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Abundância de oferta impacta cotações do feijão no mercado brasileiro

Ao longo desta semana, o mercado brasileiro do feijão carioca continuou a enfrentar dificuldades, com uma expressiva oferta e consequente queda nos preços. Segundo Evandro Oliveira, analista e consultor da Safras & Mercado, apesar da disponibilidade de cerca de 35 mil sacas nos últimos dias, apenas 6 mil foram efetivamente negociadas. Desvalorização dos Preços e Oferta Limitada de Produtos de Qualidade A desvalorização nos preços persiste pela segunda semana consecutiva, influenciada pela escassez de feijões de alta qualidade e pela predominância de mercadorias de menor padrão. Oliveira destaca que, embora haja uma melhoria no padrão médio de qualidade, especialmente nos lotes recentemente colhidos no Paraná, a oferta de mercadorias de excelência ainda é limitada. Tendência Semelhante no Feijão Preto e Desinteresse dos Compradores A situação do feijão preto segue uma tendência similar à do feijão carioca. Apesar de aproximadamente 3,5 mil sacas oferecidas, não foram realizadas negociações significativas até o momento. O mercado permanece estável, com oferta tanto de feijão importado quanto comercial, porém, o interesse dos compradores tem sido baixo, contribuindo para as quedas recentes nos preços. Perspectivas e Expectativas de Negociações Futuras Espera-se que a movimentação dos compradores aumente no final do mês, quando são aguardadas negociações com preços atualizados. Na Argentina, os preços de exportação variam entre US$ 785 e US$ 805 por tonelada, refletindo uma realidade distinta do mercado brasileiro. Desafios na Zona Cerealista e Incerteza nas Cotações Oliveira destaca que a presença de várias ofertas tem dificultado as negociações na zona cerealista, com muitos compradores optando por negociar diretamente com as lavouras. A ausência de uma referência clara de preço no atacado paulista para o feijão preto contribui para a incerteza em relação às cotações, tornando o cenário desafiador para os envolvidos no mercado. Fonte: Portal do Agronegócio Foto: Divulgação Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com


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