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Tratos culturais e escolha da forrageira

As dicas do especialista incluem alocar uma área para pastagem diferida—pasto designado a receber adubação específica, análise de solo e a recomendação de um agrônomo para a adubação correta. As espécies de gramíneas escolhidas, como as braquiárias e os capins do gênero Panicum, como Tanzânia e Mombaça, devem ser tratadas para evitar tombamento e manter a produção em alta. Estratégias de taxa de lotação e irrigação Para estabelecer uma taxa de lotação eficiente, de dois a oito animais por hectare, dependendo da espécie forrageira e do animal, Vieira sugere tácticas de manejo estático, onde um lote entra e outro sai após o uso. Recomenda-se a manutenção da pastagem com fertilização para o cultivo contínuo de volumosos de alta qualidade. Atualmente, existem pastagens irrigadas, uma nova tecnologia que está aumentando significativamente a produção forrageira. Preparação para margens de lucro e manejo na seca Munido dessa estratégia, o produtor pode planejar a produção para aproveitar os períodos de alta demanda pelo gado e garantir o sucesso financeiro. Mesmo durante a seca, é possível manter o semiconfinamento com uso de silagens como substitutos volumosos. Vieira conclui que o segredo para um semiconfinamento eficaz reside na manutenção de práticas sustentáveis e na utilização de recursos tecnológicos adequados, permitindo aos produtores explorar plenamente o potencial de suas pastagens. girodoboi.canalrural Foto: Divulgação Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com


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