mato Grosso classificado para as competições mundiais. Para os técnicos convocados, a premiação é de R$ 10 mil.

Já quem for medalhista olímpico recebe R$ 100 mil, conforme prevê o Prêmio Medalha Olímpica, independentemente se a medalha for de bronze, prata ou ouro. No caso de técnico medalhista, o prêmio é de R$ 30 mil.

Até o momento, apenas a meio-campista Ana Vitória garantiu o prêmio de R$ 100 mil.

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Confira a portaria do Prêmio Olímpico aqui.

Amanda Monteiro | Secel-MT

Colaborou:  Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mapa reconhece oficialmente raça ovina Berganês

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reconheceu oficialmente a raça ovina Berganês no Brasil. A medida foi publicada nesta sexta-feira (22.05), por meio da Portaria nº 1.630, assinada pela Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA).

Com a decisão, a Associação Brasileira de Criadores de Ovinos (Arco), sediada em Bagé, no Rio Grande do Sul, fica autorizada a realizar o serviço de registro genealógico da raça no país.

A entidade é registrada no Mapa sob o nº 007 e já atua no controle genealógico de diferentes raças ovinas. A partir da publicação da portaria, a Berganês passa a integrar oficialmente a lista de raças reconhecidas pelo Ministério.

O registro genealógico é utilizado para identificação e controle dos animais, além de permitir o acompanhamento zootécnico dos rebanhos. A ferramenta também auxilia produtores na preservação das características da raça e no melhoramento genético dos animais.

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Com informações do Mapa.

Redação/VGNAgro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Mapa libera mais 12,3 milhões de vacinas veterinárias

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informou que mais de 12,3 milhões de doses de vacinas contra clostridioses foram liberadas ao mercado brasileiro entre os dias 18 e 22 de maio.

Segundo o Governo Federal, ao todo, foram disponibilizadas 12.374.181 doses no período. Desse total, 6.405.600 doses são de fabricação nacional, o equivalente a 51,76%, enquanto 5.968.581 doses correspondem a produtos importados, representando 48,24%.

Ainda conforme o Mapa, as liberações feitas desde março deste ano já ultrapassam 39 milhões de doses colocadas à disposição do mercado nacional, considerando vacinas produzidas no Brasil e no exterior.

As vacinas contra clostridioses são utilizadas na prevenção de doenças bacterianas que afetam rebanhos e podem provocar prejuízos à pecuária.

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O Ministério informou ainda que mantém articulação com a indústria de insumos veterinários para ampliar a produção nacional, facilitar a importação dos produtos e acelerar os procedimentos de fiscalização e liberação das vacinas.

Com informações do Mapa.

Redação/VGNAgro

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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Boa Safra registra recorde de pedidos em carteira no 1T26 e reforça otimismo para a safra 2026/27

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22Foto: CNA

 

 

Boa Safra inicia 2026 com recorde histórico de pedidos

A Boa Safra encerrou o primeiro trimestre de 2026 com recorde histórico de pedidos em carteira para o período. A companhia somou R$ 1,5 bilhão em contratos, crescimento de R$ 66 milhões em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, avanço de 4% na comparação anual.

O desempenho reforça a demanda pelas sementes da empresa e evidencia o avanço da estratégia de diversificação do portfólio, mesmo diante de um cenário ainda desafiador para o agronegócio brasileiro.

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Receita cresce 20% e EBITDA volta ao positivo

Os resultados financeiros do 1T26 mostraram evolução operacional relevante da companhia.

A Receita Operacional Líquida alcançou R$ 132 milhões, alta de 20% frente ao primeiro trimestre de 2025.

Já o Lucro Bruto totalizou R$ 27 milhões, revertendo o resultado praticamente zerado registrado no mesmo período do ano passado.

O EBITDA consolidado também apresentou recuperação expressiva:

  • 1T25: R$ -15 milhões
  • 1T26: R$ 9 milhões

Segundo a empresa, o avanço reflete maior eficiência operacional, diluição de custos e melhor desempenho das operações comerciais.

Estratégia operacional busca reduzir riscos na safra

A safra 2025/26 foi impactada por irregularidade climática durante a colheita, reduzindo a disponibilidade de sementes para o próximo ciclo agrícola.

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Diante desse cenário, a Boa Safra adotou uma estratégia preventiva para garantir segurança operacional e qualidade produtiva.

A companhia ampliou sua área plantada contratada para 320 mil hectares, embora tenha mantido estável sua capacidade produtiva em 280 mil big bags.

Segundo o CFO Felipe Marques, a decisão criou uma espécie de proteção operacional diante das incertezas climáticas e da menor oferta de sementes no mercado.

Diversificação ganha força na receita da companhia

A empresa também destacou avanço consistente das culturas além da soja, além do crescimento das receitas ligadas a serviços e insumos.

A receita líquida proveniente dessas novas frentes, excluindo grãos, somou:

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  • 1T25: R$ 63 milhões
  • 1T26: R$ 82 milhões

O crescimento de 31% mostra maior participação dessas operações no faturamento total da companhia.

A estratégia busca ampliar o aproveitamento da estrutura logística e comercial já consolidada pela empresa.

Boa Safra aposta em eficiência para enfrentar desafios do agro

O CEO Marino Colpo afirmou que o primeiro trimestre representa um período estratégico para preparação de estoque, colheita, beneficiamento de sementes e formação das vendas que serão convertidas em faturamento no segundo semestre.

Segundo o executivo, os resultados indicam um cenário mais otimista para 2026, mesmo diante das dificuldades enfrentadas pelo setor agropecuário no Brasil e no mercado internacional.

A companhia também destacou que iniciou um novo ciclo focado em eficiência operacional, preservação de caixa e fortalecimento da saúde financeira.

Mercado acompanha desempenho da SOJA3

As ações da SOJA3 seguem acompanhadas de perto pelo mercado diante do avanço da demanda por sementes, da diversificação do portfólio e da busca por maior estabilidade operacional em um ambiente de crédito mais restrito e custos elevados no agronegócio.

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O resultado do 1T26 reforça a estratégia da companhia de equilibrar crescimento, eficiência e gestão de risco em um cenário marcado por volatilidade climática e financeira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Colaborou: Astrogildo Nunes – [email protected]

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