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Preços do petróleo caem com relato de aumento de produção da Arábia Saudita




 NOVA YORK (Reuters) - Os preços do petróleo despencaram nesta quinta-feira revertendo ganhos anteriores em uma sessão volátil após uma reportagem dizendo que a produção de petróleo da Arábia Saudita em breve ultrapassará 10 milhões de barris por dia pela primeira vez desde o início da pandemia de Covid-19.

A reportagem, da TV saudita Al Arabiya, veio depois que o país, junto com outros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo e seus aliados, concordaram em cumprir os aumentos de produção previamente acordados.

O petróleo Brent caiu 1,45 dólar, ou 1,8%, para fechar em 80,54 dólares o barril. Mais cedo, o Brent subiu para 84,49 dólares o barril. O petróleo dos EUA (WTI) caiu 2,05 dólares, ou 2,5%, para fechar em 78,81 dólares o barril, bem abaixo da máxima da sessão de 83,42 dólares.

Desde o fechamento de terça-feira, Brent e WTI caíram cerca de 5% e 6%, respectivamente.

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, coletivamente conhecidos como Opep+, concordaram em manter os planos de aumentar a produção de petróleo em 400.000 barris por dia (bpd) por mês, disseram fontes, apesar dos apelos dos Estados Unidos de oferta extra para aliviar a alta dos preços.

A Arábia Saudita já rejeitou os pedidos de aumentos mais rápidos na oferta de petróleo da Opep+. Mas a reportagem da TV Al Arabiya disse que os sauditas chegarão a 10 milhões de barris diários em dezembro.

"Uma grande posição (especulativa) estava se acumulando" antes da Opep, disse Bob Yawger, diretor de futuros de energia na Mizuho.

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