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Hortifruti/Cepea: O antidumping e o alho chinês



Você sabia que diversos países aplicam uma tarifa antidumping ao alho chinês? Brasil, México, África do Sul, Estados Unidos e Canadá são alguns deles. Mas do que se trata essa tarifa, afinal?

Como a China vende seu alho a preços bastante inferiores ao dos demais concorrentes mundiais, os governos dos respectivos países, considerando existir uma concorrência desleal, aplicam tarifas sobre o produto chinês, de forma a compensar este cenário, ou seja, uma medida dumping. É importante mencionar que tarifas como essas são impostas após longos processos, como a realização de análise dos custos de produção do país exportador e também das margens, incluindo despesas e lucro; a comparação do preço de produto similar exportado; ou, ainda, considerar os preços em países "tutorados" com similares condições de produção e de venda.

No Brasil, a taxa antidumping sobre o alho foi imposta em 1995 e seu valor vem crescendo desde então. Recentemente, mais precisamente em 2019, o governo brasileiro renovou essa medida por mais cinco anos. Vale destacar, porém, que nem sempre essas medidas antidumping são suficientes para eliminar a concorrência desleal, segundo agentes consultados pela Hortifruti Brasil.

Quer saber mais sobre este assunto? Confira a entrevista com o presidente da Anapa (Associação Nacional dos Produtores de Alho), Rafael Corsino, na edição de setembro da revista Hortifruti Brasil.

 

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