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Café: Mercado segue de olho na oferta global e arábica volta a subir em NY



O mercado futuro do café arábica encerrou as negociações desta quarta-feira (3) com valorização técnica para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). 

Dezembro/21 teve alta de 125 pontos, valendo 209,30 cents/lbp, março/22 teve valorização de 130 pontos, cotado a 212,15 cents/lbp, maio/22 teve alta de 120 pontos, valendo 212,55 cents/lbp e julho/22 registrou valorização de 105 pontos, valendo 212,70 cents/lbp. 

Segundo análise do site internacional Barchart, os preços mais uma vez tiveram suporte na preocupação com a oferta global de café. "A Federação de Cafeicultores da Colômbia cortou na segunda-feira sua estimativa da safra de café da Colômbia 2021/22 para 13 a 13,5 milhões de sacas, de uma estimativa anterior de 14 milhões de sacas, já que o excesso de chuva reduziu a produtividade do café. A Colômbia é o segundo maior produtor mundial de café arábica", voltou a destacar a publicação oficial. 

No Brasil, os analistas seguem mantendo a projeção de preços firmes para o café no longo prazo. " Temos ainda a quebra forte da safra brasileira de arábica 2021, já de ciclo baixo, problemas climáticos em todos os principais países produtores, e sérios problemas logísticos que atingem os portos de todos os países produtores e consumidores. Os problemas com contêineres e espaço em navios, que já aconteciam desde março, se agravaram. A crise logística é mundial e não deve terminar tão cedo", destacou última análise do Escritório Carvalhaes. 

Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon teve um de estabilidade. Novembro/21 teve queda de US$ 8 por tonelada, valendo US$ 2272, janeiro/22 teve baixa de US$ 2 por tonelada, valendo US$ 2232, março/22 teve queda de US$ 1 por tonelada, valendo US$ 2175 e maio/22 teve valorização de US$ 3 por tonelada, valendo US$ 2145.

A poucos dias de começar a colheita, o Vietnã segue sentido os impactos da crise logística. O maior produtor de café tipo conilon do mundo sente os impactos desde o primeiro trimestre de 2021, e os reflexos aparecem na quantidade de café ofertado ao mercado global. Além disso, a expressiva alta dos fretes marítimos também resultou em uma diminuição dos embarques, aumentando a preocupação com a oferta global do grão. 

No Brasil, o dia foi marcado por estabilidade nas principais praças de comercialização do país. 

O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 0,38% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.295,00, Varginha/MG teve queda de 0,38%, valendo R$ 1.320,00. Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 1.305,00, Patrocínio/MG manteve por R$ 1.305,00, Araguarí/MG por R$ 1.300,00, Campos Gerais/MG por 1.304,00 e Franca/SP por R$ 1.304,00.

O tipo cereja descascado teve queda de 0,35% em Poços de Caldas/MG, negociado por R$ 1.435,00. Guaxupé/MG manteve a estabilidade por R$ 1.375,00, Patrocínio/MG manteve por R$ 1.360,00, Varginha/MG por R$ 1.360,00 e Campos Gerais/MG por R$ 1.364,00.

 

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