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Arábica atinge máximas de mais de 9 anos em NY: Oferta restrita e demanda aquecida no radar






 O mercado futuro do café arábica segue operando com valorização expressiva para os principais contratos no pregão desta quarta-feira (17) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). O pregão começou com valorização bastante expressivas, e nas primeiras horas do dia, o café arábica atingiu os maiores valores em nove anos e meio, em um momento que as preocupações com a oferta e demanda mais aquecida chamam atenção do mercado.

Por volta das 12h08 (horário de Brasília), março/22 tinha alta de 570 pontos, valendo 230,20 cents/lbp, maio/22 tinha alta de 575 pontos, negociado por 230,80 cents/lbp, julho/22 tinha valorização de 565 pontos, valendo 230,85 cents/lbp e setembro/22 tinha alta de 555 pontos, valendo 230,80 cents/lbp. 

Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também sobe nesta tarde. Janeiro/22 tinha alta de US$ 22 por tonelada, valendo US$ 2259, março/22 tinha alta de US$ 14 por tonelada, cotado a US$ 2203, maio/22 tinha alta de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 2178 e julho/22 tinha alta de US$ 2178. 
 
"A Green Coffee Association (GCA) informou nesta semana que os estoques de café verde nos EUA caíram 46.816 sacas, para 6 milhões de sacas de 60 kg até o final de outubro", acrescenta a análise da agência de notícias Reuters. 

As preocupações com a oferta brasileira aumentaram depois que produtores passaram a relatar que a florada generalizada, observada no mês passado, não vingou. "Vai ficando a cada dia mais clara e consensual a seriedade dos estragos da longa seca e das três frentes frias para a safra brasileira 2022", destaca o analista de mercado Eduardo Carvalhaes. 

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