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Café abre com altas técnicas em NY e Londres, mantendo foco na logística e no Brasil




 O mercado futuro do café arábica abriu a sessão desta quinta-feira (28) com leves altas para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). As cotações voltam a operar no positivo após expressiva desvalorização na véspera. Os gargalos logísticos e as condições das lavouras no Brasil continuam em destaque, e por isso a tendência é de preços firmes para o café no longo prazo, segundo analistas ouvidos pelo Notícias Agrícolas. 

Por volta das 09h05 (horário de Brasília), dezembro/21 tinha alta de 65 pontos, valendo 202 cents/lbp, março/22 tinha alta de 75 pontos, valendo 204,80 cents/lbp, maio/22 tinha alta de 65 pontos, valendo 205,45 cents/lbp e julho/22 registrava alta de 35 pontos, negociado por 205,70 cents/lbp. 

Na Bolsa de Londres, o café tipo conilon também abriu o dia com valorização técnica. Janeiro/22 tinha alta de US$ 10 por tonelada, valendo US$ 2207, março/22 tinha alta de US$ 5 por tonelada, valendo US$ 2138, maio/22 tinha alta de US$ 4 por tonelada, valendo US$ 2107 e julho/22 tinha valorização de US$ 5 por tonelada, valendo US$ 2101.

"Quebra forte da safra brasileira de arábica, problemas climáticos em todos os principais países produtores, e sérios problemas logísticos que atingem os portos de todos os países e agora, no Vietnã, maior produtor e exportador de café robusta do mundo, os problemas com contêineres e espaço em navios, que já aconteciam desde março, se agravaram. A crise logística é mundial e não deve terminar tão cedo", destacou a última análise do Escritório Carvalhaes. 


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