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Mercado de suínos inicia 2024 com queda nos preços de suíno vivo e carne suína

Os preços do suíno vivo e da carne suína registraram uma queda no início do ano, de acordo com análises de pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Essa pressão de baixa é atribuída à menor demanda característica do período, marcado por renda limitada e férias escolares. Tendências no Mercado Doméstico A demanda sazonalmente reduzida, comum durante o início do ano, impactou negativamente os preços do suíno vivo e da carne suína no mercado interno. O período de férias escolares e a renda limitada dos consumidores contribuíram para essa diminuição na procura. Desempenho Recorde nas Exportações Em contrapartida, as exportações brasileiras de carne suína apresentaram um desempenho notável em 2023. O volume exportado alcançou um recorde, considerando-se a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), que teve início em 1997. No acumulado do ano passado, foram embarcadas 1,2 milhão de toneladas da proteína, representando um aumento de 10,3% em relação a 2022 e um aumento significativo de 8,4% em comparação com o maior volume registrado anteriormente em 2021. Resultados de Dezembr No mês de dezembro, especificamente, as exportações totalizaram 109,6 mil toneladas de carne suína, considerando produtos in natura e processados. Esse volume estabeleceu um novo recorde para o mês, apresentando incrementos de 4,7% em relação a novembro e 8,3% em comparação com dezembro de 2022. Perspectivas Futuras As oscilações nos preços no mercado interno são influenciadas por diversos fatores, incluindo sazonalidade, demanda doméstica e condições econômicas. Para os produtores e participantes do setor suinícola, é crucial monitorar essas variáveis e adaptar estratégias de produção e comercialização conforme as mudanças no ambiente de negócios. As exportações robustas indicam a importância crescente do mercado internacional para o setor suinícola brasileiro. A busca por oportunidades nos mercados globais e a compreensão das dinâmicas internacionais continuam sendo elementos-chave para impulsionar o crescimento e a competitividade da indústria suinícola nacional. Fonte: CenárioMT Foto: Divulgação Colaborou: Astrogildo Nunes – astrogildonunes56@gmail.com


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