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RS: custos de produção acumulam alta de 35%




 A elevação é resultado da baixa oferta de insumos unido a alta da taxa cambial

A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) divulgou o Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) de setembro. No mês foi registrado crescimento de 2,55% em relação a agosto. A elevação é resultado da baixa oferta de insumos agrícolas, que encareceu os preços, unido a taxa cambial que teve nova alta. Desde o início de 2021, o IICP acumula 31,32%. Em 12 meses o índice é de 35,25%, novo recorde da série histórica que iniciou em 2010. 

Já o índice de Inflação dos Preços Recebidos (IIPR) voltou a apresentar deflação em setembro após uma alta no mês anterior. A maior queda foi no preço do boi em decorrência da ociosidade dos frigoríficos. No acumulado em 12 meses, os preços tiveram elevação de 12,83%, bem abaixo do indicador em janeiro que estava em 85,11%. Isso aponta que, apesar de ainda haver alta nos preços recebidos, aponta uma possível estagnação dos preços em 2022.

O IICP tem o intuito de contribuir com a compreensão da evolução dos custos de produção e também dos preços recebidos pelo produtor rural gaúcho. Em relação aos preços, a inflação dos preços acumulada em 12 meses apresentou quedas consecutivas à medida que avançava no ano de 2021, saindo de um IIPR de 85,11% em janeiro para 12,83% em setembro. "Apesar deste resultado ainda significar inflação dos preços recebidos pelos produtores, revela uma tendência de estagnação do IIPR em 2022", destaca.

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