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MT: algodão deve seguir janela ideal




 Os preços futuros do milho ganharam força nesta terça-feira (23) e passaram a registrar movimentações positivas na Bolsa Brasileira (B3), se recuperando das quedas do início do dia por volta das 11h42 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/22 era cotado à R$ 88,55 com alta de 1,32%, o março/22 valia R$ 88,58 com valorização de 1,37%, o maio/22 era negociado por R$ 85,75 com elevação de 1,12% e o julho/22 tinha valor de R$ 83,90 com ganho de 0,96%.

Mercado Externo

Já a Bolsa de Chicago (CBOT) segue flutuando negativamente para os preços internacionais do milho futuro nesta terça-feira.

Diante do atual cenario, a projeção da curva de semeadura da fibra revela que mais de 82% das áreas previstas poderão ser semeadas até o fim de janeiro. Com o maior percentual de área cultivada dentro do período ideal, o risco com a perda da produtividade esperada diminui, como foi visto nas safras 18/19 e 19/20, que apresentaram os maiores rendimentos.

Por esses motivos, o cotonicultor está otimista quanto à próxima safra de algodão e com o preço da pluma futura atrativo, a decisão de semear a fibra está mais favorável. Por outro lado, a concorrência por área na “safrinha”, devido à valorização do milho, ainda pode ser um fator de peso na decisão do produtor em semear algodão em algumas regiões, que será melhor avaliado nas próximas estimativas da safra 21/22.

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